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	<title>Comentários sobre: BRASIL: Firme e cego RUMO À INSIGNIFICÂNCIA ECONÔMICA</title>
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		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
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		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 14:24:24 +0000</pubDate>
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		<description>Sugiro que passemos ao texto do professor Carlos Lessa: http://desempregozero.org/2008/02/14/investimentos-do-exterior-no-brasil-e-brasileiro-no-exterior/


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sugiro que passemos ao texto do professor Carlos Lessa: <a href="http://desempregozero.org/2008/02/14/investimentos-do-exterior-no-brasil-e-brasileiro-no-exterior/" rel="nofollow">http://desempregozero.org/2008/02/14/investimentos-do-exterior-no-brasil-e-brasileiro-no-exterior/</a></p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Eduardo Alves</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/02/brasil-firme-e-cego-rumo-a-insignificancia-economica/comment-page-1/#comment-1556</link>
		<dc:creator>Eduardo Alves</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 23:10:43 +0000</pubDate>
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		<description>Companheiros,

Creio ser o Brasil a nação do Ocidente que mais possui opções alternativas de desenvolver um caminho de desenvolvimento, pelas riquezas naturais, heranças históricas, e pelos valores concentrados em nosso país.

O modelo está errado. Não há projeto hegemônico. O governo Lula fez muitas coisas boas, mas não possui projeto. Esse é um dos nossos principais desastres, e é lamentável que a mídia não colabore em absolutamente nada para a construção de um novo Brasil. Lançam-se escândalos sobre escândalos e não se debatem as propostas.

Quero crer que isso está mudando e nossa democracia amadurecendo.

Abraços,
Eduardo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Companheiros,</p>
<p>Creio ser o Brasil a nação do Ocidente que mais possui opções alternativas de desenvolver um caminho de desenvolvimento, pelas riquezas naturais, heranças históricas, e pelos valores concentrados em nosso país.</p>
<p>O modelo está errado. Não há projeto hegemônico. O governo Lula fez muitas coisas boas, mas não possui projeto. Esse é um dos nossos principais desastres, e é lamentável que a mídia não colabore em absolutamente nada para a construção de um novo Brasil. Lançam-se escândalos sobre escândalos e não se debatem as propostas.</p>
<p>Quero crer que isso está mudando e nossa democracia amadurecendo.</p>
<p>Abraços,<br />
Eduardo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Rodrigo Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/02/brasil-firme-e-cego-rumo-a-insignificancia-economica/comment-page-1/#comment-1555</link>
		<dc:creator>Rodrigo Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 23:05:07 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Bruno

Gostei do seu artigo. Precisamos questionar o estado atual das coisas em nosso país. Não podemos acreditar que chegamos ao máximo do nosso potencial como nação. Longe disso...

O livro &#039;Economia política internacional&#039; (Elsevier, 2005), do Reinaldo Gonçalves é muito interessante nesse aspecto. Ele articula de forma realista o posicionamento brasileiro no sistema internacional, incluindo nossas potencialidades e a opção vigente pela mediocridade.

No momento, acredito que estamos contribuindo para mostrar que existem caminhos viáveis alternativos.


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Bruno</p>
<p>Gostei do seu artigo. Precisamos questionar o estado atual das coisas em nosso país. Não podemos acreditar que chegamos ao máximo do nosso potencial como nação. Longe disso&#8230;</p>
<p>O livro &#8216;Economia política internacional&#8217; (Elsevier, 2005), do Reinaldo Gonçalves é muito interessante nesse aspecto. Ele articula de forma realista o posicionamento brasileiro no sistema internacional, incluindo nossas potencialidades e a opção vigente pela mediocridade.</p>
<p>No momento, acredito que estamos contribuindo para mostrar que existem caminhos viáveis alternativos.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Bruno</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/02/brasil-firme-e-cego-rumo-a-insignificancia-economica/comment-page-1/#comment-1554</link>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 21:00:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=937#comment-1554</guid>
		<description>Rodrigo,

Você foi no ponto onde eu queria chegar.
 Acho que exagerei no título. É claro que o Brasil não está se tornando insignificante para a economia mundial, mas certamente está menos importante. A queda drástica da participação do Brasil no PIB do Terceiro Mundo, principalmente nos últimos 16 anos, não pode continuar a ser desconsiderada. E você exemplificou muito bem o que eu queria dizer: a importância do Estado no desenvolvimento das nações. Essa queda não é da época do governo Lula, vem desde o Collor. Mas, é amplamente ignorada pela imprensa, que não tem a menor auto-crítica de questionar se o modelo que ela tanto apoiou está correto.
Um abraço
Bruno</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo,</p>
<p>Você foi no ponto onde eu queria chegar.<br />
 Acho que exagerei no título. É claro que o Brasil não está se tornando insignificante para a economia mundial, mas certamente está menos importante. A queda drástica da participação do Brasil no PIB do Terceiro Mundo, principalmente nos últimos 16 anos, não pode continuar a ser desconsiderada. E você exemplificou muito bem o que eu queria dizer: a importância do Estado no desenvolvimento das nações. Essa queda não é da época do governo Lula, vem desde o Collor. Mas, é amplamente ignorada pela imprensa, que não tem a menor auto-crítica de questionar se o modelo que ela tanto apoiou está correto.<br />
Um abraço<br />
Bruno</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/02/brasil-firme-e-cego-rumo-a-insignificancia-economica/comment-page-1/#comment-1553</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 12:33:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=937#comment-1553</guid>
		<description>Bom artigo. Precisamos realmente enfatizar que Estado e mercados nacionais fortes formam o binômio de qualquer nação desenvolvida. Certamente os arranjos institucionais diferenciam-se.

As complementaridades entre Estado e agentes privados nacionais precisam ser ressaltadas. John K. Galbraith, em seu último livro, &#039;A economia das fraudes inocentes&#039; (Companhia das letras, 2004), menciona o mito dos dois setores: &quot;Examinada de forma séria, a propalada divisão entre os setores público e privado não faz sentido. Não é realidade, é retórica. Uma parte cada vez maior do que é chamado de setor público está, para todos os efeitos práticos, no setor privado&quot; (p.52).

O que seriam dos grandes grupos alemães sem a cooperação doméstica com o Estado nacional? Poderíamos repetir essa pergunta para o Japão, a Coréia, os EUA, o Canadá e a Grã-Bretanha.

O Estado nacional é um importante agente estimulador do processo de desenvolvimento econômico das sociedades organizadas. Além de criar as condições macroeconômicas para o respectivo processo, sua atuação direta não precisa ser descartada. O que seria do dinamismo tecnológico norte-americano no pós-guerra sem a relação do seu Estado nacional com o complexo militar-industrial? Na França, a indústria de defesa também mobiliza a cooperação entre Estado e agentes privados. A Volkswagen, até pouco tempo, era uma empresa controlada pelo Estado alemão.

Penso que precisamos evoluir para a construção de um paradigma diferente de relação entre o público e o privado. Certamente o aumento da profissionalização da administração pública brasileira ajudaria muito. Reduzindo as indicações políticas para os preenchimentos dos cargos nas diversas instâncias estatais, provavelmente se estreitaria a janela de oportunidades para administradores ineficientes e corruptos.

Trata-se de um problema de amadurecimento político. Alguns dizem que o sistema de indicações equaciona problemas de governabilidade. Afinal, os governantes não querem se tornar reféns dos legisladores. Sofrem as políticas públicas e o BC do doutor Meireles pode tranquilamente continuar decidindo que a cada real empregado no programa bolsa família sejam destinador pouco mais de R$16 para quem vive de juros e amortizações da dívida pública.

Como há uma desproporção numérica entre quem se beneficia desses gastos públicos, resta saber até que ponto se está efetivamente contribuindo para a construção de um país mais desenvolvido e equitativo. Ou se trata da manutenção do status quo em uma sociedade que não pode se dar a esse luxo? Eis uma questão.


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom artigo. Precisamos realmente enfatizar que Estado e mercados nacionais fortes formam o binômio de qualquer nação desenvolvida. Certamente os arranjos institucionais diferenciam-se.</p>
<p>As complementaridades entre Estado e agentes privados nacionais precisam ser ressaltadas. John K. Galbraith, em seu último livro, &#8216;A economia das fraudes inocentes&#8217; (Companhia das letras, 2004), menciona o mito dos dois setores: &#8220;Examinada de forma séria, a propalada divisão entre os setores público e privado não faz sentido. Não é realidade, é retórica. Uma parte cada vez maior do que é chamado de setor público está, para todos os efeitos práticos, no setor privado&#8221; (p.52).</p>
<p>O que seriam dos grandes grupos alemães sem a cooperação doméstica com o Estado nacional? Poderíamos repetir essa pergunta para o Japão, a Coréia, os EUA, o Canadá e a Grã-Bretanha.</p>
<p>O Estado nacional é um importante agente estimulador do processo de desenvolvimento econômico das sociedades organizadas. Além de criar as condições macroeconômicas para o respectivo processo, sua atuação direta não precisa ser descartada. O que seria do dinamismo tecnológico norte-americano no pós-guerra sem a relação do seu Estado nacional com o complexo militar-industrial? Na França, a indústria de defesa também mobiliza a cooperação entre Estado e agentes privados. A Volkswagen, até pouco tempo, era uma empresa controlada pelo Estado alemão.</p>
<p>Penso que precisamos evoluir para a construção de um paradigma diferente de relação entre o público e o privado. Certamente o aumento da profissionalização da administração pública brasileira ajudaria muito. Reduzindo as indicações políticas para os preenchimentos dos cargos nas diversas instâncias estatais, provavelmente se estreitaria a janela de oportunidades para administradores ineficientes e corruptos.</p>
<p>Trata-se de um problema de amadurecimento político. Alguns dizem que o sistema de indicações equaciona problemas de governabilidade. Afinal, os governantes não querem se tornar reféns dos legisladores. Sofrem as políticas públicas e o BC do doutor Meireles pode tranquilamente continuar decidindo que a cada real empregado no programa bolsa família sejam destinador pouco mais de R$16 para quem vive de juros e amortizações da dívida pública.</p>
<p>Como há uma desproporção numérica entre quem se beneficia desses gastos públicos, resta saber até que ponto se está efetivamente contribuindo para a construção de um país mais desenvolvido e equitativo. Ou se trata da manutenção do status quo em uma sociedade que não pode se dar a esse luxo? Eis uma questão.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
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