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Blog do Desemprego Zero

A GRANDE FARSA

Escrito por Imprensa, postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Carlos Chagas, na Tribuna de 31 de Janeiro de 2008


Presta-se a algumas conclusões o reconhecimento de que desmatamos a
Amazônia muito mais do que recomendaria o bom senso.

A primeira, de que, além de haver faltado com a verdade, o governo acaba de
fornecer munição para a cobiça internacional. Basta passar os olhos nos
principais jornais da Europa e dos Estados Unidos. Todos abrem espaço para
o que lhes parece a destruição do “pulmão do mundo”, não demorando o
retorno da seqüência de que a Amazônia precisa ser internacionalizada. Para
alguns ingênuos e um número bem maior de malandros, o Brasil carece de
condições para deter soberania na região, estando a prova nas sucessivas
queimadas e devastações denunciadas e reconhecidas.

Não se imagina qualquer ocupação militar por parte das nações ricas. Elas
saberão das sucessivas transferências de unidades militares do Sul, Sudeste
e Centro-Oeste para a Amazônia, nos últimos anos. Não que pudéssemos
enfrentar por mais de quinze minutos uma guerra convencional contra alguma
“coligação” tecnologicamente muito mais avançada. Acontece, porém, ser
outra a estratégia brasileira: nossos guerreiros se transformarão em
guerrilheiros.

Por esse motivo já nos obrigaram a assinar um tratado militar
comprometendo-nos a não colocar minas em pontos-chave da floresta. Não
importa, essa iniciativa só depende de nós. Além disso, vêm sendo cavados
bem fundo, no solo amazônico, depósitos de munição, combustível e
mantimentos.

Não faz muito uma delegação das Forças Armadas brasileiras visitou o
Vietnã. Por via das dúvidas, fomos buscar a experiência de um povo que saiu
vitorioso nessa espécie de conflito. Entrar, os adversários podem. Sair, só
derrotados…

Existem outros tipos de internacionalização, como o da aquisição de imensas
glebas amazônicas por estrangeiros. Vergonhosamente estimulados pelo
próprio governo do Brasil, e pela lei, os compradores arrendam milhares de
hectares por 40 anos, renováveis por mais 40, comprometendo-se a preservar
a floresta, mas, de modo estranho, autorizados a extrair madeira.

A invasão se faz por via econômica, impulsionada por mil e uma ONGs,
nacionais ou vindas de fora. Além de tentarem interromper o desenvolvimento
da região, que numa etapa inicial gostariam fosse um imenso jardim
botânico, essas entidades trabalham tribos indígenas, apesar delas
constituírem parte indissolúvel de nossa população. Pretendem
transformá-las em “nações”.

Além disso, convenceram o Congresso e o governo a conceder-lhes monumentais
espaços onde o cidadão brasileiro é impedido de entrar, mas, estranhamente,
estrangeiros podem. Aguardam a oportunidade para algum organismo
internacional reconhecer a “independência” dessas nações, com governo
próprio e até assento na ONU.

Seria, então, oportunidade para estabelecerem protetorados e sucedâneos,
celebrando acordos de “cooperação”, imagine-se por parte de quem. Estaria
consumada a exploração das riquezas amazônicas, o verdadeiro objetivo de
toda essa farsa. Acorda, Lula…

Pela transcrição,



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