A ECONOMIA MUNDIAL E O PESSIMISMO DO G7
Escrito por leonunes, postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
A ECONOMIA MUNDIAL E O PESSIMISMO DO G7
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O encontro dos ministros da Economia do G7 em Tóquio foi o suficiente para que o mundo se dê conta de que mesmo as grandes potências não têm tanta convicção do caráter passageiro das conseqüências da crise imobiliária nos EUA.
Segundo analistas, apenas uma ação econômica coordenada pode ajudar a reverter a profundidade da crise. De fato, a extensão da crise só será conhecida na medida em que as instituições financeiras apresentarem as perdas nos seus balanços decorrentes de operações de crédito no mercado subprime.
Além disso, a própria atuação do FED (Federal Reserve Bank) tem limites, especialmente num ambiente de liberalização da conta financeira. Neste contexto, a correlação de forças entre a autoridade monetária e o mercado pende para o segundo pólo. Portanto, mesmo o esforço dos Bancos Centrais pode ser inócuo, caso a percepção das grandes instituições financeiras as levem a enxugar a liquidez para os investimentos. Neste caso, o desastre pode ser inevitável.
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