Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Anderson Marques, engenheiro
Segue uma entrevista com o Cel. Gélio Fregapani, que conhece muito a região. Sua visão é muito simplista e por vezes exagerada, mas ele externaliza algumas opiniões que concordo e que de algum modo assustam não só os ambientalistas, como também muitos que não conhecem a região e são contra a ocupação (ordenada e planejada) e exploração (que tem que ser inteligente e sustentável) de seus recursos naturais, para integrá-la de verdade à nação brasileira.
Militar alerta: a ocupação não é para a Amazônia, é para o nosso país, se quisermos tê-la. Leia o resto do artigo »
Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Anderson Marques, Desenvolvimento, Desenvolvimento Regional, Política Brasileira | 2 Comentários »
Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Por Maria Inês Nassif, em “O Valor” de hoje
Política vai parar de ganhar com a miséria
(…) O país que lê e tem emprego só entendeu a extensão dos resultados do Bolsa Família quando as pesquisas eleitorais, no auge do escândalo do mensalão, passaram a dar a dianteira ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre qualquer candidato oposicionista, apesar de ter sido mantido durante longo período sob o fogo cerrado da oposição.
(…) As eleições de 2006 desarrumaram o arranjo tradicional, onde os chefes políticos locais levam o rebanho até o candidato apoiado pelo chefe estadual e este, por sua vez, negocia favores da política nacional. Esse desarranjo foi favorecido não apenas pelo Bolsa Família, mas também pela universalização do uso da urna eletrônica, guardiã do segredo do voto. Como o chefe político local não era o dono do benefício concedido ao pobre – que vinha na forma de um cadastramento feito pela prefeitura, mas que depois se tornava uma relação entre o beneficiado e o banco onde ele recebe o dinheiro – não era também aquele a quem se deveria retribuir com o voto. Aconteceu de forma bastante ampla, em 2006, uma inversão do que ocorria tradicionalmente: em vez do chefe local dizer em quem o eleitor teria que votar – e já não teria total controle sobre esse voto, que é eletrônico -, foi o chefe quem correu atrás do candidato do cidadão pobre. Lula conseguiu apoios nada desprezíveis de prefeitos de todos os partidos. E certamente não foi porque os prefeitos tinham se tornado petistas. Eles simplesmente adiaram um confronto com seus eleitores – reconciliaram-se com eles por meio de uma adesão pontual ao candidato à reeleição para a Presidência.
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Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, Política Brasileira, Política Social | 5 Comentários »