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Blog do Desemprego Zero

Archive for fevereiro 23rd, 2008

Megafraude fiscal abala a Alemanha

Postado em 23 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Agências internacionais
VALOR

Um escândalo envolvendo espiões do governo alemão no paraíso fiscal alpino de Lichtenstein vem criando calafrios em empresários e autoridades da Alemanha, temerosos de que contas bancárias dinheiro não declarado sejam trazidas à tona.

O serviço secreto alemão pagou, em 2006, 4,2 milhões de euros a um informante por um CD com dados sobre depósitos em Lichtenteins que podem incriminar cerca de mil cidadãos alemães. Leia o resto do artigo »

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A origem da ARROB@

Postado em 23 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Maria de Fátima

“Na Idade Média, os livros eram escritos pelos copistas à mão. Precursores da taquigrafia, os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço, nem para o trabalho ser mais rápido (tempo era o que não faltava naquela época). O motivo era de ordem econômica: tinta e papel eram valiosíssimos.

Foi assim que surgiu o til (~), para substituir uma letra (um “m” ou um “n”) que nasalizava a vogal anterior. Um til é um enezinho sobre a letra, pode olhar.

O nome espanhol Francisco, que também era grafado “Fhrancisco”, ficou com as abreviaturas “Phco.” e “Pco”. Daí foi fácil Francisco ganhar em espanhol o apelido Paco.

Os santos, ao ser citados pelos copistas, eram identificados por um feito significativo em suas vidas. Assim, o nome de São José aparecia seguido de “Jesus Christi Pater Putativus”, ou seja: o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde, os copistas passaram a usar a abreviatura “JHS PP” e depois “PP”. A pronúncia dessas letras em seqüência explica porque José tem, em espanhol, o apelido de Pepe.

Já para substituir a palavra latina “et” (e), os copistas criaram um símbolo que é o resultado do entrelaçamento dessas duas letras:&. Este sinal é popularmente conhecido como “e comercial”. E em inglês tem o nome de “ampersand”, que vem do and (e em inglês), + per se (do latim por si) = and.

Com o mesmo recurso do entrelaçamento de letras, os copistas criaram o símbolo @ Leia o resto do artigo »

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Os objetivos da nova política industrial

Postado em 23 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

 VALOR

*Cristiano Romero

O governo federal aguarda apenas a aprovação do Orçamento de 2008 para anunciar uma nova política industrial, a segunda em cinco anos. As principais ações dependem da disponibilidade de caixa do Tesouro Nacional em 2008, portanto, somente após a definição dos cortes orçamentários os técnicos saberão com quanto poderão contar. Uma das medidas em análise é a desoneração da folha de pessoal, uma antiga reivindicação do setor privado.

O pacote ainda está em gestação, mas, segundo apurou esta coluna, beneficiará praticamente todos os setores da indústria, além de alguns segmentos de serviços. Ao contrário da política posta em prática em 2004, quando o governo escolheu quatro setores (fármacos, software, bens de capital e semicondutores) como prioritários, dessa vez os incentivos terão um caráter mais sistêmico. A idéia é estimular o progresso técnico e a inovação, independentemente do setor. Leia o resto do artigo »

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Márcio Pochmann: Antigüidade como impulso à formação, inovação e produtividade

Postado em 23 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

VALOR

* Márcio Pochmann

Um dos principais eixos estruturantes da reorganização do trabalho na nova economia do conhecimento encontra-se diretamente associado ao abandono do modelo taylorista de supervisão direta das atividades laborais. Cada vez mais ganham importância a autonomia do trabalhador e as equipes de empregados voltadas à resolução de problemas e à melhora da qualidade dos sistemas de produção.

O crescente envolvimento da mão-de-obra no processo produtivo permitiu ampliar consideravelmente o ganho de produtividade. Leia o resto do artigo »

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Carta a MIRO TEIXEIRA: por uma NOVA LEI DE IMPRENSA, sem remendos casuísticos.

Postado em 23 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Por José Márcio Tavares *

Prezado Deputado,

Estou lhe enviando esta carta, porque concordo que a Lei de Imprensa atual é arcaica e inconstitucional. Então não seria a hora de se discutir uma nova LI completamente reformulada e modernizada?

Mas também não acho correto que a mídia possa condenar sem provas. É errado que os jornalistas acusem cidadãos sem o instituto do contraditório e da presunção da inocência.

O senhor como deputado, jornalista e advogado tem, na minha opinião, obrigação de trabalhar por uma lei que controle os excessos da imprensa. Do contrário, vai passar a impressão de que o senhor foi apenas corporativista. Ou, pior, que tentou bajular as corporações de mídia e, de quebra, ter mais espaço em seus veículos de “informação”. Afinal, o senhor tem tudo para mudar a situação sem pedir auxílio de outro poder da república. O que houve, na minha opinião, foi mais uma intervenção do Judiciário na vida política do Brasil. O pior é que, desta vez, o senhor me perdoe a sinceridade, provocada por um parlamentar que eu sempre considerei honrado e progressista.

A decisão do STF, apesar de correta do ponto de vista constitucional, foi claramente casuística porque seu intuito foi o de barrar os processos movidos por membros da Igreja Universal Leia o resto do artigo »

Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, José Marcio Tavares, Política Brasileira | Sem Comentários »