Postado em 21 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Cora Rónai :
“O Nassif está metido em jornalismo de cachorro grande e eu, como é público e notório, só escrevo sobre gato.
Ele há de ter suas razões, imperceptíveis à minha ingenuidade. Leia o resto do artigo »
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Postado em 21 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Fonte: Focus – BC (21 de fevereiro de 2008).
O relatório de mercado do BC brasileiro menciona que: “Enquanto no ano 2000 as reservas representavam apenas 15,2% do total da dívida externa do país, ao final de 2007 esse grau de cobertura já atingia 91,2%. Na comparação com a dívida de curto prazo por vencimento residual, as reservas, que em 2000 representavam 60,4% daquele total, já representavam, ao final de 2007, quase o triplo dos compromissos anuais projetados”.
Se o mundo enfrenta os dilemas da crise norte-americana, por que não seguir as recomendações keynesianas do senhor Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do FMI? O PAC e os serviços públicos tão carentes de investimentos agradeceriam muito.
bacen1sustentabilidade-externa.pdf
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Postado em 21 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho (Meus artigos) do Blog do Jefferson
O blog do Pedro Doria postou um texto interessante sobre o caso Nassif / Veja. É uma batalha que está longe de um fim. Na verdade, devemos estar apenas no começo. Há uma insatisfação muito grande do público que consome informação com relação ao conteúdo das revistas e jornais. Ao desvendar os meandros que cercam matérias jornalísticas da revista Veja, Nassif acaba dando razão àqueles que entendem ser direito dos leitores que os veículos de comunicação forneçam informação de qualidade e neutra. O público que consome informação sai ganhando.
A revista Veja tem todo o direito de ter uma orientação editorial à direita. Da mesma forma que a Carta Capital deve ser respeitada por ser identificada de esquerda. Evidentemente, não dá para pedir que aqueles com posições mais à esquerda gostem da revista Veja. E nem que aqueles que têm posições à direita moram de amor pela Carta Capital. A democracia sabe conviver com a divergência. Não é o fim do mundo.
A discussão em torno da disputa Nassif / Veja tem um enfoque diferente. As razões do Nassif para se meter numa briga com a Veja não é importante. A questão é o tipo de jornalismo produzido. A divergência é saudável. Porém, em nome dela não devemos tolerar abusos ou desvios dos meios de comunicação. Não estão à margem da lei. Devem respeitá-las como os demais cidadãos e instituições.
Já falei bastante, segue o post publicado pelo Pedro Doria.
Do Blog Pedro Doria
Algo de muito importante está acontecendo na blogosfera brasileira desde que Luis Nassif começou a publicar suas reportagens a respeito da revista Veja: a conversa mudou de patamar. Das picuinhas habituais entre blogs de esquerda e de direita, entrou no bate-boca algo novo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 21 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Há anos não me sinto bem com a forma com que a Veja trata as notícias. Extremamente manipuladora e agressiva. Defende o que há de pior. Ataca indiscriminadamente e sem o direito a defesa. Por isso vejo com bons olhos a coragem que o Nassif teve de peitar o maior grupo editorial do continente. Não posso deixar de tentar dar meu pequeno apoio pessoal.
Abaixo segue um artigo do Diogo Mainardi da Veja criticando duramente o Nassif. Há mais de 2 anos atrás. Descreve pela perspectiva dele a Genêse de toda essa história. No meio do artigo estou fazendo comentários em itálico e entre parênteses.
Sábado, Agosto 20, 2005
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Postado em 21 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
OBAMA VENCE HILLARY PELA DÉCIMA VEZ CONSECUTIVA
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O senador Barack Obama venceu sua adversária, a senadora Hillary Clinton, nas primárias do estado de Wisconsin, por uma diferença 17% (58% a 41%). Com esta vitória, Obama amplia sua vantagem e conquista o décimo sucesso consecutivo nas prévias que definem o candidato à Casa Branca pelo Partido Democrata.
Hillary iniciou a campanha como favorita, mas tem sido desbancada pelo rival. Obama adotou um discurso mais agressivo e progressista. O senador foi contra a invasão norte-americana no Iraque desde o início e defende a retirada imediata das tropas norte-americanas daquele país.
Já Hillary aposta num discurso baseado na experiência e numa suposta superioridade gerencial (seria a síndrome tucana?). Além disso, a ex-primeira-dama tem insistido em apresentar uma solução para a crise econômica dos EUA. Entretanto, sabemos que o FED (Federal Reserve Bank, ou Banco Central dos EUA) tem autonomia em relação ao Executivo. Desta forma, a capacidade discricionária do Presidente pode ser limitada para a solução da grave crise do mercado imobiliário norte-americano.
Finalmente, a contenda ainda não está decidida. Hillary espera reverter os maus resultados em Ohio, no Texas e na Pensilvânia. Caso isso, ocorra, a decisão dos delegados pode ser procrastinada para a convenção Democrata. Caso contrário, Hillary pode estar assinando sua sentença de morte nesta disputa.
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Postado em 21 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

A polêmica entre a Igreja Universal do Reino de Deus e os jornais Folha de S. Paulo, A Tarde, O Globo e Extra é assunto espinhoso. Os fiéis da igreja entraram com ações na justiça em todo o país questionando reportagens dos veículos que supostamente empregaram tons ofensivos e preconceituosos, além de fazerem acusações sem provas. Desconheço o teor das reportagens, mas trata-se de um direito legítimo, garantido pela Constituição.
A liberdade de imprensa é um daqueles pilares que sustentam a democracia. Em notas, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) condenaram as ações judiciais de fiéis da Universal. O argumento é que as ações buscam intimidar jornalistas e jornais, usando o Poder Judiciário contra a liberdade de imprensa, o livre exercício do jornalismo e o direito do cidadão à informação. É, nesse caso, o argumento não é bom. Leia o resto do artigo »
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