Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Fonte: Jornal O Dia de 19 de fevereiro de 2008
Rio de Janeiro – A presença diária de 200 homens do Exército
no Morro da Providência, no centro da cidade do Rio, foi suficiente para expulsar os traficantes que dominavam a comunidade. O que restou do grupo se resume a poucas pixações nas paredes das casas ou as iniciais da facção gravadas nas escadarias. A expulsão dos criminosos é reconhecida pelos militares e pode ser constatada em uma caminhada pelos becos da comunidade, que não apresentam olheiros ou soldados armados do tráfico. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
por Natalia Viana, de Londres para a Revista Caros Amigos
Passado o carnaval, é hora de encarar 2008, ano em que a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 60 anos. E o Brasil já entra na comemoração com um puxão de orelha: segundo relatório lançado pela organização internacional Human Rights Watch, a impunidade segue sendo o principal combustível das violações aos direitos humanos no país. O relatório diz ainda que o governo federal até tem ações em defesa dos direitos humanos, mas falha em não “apontar os responsáveis”.
O ministro da Justiça, Tarso Genro, protestou, disse que é “óbvio” que há impunidade, mas que a coisa está mudando. Apesar da cara feia, o veredito da HRW é claro: o governo Lula, já no seu segundo mandato, não faz o suficiente para mudar esse quadro.
Se a impunidade reina, ela é ainda mais grave no caso dos assassinatos políticos de hoje em dia. A cada ano, centenas de militantes dos direitos humanos são vítimas de violência – muitos acabam assassinados – por estarem lutando por direitos expressos na Constituição. Infelizmente, ao permitir que essa rotina siga impune, nosso governo permite que a democracia brasileira continue sendo decidida a bala. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Delfim Neto
VALOR – 19/02/2008
Em meados de 1961, o general Chung Hee Park assumiu o controle da junta militar coreana que havia deposto o governo eleito. Em seguida elegeu-se três vezes (1963, 1967 e 1971). Acabou assassinado num golpe de Estado em 1979. O regime político na Coréia do Sul continuou fechado até 1988, quando se instalou a “Sexta República” como uma democracia multipartidária. No Brasil, entre 1970/72, a economia crescia à taxa de 11,2%, a inflação havia caído de 19,3% para 15,7% e as exportações cresciam à taxa anual de 20,7%. O vetor portador do crescimento tinha três componentes: 1) um vigoroso mercado interno; 2) um obsessivo programa industrial-exportador; e 3) um forte suporte creditício e tecnológico ao setor agrícola. A base macroeconômica dessa política foi a ampla reforma feita na organização nacional entre 1964/67.
Em 1972, um amigo, em cujo depoimento confio absolutamente, teve uma longa conversa com o general Park, recém-reeleito. Este conhecia a experiência brasileira e a considerava pouco ambiciosa. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
I Encontro Internacional da Associação Keynesiana Brasileira
“Estratégia Keynesiana de Desenvolvimento para Brasil e América Latina”
Período: 16 a 18 de abril de 2008
Local: Instituto de Economia – IE/UNICAMP
Arquivo em .pdf, clique aqui para ler mais >>
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Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Por Mansueto Almeida
VALOR – 18/02/2008
á cerca de um ano, no dia 03 de janeiro de 2007, a presidência da República publicava a Lei Complementar (LCP) nº 125 que recriava a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste – Sudene. Passado mais de um ano da publicação dessa lei e apesar da recente nomeação do engenheiro Paulo Sérgio de Noronha Fontana para o cargo de Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Bruno Galvão
Luís Nassif tem feito acusações sérias contra a Veja (clique aqui). O Grupo Abril sempre tão agressivo, agora está na defensiva. E vejam vocês, quem eles utilizam como álibi de que nunca usaram de calúnia? O PT. Aquele partido que juntamente com o Lula foram diversas vezes caluniados. Aliás, qualquer pessoa que não concorde com as posições políticas dos tucanos pode ser chamada de petralha (a mistura de petista com irmãos metralhas). O que afinal é comparar todas as pessoas que possam ter uma posição favorável ao Lula aos irmãos metralhas? Mas, a estratégia idiota do PT e, principalmente do Lula, de evitar o confronto com as forças conservadoras está sendo cobrada a fatura de novo. Na época do acidente da TAM o Lula foi chamado de assassino diversas vezes e não processou ninguém. Infelizmente, devido à força do dinheiro do Grupo Abril e possivelmente do banqueiro Daniel Dantas e ao conservadorismo de muitos juízes brasileiros, o Luis Nassif corre o risco de ser processado, CALADO e ter a PUBLICAÇÃO de seu LIVRO PROIBIDA por levantar acusações importantes. Leia o resto do artigo »
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Cibelle Bouças
VALOR – 19/02/2008
Capacitar mão-de-obra, investir em pesquisa, ampliar o programa de compras públicas do governo. Essas são algumas das demandas aventadas pelas indústrias paulistas para melhorar sua competitividade.
Nesta semana, empresários, pesquisadores e representantes do governo reúnem-se na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) para criar uma agenda de prioridades com vistas ao aumento de eficiência do setor. Leia o resto do artigo »
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Monitor Mercantil de 18/02/08
Paulo Metri *
A flexibilização da linguagem caminhou junto com a flexibilização da moral e do caráter. Quando alguém quer fazer algo errado e amoral, nesse pouquíssimo admirável mundo novo, utiliza a flexibilização semântica para transfigurar o seu ato danoso. Por exemplo, neoliberais queriam acabar o monopólio estatal do petróleo, mas não podiam dizer isso abertamente, pois se tinha medo que a fala honesta trouxesse rejeições, em virtude do povo gostar do monopólio. Assim, a emenda constitucional no 9 e o projeto de lei do petróleo (hoje, lei 9478) foram aprovados, dizendo-se que flexibilizariam o monopólio, quando, na verdade, o acabavam.
Como não existe mulher meio grávida e não existe mais purgatório, só céu e inferno, não existe monopólio flexibilizado. Mas, o ministro Eros Grau, utilizando o “juridiquês” que o permite justificar qualquer coisa para os comuns, criou um raciocínio gongórico para dizer, salvo engano, até porque o “juridiquês” era muito violento, que existe um monopólio de atividades e outro dos produtos e, no caso do petróleo, a União detém o primeiro, podendo exercê-lo utilizando a contratação de empresas, mas o segundo não seria detido pela União. Mas, os professores de economia, que não têm a mesma flexibilidade, precisam explicar como, no Brasil, as atividades do setor do petróleo compõem um monopólio da União e, hoje, a Shell e a Petrobrás produzem e vedem petróleo brasileiro e, brevemente, teremos outras empresas fazendo o mesmo. Leia o resto do artigo »
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