Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Bruno Galvão
Até quando a Grande Imprensa (Globo, Grupo Abril, Folha e Estadão) irão ignorar as denúncias do Nassif à Veja?
Será que não dá para disfarçar nem um pouquinho a cartelização da imprensa?
Será que não dá para ao menos despistar que não é tudo combinado entre eles?
Será que a Grande Imprensa acha que não sabemos que todos nas redações estão a par das denúncias?
Irão esconder para sempre do mesmo modo que fizeram com o filho do ex-presidente FHC?
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Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Em um artigo de dezembro passado escrevemos um artigo dizendo que o Brasil é o país que pode fazer a diferença para tirar o planeta de inércia e colocar em prática políticas efetivas de combate ao efeito estufa (clique aqui para ler).
Agora é a vez do Banco Mundial colocar o Brasil nesta posição…
O BRASIL É PARTE DA SOLUÇÃO
Por Pamela Cox
vice-presidente do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe. Leia o resto do artigo »
Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Gustavo Santos, Internacional | Sem Comentários »
Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
A avaliação do governo Lula é a maior desde 2003. O índice daqueles que consideram o governo ótimo e bom sobe de 46,5% para 52,7% em janeiro. Esse percentual chega a 85,2% de brasileiros quando se considera ótimo, bom e regular. Além disso, a aprovação pessoal do presidente cresce para 66,8% de ótimo e bom. Em contraste, apenas 13,7% dos brasileiros consideram o governo ruim ou péssimo. Houve um significativo crescimento na avaliação do governo e do presidente Lula. Os programas sociais e a melhoria na economia explicam a aprovação do Lula e de seu governo. Além disso, o discurso de fácil assimilação com a população do presidente Lula contribui para uma melhor avaliação junto às camadas de renda mais baixa.
A crise da febre amarela (uma epidemia que não houve) e as denúncias de mau uso dos cartões corporativos não foram capazes de atingir a aprovação ao governo Lula, que continua em alta. Mas a maioria dos entrevistados acredita que os cartões corporativos afetam a imagem do presidente Lula. A questão é que a população avalia o governo em seu conjunto, o que explica a elevação da popularidade mesmo em momentos de intensa agenda negativa na imprensa. Leia o resto do artigo »
Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | 15 Comentários »
Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
FOLHA DE SÃO PAULO – 18.02.08
Da Reportagem Local
Na virada do mês, a Marcopolo lançou, em parceria com a Tata Motors, o primeiro ônibus criado especialmente para o mercado indiano. É no país asiático que inaugurou sua mais recente fábrica e onde deverá abrir, em 2009, a maior unidade do setor no mundo. Serão 5.000 funcionários, produzindo 25 mil ônibus ao ano.
Em 2008, a empresa também pretende inaugurar outra fábrica na Rússia. Rubens de la Rosa, presidente da Marcopolo, diz que a empresa entrou numa segunda fase de internacionalização, a qual foi levada graças à valorização cambial. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
LONDRES (AFP) – O ministro britânico das Finanças,
Alistair Darling, anunciou neste domingo que o banco
Northern Rock, que passa por uma grave crise, entrará
em um “período temporário de propriedade pública”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Roberto Rodrigues
Folha de S. Paulo
16/2/2008
Os produtores aumentarão as áreas de plantio e, em poucos anos, o equilíbrio entre oferta e procura será restabelecido
OS PREÇOS agrícolas estão bem mais altos em 2008 do que na média dos últimos anos (2004/2006), quando a crise brasileira no setor rural foi enorme.
Alguns economistas afirmam que atingimos um novo patamar de preços das principais commodities agrícolas, e há até noticiário na imprensa mundial dizendo que “acabou a comida barata”. Não é primeira vez que se especula dessa maneira sobre a variação dos preços.
Há um desequilíbrio entre a oferta e a demanda de alimentos provocado por vários fatores: por um lado, houve um espetacular crescimento da demanda, determinado pelo aumento de renda dos consumidores dos países em desenvolvimento; e, por outro, a oferta caiu Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Relatório de mercado do BC brasileiro prevê déficits em conta corrente para 2008 e 2009, além de crescimento econômico inferior ao de 2007. Certamente algo muito constrangedor para os mais ardorosos defensores do PAC, um conjunto desarticulado de obras públicas que combina o atendimento de demandas políticas locais com importantes projetos de infra-estrutura, como é o caso da ferrovia transnordestina.
A taxa Selic, por sua vez, deverá ser mantida na casa dos dois dígitos. Câmbio apreciado e a contenção das expansões das forças produtivas e do trabalho formal serão provavelmente as conseqüências vividas no Brasil.
bacen-focus-15-02-08.pdf
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Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O deputado José Aníbal (PSDB-SP) afirmou, em entrevista ao Estado de São Paulo (clique aqui para ler a entrevista), que o governo federal gasta mal seus recursos. Ora, o que os tucanos entendem de qualidade de gastos? Até onde sabemos, os tucanos entregaram algo em torno de 10% do PIB ao ano para a classe rentista, sob a rubrica juros da dívida.
O fato é que esta retórica oca tem impacto significativo na classe média. O discurso pseudo-gerencial está na moda, mas sofreu um duro golpe em 2006, quando Lula venceu o então candidato Geraldo Alckmin de forma esmagadora. Os tucanos deveriam vir a público explicar o que significa exatamente a gestão eficaz dos gastos públicos.
Seria privatizar a Vale por uma ínfima parte do seu valor? Seria manter a maior taxa real de juros do mundo, com as sabidas conseqüências fiscais? Seria cortar gastos em áreas essenciais como Saúde e Educação? Ou seria terceirizar funções públicas, contribuindo para a precarização das relações de trabalho? Não que o governo Lula seja um exemplo de qualidade de gastos, mas certamente os tucanos não têm autoridade moral para levantar esta bandeira.
Clique aqui para ler nosso manifesto.
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