Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Rogério L. Furquim Werneck
O Estado de S. Paulo
8/2/2008
No artigo de 25/1 externei preocupações com a forma com que o governo vem lidando com a crise energética. O que preocupa não é só que o presidente se disponha a entregar ao PMDB o Ministério de Minas e Energia. É também preocupante que a alternativa à entrega do setor ao PMDB seja deixar a gestão da crise nas mãos da mesma equipe que, liderada pela ministra Dilma Rousseff, engendrou o precário quadro de oferta de energia que hoje se tem no País. Este segundo aspecto merece argumentação mais detalhada. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
O Estado de S. Paulo
3/2/2008
Lu Aiko Otta
Para o economista, existe convergência no governo sobre investimentos para o País crescer, mas Banco Central tem outra visão
Pisar no freio ou no acelerador. Essas são as opções que se colocam para o País diante da crise que deve levar a economia mundial a crescer menos, segundo avalia o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann. Leia o resto do artigo »
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Dinheiro – Economia 08/02/2008
O continente cresce acima da média dos emergentes, atrai investimentos e muitas empresas brasileiras estão atentas ao despertar desse grande mercado
LANA PINHEIRO
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PORTO EM DJIBUTI: brasileiros e africanos aproveitam a identificacão cultural e linguística para viabilizar megaprojetos de infra-estrutura na África
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A região não costuma estar no radar de grandes bancos de investimentos nem pertence ao BRIC, bloco criado pela Goldman Sachs para indicar os países emergentes mais promissores – entre eles, o Brasil. Muitas vezes, é lembrada apenas por epidemias, guerras civis ou massacres étnicos. Só que essa é a velha África, historicamente marginalizada pelo Ocidente. Há uma outra que se desenvolve num ritmo alucinante, sendo liderada por Angola, que cresceu 25% em 2007. Na média, o PIB da África vem avançando cerca de 5% ao ano, desde 2004. As exportações, puxadas por minérios e petróleo, têm crescido 28% ao ano e vários países, com fartos superávits comerciais, estão colocando em marcha grandes programas de investimento na área de infra-estrutura. As empresas brasileiras, naturalmente, estão atentas ao despertar da África. Na semana passada, executivos da Camargo Corrêa estavam em Moçambique finalizando o contrato para a construção de uma das maiores usinas hidrelétricas da região, a Mphanda Nkuwa, um projeto orçado em US$ 3,2 bilhões. Leia o resto do artigo »
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A subcontratação de trabalhadores por empresas com sede em outros países, a chamada terceirização transnacional, impõe o “padrão de emprego asiático”, marcado pela alta rotatividade, baixa remuneração e longa jornada de trabalho. A análise consta da pesquisa A Transnacionalização da Terceirização na Contratação do Trabalho, apresentada pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann.
O fenômeno da terceirização transnacional vem se expandindo e tende a aumentar, principalmente no setor de prestação de serviços, segundo o estudo. A pesquisa cita organizações como a Nike, fabricante de artigos esportivos. Dos 600 mil trabalhadores da empresa em 51 países, apenas 24 mil são diretamente contratados – quase 95% de terceirização.
A estimativa, segundo o estudo de Pochmann, é que 6,7 milhões de novas ocupações anuais sejam criadas pela terceirização transnacional nos próximos dez anos. No entanto, uma tendência da terceirização transnacional que está se consolidando é a redução dos custos trabalhistas, que resulta na informalidade e na falta de cobertura previdenciária dos empregados.
Na avaliação de Pochmann, a subcontratação internacional influencia significativamente o padrão de remuneração da mão-de-obra, pressiona os custos de contratação e de proteção dos riscos do exercício do trabalho. “Esse tipo de terceirização da mão-de-obra não se apresenta como imperativo de modernização das condições gerais da produção no início do século 21. Pelo contrário, pode assemelhar-se, guardadas as proporções, ao retrocesso das conquistas alcançadas até o momento”, aponta.
O estudo sugere o fortalecimento da regulação pública nas questões trabalhistas não apenas dentro de cada país, mas em nível internacional. “O sindicalismo opera como se as economias mantivessem a atuação quase exclusiva no espaço nacional e termina por fragilizar ainda mais a função da barganha coletiva junto aos empregadores patronais”, avalia Pochmann.
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www.dci.com.br
08/02/08 – 00:00 > POLÍTICA ECONÔMICA
As estatais brasileiras investiram menos do que o previsto em 2007, apesar das necessidades de aportes para o crescimento da economia. De acordo com execução orçamentária elaborada pelo Ministério do Planejamento e publicada no Diário Oficial , 72 empresas ligadas ao governo federal foram autorizadas pela Lei Orçamentária a investir R$ 53,2 bilhões em 435 projetos e 261 atividades ligadas Leia o resto do artigo »
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www.viomundo.com.br
Atualizado em 06 de fevereiro de 2008 às 21:31 | Publicado em 05 de fevereiro de 2008 às 21:04
O texto abaixo nasceu de uma troca de mensagens que tive com a jornalista Conceição Lemes. Tanto quanto eu, ela ficou alarmada com o tratamento irresponsável que a mídia brasileira deu à epidemia de febre amarela, tão real quanto as armas de destruição em massa que até hoje são procuradas no Iraque. Dessa troca de mensagens nasceu a idéia de produzir um texto com o objetivo de fazer o que muitos não fizeram: bem informar o público. Por isso, convoco todos os leitores a disseminá-lo. E todos os blogueiros a reproduzí-lo. Quem quiser, imprima o texto. Leia o resto do artigo »
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Bruno Galvão *
As recomendações econômicas para o Brasil são as mesmas há mais de 20 anos: “responsabilidade” fiscal, banco central exclusivamente preocupado com inflação, reformas liberalizantes, abertura comercial e financeira, privatização e diminuição do tamanho do Estado. Desde os fins dos anos 80, a equipe econômica acredita e executa esse tipo de política. Desde 1990, o Banco Central com a desculpa de estar preocupado exclusivamente com a inflação mantém as taxas de juros reais mais altas do mundo. O Brasil praticou uma radical e unilateral abertura comercial e financeira. Diversas reformas foram realizadas. Em quase todos os anos entre 1990 e 2007 o Brasil manteve substanciais superávits primários. O resultado é conhecido: aumento do desemprego, perda da competitividade brasileira, deterioração da infra-estrutura e crescimento muito abaixo da média dos outros emergentes. Em 1980, o Brasil tinha quase 11% do PIB do mundo subdesenvolvido. Em 2008, esse valor deve ser inferior a 5,5%. Essa mudança ocorreu basicamente após 1990, quando essa sugestão de políticas fiscais e monetárias restritivas, reformas e políticas de modernização da economia foram implementadas.
E, de novo, continuamos ouvindo o mesmo discurso. Hoje, o Blog do Nassif apresenta uma sugestão do FT para o Brasil. Continuam a mesma: gastos mais sábios do governo, estímulos ao setor privado, aumento da produtividade, reforma fiscal e trabalhista. Eu espero que todas as empresas buscam aumentar sua produtividade e não acredito que esse tipo de conselho possa vir a mudar a atitude das empresas. O que seria estímulo ao setor privado? Redução ainda maior do setor público? É um engano acreditar que Estado forte atrapalha o desenvolvimento de empresas desenvolvidas. Ao contrário, as principais empresas do mundo estão em países com Estado forte, como os dos EUA, França, Coréia, China e Japão. Estados fracos são os da África e da América Central. Aliás, república de banana significa isso: qualquer empresa multinacional derruba ou manipula os governos. Mas, ouvimos todos os dias na imprensa que Estado forte é sinônimo de subdesenvolvimento…. Será? Leia o resto do artigo »
Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Bruno Galvão, Desenvolvimento, ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Internacional, Pleno Emprego, Política Brasileira, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 5 Comentários »
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