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Blog do Desemprego Zero

Archive for fevereiro 11th, 2008

DAVI X GOLIAS 2º round: VEJA resolve processar NASSIF, mas não nega as denúncias. Muito suspeito…

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Eurípedes Alcântara e Lauro Jardim entram na Justiça contra Luís Nassif

Carla Soares Martin

O diretor de redação, Eurípedes Alcântara, e o editor especial, Lauro Jardim, da revista Veja, entrarão nesta semana com ações civis na Justiça de São Paulo por danos morais contra o jornalista Luís Nassif. O dono da Agência Dinheiro Vivo publica em seu blog uma série de acusações contra a Veja.

Serão quatro ações no total: duas de Alcântara contra o jornalista e o portal que hospeda seu blog, o iG, cujo mantenedor é a Brasil Telecom, e outras duas de Jardim também contra Nassif e o iG. Leia o resto do artigo »

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BARBÁRIE e AUTORITARISMO no Interior de Minas

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Comunicação do Jornal Recomeço

A sentença do processo contra a editora do jornal Recomeço: CONDENADA!

“- Cumprimento de pena privativa de liberdade aplicada seja feito, inicialmente, no regime aberto. (Como é primária) substituo a pena privativa de liberdade por uma restririva de direitos (Código Penal, art. 44, 2º) consistente em prestação pecuniária no valor de dois salários-mínimos. – Lance-se o nome da ré no rol dos culpados. – Preencha-se o boletim individual da acusada, remetendo-se ao instituto de Identificação e criminalística do estado de Minas Gerais. – Após o trânsito em julgado da presente, oficie-se ao TRE/Cartório Eleitoral, com vistas ao cumprimento do artigo 15, Inciso lll, da Constituição Federal, fazendo-se constar do mesmo ofício que o tipo penal se subsume nas hipótese da inelegibilidade de que trata a alínea “e”, do inciso l, do artigo 1º, da Lei Complementar nº 64/1.990. Anote-se ainda, no ofício, a qualificação completa da SENTENCIADA e se encaminhe, com o mesmo, uma cópia da presente sentença.”

No final de 2006, informei aos meus leitores que estava sendo processada pelo juiz da Execução Penal de Leopoldina, acusada de difamação por ter escrito um editorial no qual eu expunha as condições desumanas da cadeia de Leopoldina (onde nada mudou). Vários amigos se manifestaram e alguns sites e blogs publicaram a notícia. A professora Maria Helena Zamora escreveu o artigo “Glória e o Recomeço” no site La Insignia, no qual manifestou sua indignação sobre o fato. Encontrei apoio também da advogada Vera Vassouras ( Aqui) e outras pessoas sensibilizadas, que divulgaram a notícia na internet.
Acredito que as pessoas, assim como eu mesma, no início, não acreditavam que isso fosse adiante. Afinal o que mais se fala neste país é sobre os milhões de processos do Judiciário, de juízes ocupadíssimos, da necessidade de se concentrar na questão urgente da violência urbana que assola o cotidiano do povo brasileiro.

Era inacreditável que um juiz de direito fosse se ocupar com um jornalzinho alternativo, de 200 exemplares, distribuidos numa cidadezinha no interior de Minas Gerais e, principalmente, que só visa contribuir para humanizar o sistema penal e atenuar o caos carcerário em nosso país. Coisa de sonhadores! Ledo engano o nosso, eu e meus ingênuos leitores!

Eles, em bloco, o juiz acusador, o promotor de justiça e a juíza que julgou, vieram com toda sanha e determinação. Não importava a minha inocência, queriam a minha cabeça, daquela mulher “incômoda e perigosa” que publicava no jornal a radiografia da masmorra prisional, pela qual eles são as autoridades responsáveis.
Como na ditadura, houve interrogatório policial Leia o resto do artigo »

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PAC…iência?

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Fonte: Valor Econômico (06/02/2008)

David Kupfer é professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do Grupo de Indústria e Competitividade (GIC-IE/UFRJ. Escreve mensalmente às quartas-feiras. www.ie.ufrj.br/gic E-mail: gic@ie.ufrj.br) 

Por razões que vão desde o aquecimento do mercado interno, que animou as empresas a ampliarem as fábricas, à apreciação cambial, que barateou o preço dos equipamentos, o ano de 2007 foi extremamente positivo para a formação de capital na economia brasileira. As estimativas dão conta de que, para um avanço do PIB da ordem de 5,2%, o investimento total terá crescido 12%, puxado pela expansão de 19,5% da produção e de 35% das importações de bens de capital, e também pelo desempenho recorde da construção residencial. No entanto, esse dinamismo do investimento não parece estender-se aos setores da infra-estrutura física, mesmo tendo sido eles o eixo central do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, principal iniciativa econômica do governo no ano recém-encerrado. 

Lançado há um ano como reflexo da generalização do consenso sobre a urgência em se recuperar e ampliar a infra-estrutura física do país, o PAC previa a aplicação de R$ 503,9 bilhões nas áreas de energia, transporte, habitação, saneamento e recursos hídricos entre 2007 e 2010. Desse valor, R$ 68 bilhões devem vir diretamente do orçamento da União, enquanto os recursos restantes devem ser alocados por empresas estatais (R$ 219 bilhões) e privadas (R$ 216,9 bilhões). No entanto, em termos concretos, de acordo com o balanço do primeiro ano publicado pelo governo, dos R$ 16,5 bilhões de recursos do orçamento que deveriam ter sido gastos em 2007, apenas R$ 5,4 bilhões – menos de um terço do previsto – foram efetivamente desembolsados. Quanto aos investimentos empresariais, não há ainda uma contabilidade que permita aferir o ritmo com que contribuíram para as obras de infra-estrutura ao longo de 2007. Um indicador sugestivo de que, também nas empresas, houve uma assimetria entre o comportamento do investimento total e em infra-estrutura é dado pela estatística de ingresso de investimentos externos diretos: para uma entrada total de capital externo para investimentos em 2007 de US$ 34,3 bilhões, recorde histórico, a parcela destinada aos setores de infra-estrutura limitou-se a cerca de US$ 3 bilhões, valor 32,5% abaixo do verificado em 2006 e que constitui o pior resultado observado nessa série desde 1996. Leia o resto do artigo »

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Crescer sem inflação, na visão heterodoxa

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Alex Ribeiro é repórter em Brasília

Valor Econômico
11/02/2008

Será publicado, em livro editado pelo Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), um interessante
estudo do secretário de Acompanhamento Econômico do
Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, que mostra o
quão enganoso é calibrar a política de juros com base
no chamado hiato do produto, indicador que mede o
limite para a economia crescer sem acelerar a
inflação. Leia o resto do artigo »

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HOUVE MUITO DINHEIRO DA CIA PARA FHC !

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Fonte: SEBASTIÃO NERY da Tribuna da Imprensa

“Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap”.

Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro “Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível”, da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O “inverno do ano de 1969″ era fevereiro de 69. Leia o resto do artigo »

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Conceição volta a rugir

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

A professora Maria da Conceição Tavares volta a conversar com o presidente Lula e adverte que o Brasil cometerá um erro crasso se vier a subir os juros diante da crise americana.

Fonte: IstoÉ Dinheiro (08/02/2008)

A aguerrida professora Maria da Conceição Tavares completará 78 anos no dia 30 de abril, está afastada da vida pública, mas nem de longe aposentou seu raciocínio cortante como uma faca. Não só se mantém atenta a tudo que acontece com a economia brasileira como dá sua opinião sempre que surge uma oportunidade. Foi o que fez no dia 31 de janeiro, quando aproveitou rápida passagem por Brasília para agendar uma visita ao presidente Lula. “Encontrei-o com uma cara ótima e de bem com a vida. Pareceu-me tranqüilo com a economia”, disse ela à DINHEIRO, na véspera do Carnaval. Conceição gostou do que viu e saiu do Palácio do Planalto confiante de que o governo não vai recuar no ritmo de seus investimentos. “Não estou pessimista. Gostei de ver os investimentos em infra-estrutura. O PAC vai muito bem, nas mãos competentes dessa menina Dilma Rousseff.” Leia o resto do artigo »

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A ECONOMIA MUNDIAL E O PESSIMISMO DO G7

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

 A ECONOMIA MUNDIAL E O PESSIMISMO DO G7

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O encontro dos ministros da Economia do G7 em Tóquio foi o suficiente para que o mundo se dê conta de que mesmo as grandes potências não têm tanta convicção do caráter passageiro das conseqüências da crise imobiliária nos EUA.

Segundo analistas, apenas uma ação econômica coordenada pode ajudar a reverter a profundidade da crise. De fato, a extensão da crise só será conhecida na medida em que as instituições financeiras apresentarem as perdas nos seus balanços decorrentes de operações de crédito no mercado subprime.

Além disso, a própria atuação do FED (Federal Reserve Bank) tem limites, especialmente num ambiente de liberalização da conta financeira. Neste contexto, a correlação de forças entre a autoridade monetária e o mercado pende para o segundo pólo. Portanto, mesmo o esforço dos Bancos Centrais pode ser inócuo, caso a percepção das grandes instituições financeiras as levem a enxugar a liquidez para os investimentos. Neste caso, o desastre pode ser inevitável.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Barack Obama vence Hillary Clinton nas primárias após a superterça

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

As primeiras primárias após a superterça confirmaram a curva ascendente do candidato Barack Obama. Neste sábado, eleitores de 04 (quatro) estados escolherem os candidatos democratas nas primárias. Em Nebraska, Obama venceu Hillary com 68% dos votos, contra 31% da adversária. Também em Washington, Obama teve 68% dos votos, contra 32% de Hillary. Em Louisiana, a vitória de Obama foi de 55% contra 38% da adversária. Nas Ilhas Virgens, Obama teve quase 90% dos votos, e levou os três delegados do pequeno arquipélago.

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Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Internacional, Jefferson Milton Marinho | 1 Comentário »