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Blog do Desemprego Zero

Archive for fevereiro 1st, 2008

CAMPANHA: MV Bill para a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

no lugar da Ministra Matilde Ribeiro 

A escolha de ministros é uma prerrogativa do Presidente da República. A campanha visa convencer o presidente Lula da importância de se colocar nesta pasta alguém com o perfil do MV Bill. Não temos patrocínio de nenhum partido ou corrente política, ONGs ou de algum movimento social. Apenas colocamos o nome do MV Bill pela sua representatividade, seriedade e compromisso demostrados em sua atuação junto a movimentos sociais e outras entidades da sociedade civil.

Já temos o apoio do Blog do Jefferson

AGRADECEMOS PELA DIVULGAÇÃO DE NOSSA CAMPANHA. Temos pouco tempo antes da decisão do Presidente.

Quem apóia OU NÃO a idéia pode deixar um comentário.

Fiquem à vontade para expressar suas opiniões :

Postado em Política Social | 10 Comentários »

Gastos com cartão corporativo derrubam ministra Matilde Ribeiro

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Na tarde desta sexta-feira a ministra Matilde Ribeiro (Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial) anunciou seu desligamento do governo em entrevista coletiva, após reunir-se com o  presidente Lula. O desgaste da ministra tornou-se politicamente incômodo assim que a imprensa publicou seus gastos com cartões corporativos referentes ao ano de 2007. O destaque ficou por conta do pagamento indevido de uma fatura em free shopping e gastos supostamente excessivos com aluguéis de carros. Destaque que entre os ministros que utilizam o cartão, a ministra é recordista nas despesas, somando-se mais de R$ 171 mil.

A ministra assumiu o erro pelo uso incorreto dos cartões corporativos, porém argumentou ter sido mal orientada por dois servidores, que já estariam demitidos. Matilde Ribeiro também disse não estar “arrependida”. Ela leu a carta de demissão entregue ao presidente Lula e respondeu a perguntas dos jornalistas. Leia o resto do artigo »

Postado em Jefferson Milton Marinho, Política Brasileira | 1 Comentário »

A FARRA DA TAPEAÇÃO

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Ao jornalista é exigida graduação em Comunicação Social, porém o cartel da mídia no Brasil parece não trabalhar para a sociedade, mas para o restrito grupo da Casa Grande. Num discretíssimo e minúsculo canto direito do roda-pé na capa de O Globo, lia-se ontem que o déficit nominal brasileiro atingiu o menor índice da história, fechando 2007 em 2,27% do PIB. Para 2008, a previsão é que caia para inacreditáveis (e desnecessários) 1,2%!

Porém, antes de se revoltar contra a má vontade d’O Globo, o leitor deve ponderar que os demais veículos fizeram pior: não deram destaque algum à notícia, que é de matar de inveja Alemanha, França, Estados Unidos e quase todos os países do mundo, emergentes ou não.

Outro fato que merecia destaque é a queda da relação dívida líquida total/PIB para 42,8%, percentual também reduzido se comparado ao resto do mundo. A prioridade, no entanto, continuou sendo o gasto corrente, que subiu (ligeiramente) acima do PIB (6,4%), mesmo tendo a arrecadação crescido duas vezes mais (13,78%).

O Globo pelo menos noticiou que o pregão eletrônico permitiu aos cofres públicos a economia de R$ 3,2 bilhões ano passado, notícia boa para eles, mas um valor evidentemente ridículo quando comparado aos R$ 159 bilhões (6,25% do PIB) torrados com juros no mesmo período.

Para a elite de nossos editores não bastou o Chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, admitir que “o crescimento ajudou a reduzir o déficit público”, determinando a produção de um superávit primário recorde, superior a R$ 100 bilhões, mesmo com a meta tendo sido rebaixada de 4,25% do PIB para 3,8%. A economia para pagar juros (3,98% do PIB) por sinal, já representa quase o dobro do déficit nominal!

Nenhum destaque também para o investimento público, ainda medíocre, mas 15,6% maior que em 2006.  Comentário algum sobre os vilões preferidos, benefícios previdenciários e folha de pagamento, cujas despesas subiram menos que o PIB, menos que a inflação e menos que a arrecadação: 2,3% e 0,8%, respectivamente.

Essa maneira de fazer “jornalismo” explica o bombardeio à nova diretoria do Ipea, cujo pecado é apenas mostrar que o rei rentista continua nu o ano inteiro, não apenas no carnaval.

Porém está cada vez mais difícil empurrar goela abaixo da Senzala a cantilena da gastança e dos marajás para impedir que qualquer governo governe. Restará, então, o culto ao medo da inflação como variável disponível para que os inimigos do Brasil e dos brasileiros continuem a defender o rentismo e a farra cambial. E não é uma ferramenta desprezível quando há itens, como os alimentos, cujos preços podem ser manipulados pelos oligopólios da distribuição.

Rogério Lessa Benemond: Jornalista do Monitor Mercantil, colaborador da revista Rumos do Desenvolvimento. Prêmio Corecon- RJ de jornalismo econômico 2006. Meus Artigos

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A Queda de Braço Orçamentária, por Evilásio Salvador

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

            Anualmente o processo orçamentário é marcado pelas concepções e interesses diferenciados entre o Poder Executivo e o parlamento em relação às receitas tributárias que serão arrecadadas para assegurar as despesas previstas no orçamento. A Lei Orçamentária Anual (LOA) tem por objetivo estimar a receita e prever os gastos, de forma detalhada de acordo com as orientações constantes na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) chega ao Congresso após a conclusão dos trabalhos realizados pela Secretaria de Orçamento Federal que fixa as despesas e identifica as fontes de custeio.

            O Poder Executivo expressa no orçamento os recursos necessários para seus programas prioritários, definidos no Plano Plurianual – PPA, para cumprir as promessas de campanha do presidente vitorioso nas urnas e os gastos obrigatórios previstos na Constituição e na legislação infraconstitucional. Além disso, o orçamento retrata o eixo da política econômica, por exemplo, após 1999, o tamanho do superávit primário a ser realizado e o volume de recursos que será canalizado para pagar juros e amortização da dívida, que consomem cerca de 30% do orçamento.  Por outro lado, ao Legislativo interessa de forma prioritária a aprovação das emendas parlamentares, coletivas e individuais. Sem falar da pressão de governadores de estado, de prefeitos e das empreiteiras com seus próprios interesses no orçamento. O corolário é a busca pela elevação da previsão de receitas a valores acima do apresentado originalmente pelo Poder Executivo, exatamente para cobrir as despesas com as emendas. Leia o resto do artigo »

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Ainda o Semi-árido, por Roberto Malvezzi

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Há uma nova concepção do semi-árido, antagônica ao velho discurso das oligarquias, que traduz o confronto mortal entre dois modelos. A nova concepção do semi-árido – que chamamos de convivência com o semi-árido -começa de seu rico potencial.

Uma das dificuldades maiores no debate sobre a transposição do rio São Francisco é deparar com pessoas que ainda tem uma velha e obsoleta visão do que seja o semi-árido brasileiro. Normalmente essas pessoas repetem argumentos da velha indústria da seca e consideram o semi-árido como uma “região feia, seca, inviável, cujo problema central é a falta de água”. As pessoas repetem a esmo essas afirmações, sem se darem conta que estão apenas repetindo o velho discurso das oligarquias nordestinas, que sempre construíram seu poder a partir da sede e da fome do povo. Por isso, muitos artigos publicados em defesa da transposição não tinham sequer o conhecimento básico sobre o semi-árido para um diálogo construtivo. Leia o resto do artigo »

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Mais comentários sobre a Tapioca

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Bruno Galvão

Para ficar claro a respeito do artigo a Farra da Tapioca, é claro que a corrupção deve ser punida. Uma discussão de corrupção de R$ 8,30  (ou seja, 0,000000001% do orçamento do governo) ter tanto destaque significa que  ou o Estado brasileiro é muito mais honesto do que dizem ou esse moralismo deve estar servindo para encobrir fatos obscuros muito maiores. Na minha opinião, o que ocorre é os dois. A corrupção existe, mas não é tão generalizada quanto dizem as pessoas que querem desmantelar o Estado. Parece-me que esse moralismo estridente serve para encobrir a corrupção dos grandes lobbys junto à mídia. Porque ninguém investiga o Proer da mídia, que foi um financiamento que não havia qualquer justificativa? Porque não se investiga a relação entre os banqueiros e os políticos? O prejuízo com os juros altos é 20.000.000.000 vezes maior do que o preço da tal tapioca. Mas, podem dizer, não há indício de corrupção na manutenção dessa taxa de juros, a despeito de não haver qualquer justificativa técnica para ela. Não é estranho que os ministros e diretores do banco central que propiciaram esses lucros fabulosos estão ganhando centenas de milhões no mercado financeiro ou como “consultores” (ou será prêmio por serviços já prestados?) de bancos? Não é estranho que um dos mais destacados políticos do PSDB, o Paulo Renato, mande um artigo, que se ouvido favorecerá os bancos privados, para a aprovação do presidente do maior banco privado nacional? É, realmente, é melhor cuidarmos de nossas tapiocas.

Leia: Farra da Tapioca

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – São Paulo

Brasil

O assunto que dominou Brasília nesta semana foi a posse do senador maranhense Edson Lobão Filho. Lobão Filho acertou uma saída amistosa do DEM. Para o partido, seria inaceitável manter em seus quadros o filho de um ministro do governo. O senador chega ao Congresso sob acusações de utilização de laranjas para sonegação de impostos, ocultação de sociedade e irregularidades na venda de uma emissora de televisão no interior do Maranhão (clique aqui para ler reportagem da Folha).

Economia

Já a economia se encontra em tempos de turbulências. O FED (Federal Reserve Bank ou Banco Central norte-americano) anunciou nesta semana uma nova redução da taxa de juros básica. Desta vez, os juros foram reduzidos para 3% ao ano (clique aqui para ler mais). O FED, que não é bobo, está receoso quanto à possibilidade de uma recessão na maior economia do mundo, resultante da crise do mercado de crédito imobiliário dos EUA. A autoridade monetária deixou claro que tomará as medidas necessárias para conter a crise, mesmo em detrimento da inflação. Lá as prioridades são outras.

Internacional

O destaque internacional fica para as eleições dos EUA (clique aqui para ler mais). Os pré-candidatos Rudolph Giuliani, do Partido Republicano, e Jonh Edwards, do Partido Democrata, desistiram da disputa, após realização das prévias do estado da Flórida. As atenções agora se voltam para a super-terça, dia no qual 20 estados escolherão seus pré-candidatos. Do lado republicano, a disputa permanece entre o senador Jonh McCain e o ex-governador Mitt Romney. Já a contenda democrata será entre os senadores Hillary Clinton e Barack Obama.

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Reforçar as defesas externas

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Folha de S. Paulo  -  31/1/2008

Paulo Nogueira Batista Jr.

Seria prudente continuar o trabalho de reforço de nossas defesas externas e dos demais indicadores do país

A SEMANA aqui no Fundo Monetário está bastante pesada. Peço desculpas, leitor, por escrever o artigo de hoje às pressas.

Na quinta-feira da semana passada, discuti a gravidade da crise nos Estados Unidos. Leia o resto do artigo »

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