<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: &#8220;Vocês vão ver os modelos que eles vão adotar lá&#8230;&#8221;</title>
	<atom:link href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 05 Oct 2010 14:58:47 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/comment-page-1/#comment-1523</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 15:46:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/18/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/#comment-1523</guid>
		<description>Roberto,
Obrigado pelo esclarecimento.
só quero dizer, que apesar das condições geográficas nos serem amplamente favoráveis, a forma de estruturação do setor elétrico criada pela Eletrobrás, que foi muito bem-sucedida, poderia não ter sido escolhida. Antes da estatização do setor, a gestão era muito ruim e pouco integrada e não favorecida a energia abundante, barata e relativamente limpa.
Como você muito bem diz, hoje se optou por um modelo muito diferente. Quero apenas ressaltar os méritos do antigo sistema público, não acho que ele foi simplesmente um imperativo da geografia. fez o mais racional, mas poderia ter sido diferente. Hoje por exemplo não tem sido tão comum tomarem decisões sensatas no setor.
Esqueci de te elogiar pelo artigo, achei o título genial! e o artigo está excelente, esclarecedor!
abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Roberto,<br />
Obrigado pelo esclarecimento.<br />
só quero dizer, que apesar das condições geográficas nos serem amplamente favoráveis, a forma de estruturação do setor elétrico criada pela Eletrobrás, que foi muito bem-sucedida, poderia não ter sido escolhida. Antes da estatização do setor, a gestão era muito ruim e pouco integrada e não favorecida a energia abundante, barata e relativamente limpa.<br />
Como você muito bem diz, hoje se optou por um modelo muito diferente. Quero apenas ressaltar os méritos do antigo sistema público, não acho que ele foi simplesmente um imperativo da geografia. fez o mais racional, mas poderia ter sido diferente. Hoje por exemplo não tem sido tão comum tomarem decisões sensatas no setor.<br />
Esqueci de te elogiar pelo artigo, achei o título genial! e o artigo está excelente, esclarecedor!<br />
abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Roberto Araujo</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/comment-page-1/#comment-1522</link>
		<dc:creator>Roberto Araujo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 14:37:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/18/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/#comment-1522</guid>
		<description>Gustavo;
Lógico que o reservatório poderia ser menor. Mas, o perfil do terreno desses rios geralmente fazem com que 1 m de altura na barragem aumente muitos km2 e muitos km3. Portanto, com um pequeno plus no investimento (a altura da barragem) ganha-se muita água armazenada, uma enorme vantagem. Mas, em Serra da Mesa (Goiás), por exemplo, Furnas exagerou. A área do reservatório é + ou - 2.400km2 e a água leva 850 dias para se renovar. Poderia ter sido menor, você tem razão.
Mas, essa época acabou. As usinas do futuro ou serão a fio d&#039;água ou com  pequeno reservatório. Serão regularizadas via transmissão e térmicas complementares. A lógica de expansão continua válida.
É outro bom debate.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo;<br />
Lógico que o reservatório poderia ser menor. Mas, o perfil do terreno desses rios geralmente fazem com que 1 m de altura na barragem aumente muitos km2 e muitos km3. Portanto, com um pequeno plus no investimento (a altura da barragem) ganha-se muita água armazenada, uma enorme vantagem. Mas, em Serra da Mesa (Goiás), por exemplo, Furnas exagerou. A área do reservatório é + ou &#8211; 2.400km2 e a água leva 850 dias para se renovar. Poderia ter sido menor, você tem razão.<br />
Mas, essa época acabou. As usinas do futuro ou serão a fio d&#8217;água ou com  pequeno reservatório. Serão regularizadas via transmissão e térmicas complementares. A lógica de expansão continua válida.<br />
É outro bom debate.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/comment-page-1/#comment-1521</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 13:44:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/18/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/#comment-1521</guid>
		<description>Roberto,
entendo que os rios de planalto favorecem fortemente os grandes reservatórios. mas o tamanho do reservatório não é também uma decisão técnica?
pelo que li, a represa de furnas foi planejada imensa porque nos anos anteriores a sua construção o país sofre um longo período de seca e consequentemente apagões constantes.
abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Roberto,<br />
entendo que os rios de planalto favorecem fortemente os grandes reservatórios. mas o tamanho do reservatório não é também uma decisão técnica?<br />
pelo que li, a represa de furnas foi planejada imensa porque nos anos anteriores a sua construção o país sofre um longo período de seca e consequentemente apagões constantes.<br />
abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/comment-page-1/#comment-1520</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 13:24:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/18/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/#comment-1520</guid>
		<description>Prezado Roberto

Agradeço pela resposta. Concordo contigo.

Também sou da opinião de que o governo Lula capitulou perante os grandes interesses estabelecidos ao longo do tempo do sociólogo. Atuando nas margens permitidas pelo status quo, o programa bolsa família seria o carro-chefe da reeleição. O PAC tem sérias dificuldades em avançar. As nomeações políticas fazem parte do imbróglio. São mais de 20.000 cargos comissionados expostos à barganha só no governo federal. Para você poder fazer uma comparação: nos EUA, o presidente só tem 3.500 cargos comissionados a preencher nas estruturas de Estado. A profissionalização da burocracia é a regra. Não é diferente na Alemanha e nos outros países mais desenvolvidos.

Raymundo Faoro, &quot;A república inacabada&quot;, tem uma tese polêmica sobre a organização do Estado brasileiro. José Murilo de Carvalho, &quot;A Construção da Ordem&quot;, também é bem interessante.

Durante o mandato do presidente Lula houve o compromisso de elevação do superávit primário de 3,75% para 4,25% do PIB. Algo que não foi exigido pelo FMI e tampouco pelo setor financeiro. Dizem que o pior pecador é o arrependido. Para rasgar as críticas que haviam feito ao FHC, o núcleo político mais próximo ao Lula buscou uma penitência que nós iríamos pagar. Concentrar benefícios e socializar prejuízos não representa nenhuma inovação trazida por Lula. O ex-ministro Antonio Palocci (PT-SP) pode ser em parte responsabilizado. Não podemos nos esquecer que o presidente é Lula, chefe de governo e de Estado.

Penso que os debates quanto à reforma gerencial do Estado brasileiro deverão entrar em pauta novamente. Certamente haverá polarizações do debate.


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros, D.Sc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Roberto</p>
<p>Agradeço pela resposta. Concordo contigo.</p>
<p>Também sou da opinião de que o governo Lula capitulou perante os grandes interesses estabelecidos ao longo do tempo do sociólogo. Atuando nas margens permitidas pelo status quo, o programa bolsa família seria o carro-chefe da reeleição. O PAC tem sérias dificuldades em avançar. As nomeações políticas fazem parte do imbróglio. São mais de 20.000 cargos comissionados expostos à barganha só no governo federal. Para você poder fazer uma comparação: nos EUA, o presidente só tem 3.500 cargos comissionados a preencher nas estruturas de Estado. A profissionalização da burocracia é a regra. Não é diferente na Alemanha e nos outros países mais desenvolvidos.</p>
<p>Raymundo Faoro, &#8220;A república inacabada&#8221;, tem uma tese polêmica sobre a organização do Estado brasileiro. José Murilo de Carvalho, &#8220;A Construção da Ordem&#8221;, também é bem interessante.</p>
<p>Durante o mandato do presidente Lula houve o compromisso de elevação do superávit primário de 3,75% para 4,25% do PIB. Algo que não foi exigido pelo FMI e tampouco pelo setor financeiro. Dizem que o pior pecador é o arrependido. Para rasgar as críticas que haviam feito ao FHC, o núcleo político mais próximo ao Lula buscou uma penitência que nós iríamos pagar. Concentrar benefícios e socializar prejuízos não representa nenhuma inovação trazida por Lula. O ex-ministro Antonio Palocci (PT-SP) pode ser em parte responsabilizado. Não podemos nos esquecer que o presidente é Lula, chefe de governo e de Estado.</p>
<p>Penso que os debates quanto à reforma gerencial do Estado brasileiro deverão entrar em pauta novamente. Certamente haverá polarizações do debate.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros, D.Sc.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Roberto Araujo</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/comment-page-1/#comment-1519</link>
		<dc:creator>Roberto Araujo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 10:46:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/18/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/#comment-1519</guid>
		<description>Rodrigo;
O que o governo Lula poderia ter feito e ESCOLHEU não fazer:
1-Regular e restringir o mercado livre. Um sistema de base hidráulica exige contratos de longo prazo, pois a reserva e a garantia é compartilhada. O mercado livre aqui é ambiente para especulação. Os comercializadores, que não geram 1 kWh, encheram a burra de dinheiro. NO GOVERNO LULA!
2-Já que o sistema é privado, contratos por potência (MW)são mais adequados ao sistema brasileiro. O dono da usina é proprietário apenas das máquinas. A energia (MWh) que, num sistema hídrico é função da disponibilidade de água, é da sociedade. É como se os consumidores pagassem um &quot;leasing&quot; pela potência disponível. Não haveria esse mercado de certificados que associa uma energia a priori e que gerou as distorções que estão nos bastidores da crise.
3-Sugerimos eliminar a descontratação do modelo FHC, um belo tiro no pé. Depois do racionamento de 2001, era óbvio que o mercado despencaria. O governo escolheu manter a descontratação da energia das estatais. Saiu contrato de R$60/MWh estatal e entrou R$ 120/MWh privado. NO GOVERNO LULA!
4- Não contente, o governo fez um leilão-liquidação onde as empresas estatais foram OBRIGADAS a vender POR OITO ANOS energia num mercado com 20% de excesso de oferta. A CHESF vendeu energia a R$ 47/MWh por 8 anos. É um recorde de preço baixo mundial. Compare com sua conta de luz que deve estar na casa dos R$ 400/MWh. As estatais ficaram sem grana.
5-O melhor modelo para o sistema brasileiro, já que ele é um monopólio natural, seria o de uma empresa única bem regulamentada. Acho que, na atual situação, isso é impossível. Então, o &quot;second best&quot; seria o &quot;comprador único&quot; a ser exercido pela Eletrobrás e com o retorno da coordenação da operação para ela. Por exemplo, energia eólica, ainda cara, a Eletrobrás é obrigada a comprar.
6- Um fundo setorial blindado contra o superávit primário para financiamento da expansão e pagamento de combustível de térmicas quando necessário. A receita viria da energia &quot;velha&quot; que não precisava ser &quot;torrada&quot; no mercado para compensar os caros preços privados. Poderia vir também da diferença entre o &quot;leasing&quot; do MW e o arrecadado com o MWh, que, em anos chuvosos, gerariam um enorme superávit.
7-Eliminar a absurda exigência das estatais serem minoritárias em parcerias. Retirá-las do superávit primário. Permitir empréstimos junto ao BNDES.
8-Profissionalização da direção das empresas públicas. Eliminação da influência política. Mandatos com prazo. Contratos de gestão.
9-As estaduais deficitárias, que o setor privado não aceitou, estão todas no colo da ELetrobrás. Prejuízo acumulado? Mais ou menos R$ 3bi!!! Quem indica os diretores dessas empresas? A política do estado. Faz parte da &quot;governabilidade&quot;. Avisamos sobre essa distorção.

Tudo isso foi sugerido ao governo em 2003, quando o Ministério montou um grupo para estudar e propor caminhos para o setor elétrico. Eu estava nele. Em maio, esse grupo, eminentemente técnico, foi desmontado e um outro, já ligado ao setor privado, ascendeu. Nenhuma sugestão do primeiro foi aceita.
Foi uma escolha, não foi uma herança.

Esse é um bom debate. Grato.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo;<br />
O que o governo Lula poderia ter feito e ESCOLHEU não fazer:<br />
1-Regular e restringir o mercado livre. Um sistema de base hidráulica exige contratos de longo prazo, pois a reserva e a garantia é compartilhada. O mercado livre aqui é ambiente para especulação. Os comercializadores, que não geram 1 kWh, encheram a burra de dinheiro. NO GOVERNO LULA!<br />
2-Já que o sistema é privado, contratos por potência (MW)são mais adequados ao sistema brasileiro. O dono da usina é proprietário apenas das máquinas. A energia (MWh) que, num sistema hídrico é função da disponibilidade de água, é da sociedade. É como se os consumidores pagassem um &#8220;leasing&#8221; pela potência disponível. Não haveria esse mercado de certificados que associa uma energia a priori e que gerou as distorções que estão nos bastidores da crise.<br />
3-Sugerimos eliminar a descontratação do modelo FHC, um belo tiro no pé. Depois do racionamento de 2001, era óbvio que o mercado despencaria. O governo escolheu manter a descontratação da energia das estatais. Saiu contrato de R$60/MWh estatal e entrou R$ 120/MWh privado. NO GOVERNO LULA!<br />
4- Não contente, o governo fez um leilão-liquidação onde as empresas estatais foram OBRIGADAS a vender POR OITO ANOS energia num mercado com 20% de excesso de oferta. A CHESF vendeu energia a R$ 47/MWh por 8 anos. É um recorde de preço baixo mundial. Compare com sua conta de luz que deve estar na casa dos R$ 400/MWh. As estatais ficaram sem grana.<br />
5-O melhor modelo para o sistema brasileiro, já que ele é um monopólio natural, seria o de uma empresa única bem regulamentada. Acho que, na atual situação, isso é impossível. Então, o &#8220;second best&#8221; seria o &#8220;comprador único&#8221; a ser exercido pela Eletrobrás e com o retorno da coordenação da operação para ela. Por exemplo, energia eólica, ainda cara, a Eletrobrás é obrigada a comprar.<br />
6- Um fundo setorial blindado contra o superávit primário para financiamento da expansão e pagamento de combustível de térmicas quando necessário. A receita viria da energia &#8220;velha&#8221; que não precisava ser &#8220;torrada&#8221; no mercado para compensar os caros preços privados. Poderia vir também da diferença entre o &#8220;leasing&#8221; do MW e o arrecadado com o MWh, que, em anos chuvosos, gerariam um enorme superávit.<br />
7-Eliminar a absurda exigência das estatais serem minoritárias em parcerias. Retirá-las do superávit primário. Permitir empréstimos junto ao BNDES.<br />
8-Profissionalização da direção das empresas públicas. Eliminação da influência política. Mandatos com prazo. Contratos de gestão.<br />
9-As estaduais deficitárias, que o setor privado não aceitou, estão todas no colo da ELetrobrás. Prejuízo acumulado? Mais ou menos R$ 3bi!!! Quem indica os diretores dessas empresas? A política do estado. Faz parte da &#8220;governabilidade&#8221;. Avisamos sobre essa distorção.</p>
<p>Tudo isso foi sugerido ao governo em 2003, quando o Ministério montou um grupo para estudar e propor caminhos para o setor elétrico. Eu estava nele. Em maio, esse grupo, eminentemente técnico, foi desmontado e um outro, já ligado ao setor privado, ascendeu. Nenhuma sugestão do primeiro foi aceita.<br />
Foi uma escolha, não foi uma herança.</p>
<p>Esse é um bom debate. Grato.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/comment-page-1/#comment-1518</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 00:16:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/18/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/#comment-1518</guid>
		<description>Prezado Roberto

O governo FHC produziu uma grande confusão no setor elétrico brasileiro. Alguns dizem que foi por conveniência e outros por pura ignorância mesmo. Afinal, o que se poderia esperar de um sociólogo de gabinete?

Escolher o que se passava na Grã-Bretanha fez parte do imbróglio. O fato é que Bresser-Pereira, então ministro de Administração e Reforma do Estado, estava coordenando um grupo interministerial encarregado de propor reformas gerenciais, cujo benchmark era o que se passava na Grã-Bretenha. Como todos sabem, FHC optou pela ortodoxia econômica liberal e seus dogmas. Até hoje o sociólogo vive dizendo que a única coisa que “organiza o Brasil é o mercado”. Estranho senso de organização. Não era essa a natureza do projeto coordenado por Bresser-Pereira.

O que o governo Lula poderia fazer efetivamente para desatar os nós do setor? Construir novas usinas hidrelétricas, retomar em parte o modelo anterior coordenado pela Eletrobrás, ou estimular, para o longo prazo, a diversificação da matriz energética brasileira?

Certamente o Estado precisa fazer intervenções e ferir os dogmas da ortodoxia econômica liberal.


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros, D.Sc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Roberto</p>
<p>O governo FHC produziu uma grande confusão no setor elétrico brasileiro. Alguns dizem que foi por conveniência e outros por pura ignorância mesmo. Afinal, o que se poderia esperar de um sociólogo de gabinete?</p>
<p>Escolher o que se passava na Grã-Bretanha fez parte do imbróglio. O fato é que Bresser-Pereira, então ministro de Administração e Reforma do Estado, estava coordenando um grupo interministerial encarregado de propor reformas gerenciais, cujo benchmark era o que se passava na Grã-Bretenha. Como todos sabem, FHC optou pela ortodoxia econômica liberal e seus dogmas. Até hoje o sociólogo vive dizendo que a única coisa que “organiza o Brasil é o mercado”. Estranho senso de organização. Não era essa a natureza do projeto coordenado por Bresser-Pereira.</p>
<p>O que o governo Lula poderia fazer efetivamente para desatar os nós do setor? Construir novas usinas hidrelétricas, retomar em parte o modelo anterior coordenado pela Eletrobrás, ou estimular, para o longo prazo, a diversificação da matriz energética brasileira?</p>
<p>Certamente o Estado precisa fazer intervenções e ferir os dogmas da ortodoxia econômica liberal.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros, D.Sc.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Roberto Araujo</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/comment-page-1/#comment-1517</link>
		<dc:creator>Roberto Araujo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 23:52:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/18/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/#comment-1517</guid>
		<description>Grato Felipe.
Tenho refletido muito sobre essa barreira da grande imprensa. Não sei se estou olhando muito o meu quintal, mas o setor elétrico é caso muito sério. Está difícil assistir qualquer notícia ou debate sem reagir. Eu, ou fico muito desanimado ou rio muito, pois o besteirol está fazendo inveja ao Falabella!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grato Felipe.<br />
Tenho refletido muito sobre essa barreira da grande imprensa. Não sei se estou olhando muito o meu quintal, mas o setor elétrico é caso muito sério. Está difícil assistir qualquer notícia ou debate sem reagir. Eu, ou fico muito desanimado ou rio muito, pois o besteirol está fazendo inveja ao Falabella!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Felipe Baptista</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/comment-page-1/#comment-1516</link>
		<dc:creator>Felipe Baptista</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 19:31:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/18/voces-vao-ver-os-modelos-que-eles-vao-adotar-la/#comment-1516</guid>
		<description>Caro Roberto,

Mais uma vez dá-me prazer ler os seus artigos. São sempre muito lúcidos e didáticos. Infelizmente há poucos assim no país e, por isso, temos que ser inundados, via imprensa, com notícias distorcidas (colocadas como se realidade fossem) como essas da ABRACE (mas que são sempre vinculadas por entidades como o ACENDE (ou seria apaga?) BRASIL e jornalistas (&quot;catedráticos&quot;) como a Miriam Leitão!). De maneira que lhe parabenizo pelo trabalho como forma de lhe incentivar na continuidade de clamar por (um pouco de)  razão em meio a esse mar de interesses!

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Roberto,</p>
<p>Mais uma vez dá-me prazer ler os seus artigos. São sempre muito lúcidos e didáticos. Infelizmente há poucos assim no país e, por isso, temos que ser inundados, via imprensa, com notícias distorcidas (colocadas como se realidade fossem) como essas da ABRACE (mas que são sempre vinculadas por entidades como o ACENDE (ou seria apaga?) BRASIL e jornalistas (&#8220;catedráticos&#8221;) como a Miriam Leitão!). De maneira que lhe parabenizo pelo trabalho como forma de lhe incentivar na continuidade de clamar por (um pouco de)  razão em meio a esse mar de interesses!</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
