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	<title>Comentários sobre: PROPOSTA DE ATUAÇÃO DO ESTADO COMO EMPREGADOR DE ÚLTIMA INSTÂNCIA NO BRASIL</title>
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		<title>Por: josé almeida de souza jr.</title>
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		<dc:creator>josé almeida de souza jr.</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 19:17:40 +0000</pubDate>
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		<description>Tudo isso é possível. Entretanto, faz-se necessário repensar a função da moeda em nosso país. Não mais como uma outra mercadoria qualquer, sujeita ao escasseamento deliberado (Função de banco central, meus amores), mas como um serviço de utilidade pública. Historicamente (até 1694), a moeda havia servido principalmente para que a sociedade trocasse equivalentes de trabalho. Nossas crises econômicas, quando não causadas pela destruição física das condições de produção, são causadas por escassez de meio circulante. Assim sendo, o Estado deveria prover a sociedade de todo o meio circulante necessário ao pleno emprego, inclusive tornando-se empregador de última instância caso necessário, sem a intermediação de um banco central agente de rentistas. Mas não seria inflacionário? Não necessariamente, pois sem a intermediação dos rentistas, o Estado emissor de moeda pode esterilizar qualquer excesso monetário. O &quot;X&quot; da questão é o poder de fato que se concedeu à banca de criar moeda (quando se empresta dos bancos), mas sem os juros. Temos aí a conta que nunca se fecha, que retira meio circulante da produção e que leva ao endividamento explosivo. Enquanto esse poder não for esmiuçado e compreendido por uma massa crítica (sem intenção de trocadilhos), pouco se poderá fazer. Setembro de 2008 foi uma data marcante porque tivemos uma visão panorâmica da bunda do rei. Mas muita gente ainda não se deu conta daquilo que viu.

Sucesso, Zoraide.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo isso é possível. Entretanto, faz-se necessário repensar a função da moeda em nosso país. Não mais como uma outra mercadoria qualquer, sujeita ao escasseamento deliberado (Função de banco central, meus amores), mas como um serviço de utilidade pública. Historicamente (até 1694), a moeda havia servido principalmente para que a sociedade trocasse equivalentes de trabalho. Nossas crises econômicas, quando não causadas pela destruição física das condições de produção, são causadas por escassez de meio circulante. Assim sendo, o Estado deveria prover a sociedade de todo o meio circulante necessário ao pleno emprego, inclusive tornando-se empregador de última instância caso necessário, sem a intermediação de um banco central agente de rentistas. Mas não seria inflacionário? Não necessariamente, pois sem a intermediação dos rentistas, o Estado emissor de moeda pode esterilizar qualquer excesso monetário. O &#8220;X&#8221; da questão é o poder de fato que se concedeu à banca de criar moeda (quando se empresta dos bancos), mas sem os juros. Temos aí a conta que nunca se fecha, que retira meio circulante da produção e que leva ao endividamento explosivo. Enquanto esse poder não for esmiuçado e compreendido por uma massa crítica (sem intenção de trocadilhos), pouco se poderá fazer. Setembro de 2008 foi uma data marcante porque tivemos uma visão panorâmica da bunda do rei. Mas muita gente ainda não se deu conta daquilo que viu.</p>
<p>Sucesso, Zoraide.</p>
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