prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

PARA LESSA, NORDESTE SERÁ CALIFÓRNIA BRASILEIRA ( !! )

Escrito por Imprensa, postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

EX-PRESIDENTE DO BNDES diz que Transposição do São Francisco mudará de vez a vida na região

*Carlos Newton da Tribuna da Imprensa 07/01/2008

O economista Carlos Lessa, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), defende o projeto de transposição das águas do Rio São Francisco, afirmando que a intransigente posição do bispo Luiz Flávio Cappio, de Barra (BA), é injustificável e prejudicial à população mais carente do Nordeste.

“A posição de dom Cappio, que já fez duas greves de fome, está baseada em premissas falsas, porque ele entende que, ao invés da transposição das águas, o governo deveria fazer as pequenas obras previstas no chamado Atlas Nordeste, de construção de pequenos açudes e perfuração de poços”, assinala Lessa, lamentando que importantes instituições da sociedade civil, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), também incorram no mesmo erro do bispo de Barra.

Segundo o economista, o bispo está equivocado por não levar em conta que grande parte dos poços perfurados nas regiões mais pobres do Nordeste tem resultado em água insalubre, com alto teor de salitre e imprestável para consumo humano, por ser cancerígena e causar cardiopatias, doenças renais e anomalias fetais.

“Justamente por isso, é preciso apoiar a transposição das águas do São Francisco, que vai resolver também os problemas de abastecimento de água em importantes cidades, como Fortaleza, Natal e Campina Grande”, destaca Lessa, que é um dos combativos críticos da política econômica, mas reconhece o acerto do governo na questão do São Francisco.

Motivos

Em sua gestão à frente do BNDES, no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Lessa teve oportunidade de estudar profundamente o assunto e está convencido de que a transposição representará a redenção econômica e social do Nordeste.

“Sob o ponto de vista econômico-social, o Nordeste sempre foi considerado um problema praticamente insolúvel. A omissão de sucessivos governos indicava que a chamada indústria da seca estaria destinada a se perpetuar, motivando uma permanente situação de êxodo em direção aos grandes centros urbanos, especialmente São Paulo e Rio de Janeiro. Mas essa realidade vai começar a mudar, e de forma radical”, diz Lessa.

A seu ver, para garantir um crescimento sustentado à produção agrícola no Brasil, já está comprovado que a alternativa mais viável é o investimento no Nordeste, cujo potencial em termos de agricultura de exportação é espantoso, só comparável ao chamado Vale Imperial da Califórnia, o hectare rural mais valorizado dos Estados Unidos.

Localização

Lessa afirma que essa surpreendente Califórnia brasileira vai surgir no chamado Eixo Norte nordestino – uma vasta região cruzada pelos rios Jaguaribe (Ceará) e Apodi (Rio Grande do Norte), englobando também parte da Paraíba e de Pernambuco. São terras planas, com solos calcários altamente férteis, bem mais propícios à agricultura do que o cerrado. Além disso, há condições ideais de luminosidade, com 320 dias de sol por ano. Só falta a irrigação.

“Dependendo do volume das águas a serem disponibilizadas no projeto de transposição do Rio São Francisco, poderá ser irrigada uma extensão de até um milhão de hectares – ou seja, uma área cerca de 25 vezes maior do que o famoso pólo frutícola de Petrolina, em Pernambuco. Detalhe: na Califórnia brasileira, será de apenas R$ 0,05 o custo do metro cúbico de água para os produtores rurais usarem em irrigação. Fica mais barato do que a água extraída hoje de poços artesianos, que quase sempre é salinizada demais”, acentua.

O ex-presidente do BNDES explica que outra vantagem fundamental é que o Eixo Norte nordestino tem localização estratégica, situado próximo ao litoral, podendo exportar sua produção pelos portos de Natal (RN), Suape (PE), Cabedelo (PB) ou Pecém (CE), para abastecer os mercados da América do Norte, da Europa/Oriente Médio e da Ásia (através do Canal do Panamá), com fretes muito competitivos.

Ao invés de problema, região será solução

O economista Carlos Lessa garante que, com a transposição das águas do Rio São Francisco, ao invés de continuar a ser considerado o maior problema brasileiro, o Nordeste se tornará uma solução. “Suas alternativas são múltiplas, e o melhor exemplo está na produção e beneficiamento de camarões, especialmente no Ceará e Rio Grande do Norte, onde se obtém a maior produtividade mundial. Em 2003, por exemplo, o setor já exportava 62 mil toneladas de camarões, com faturamento de R$ 300 milhões”, destaca.

O ex-presidente do BNDES acrescenta que, em Pernambuco e no Ceará, as plantações de flores ultrapassam 20 toneladas/ano. Ainda nesses estados, a fruticultura se expande cada vez mais em Petrolina, enquanto Sobral começa a se firmar como produtor de vinho. No Maranhão, já se produz em escala empresarial um tipo de mel de excelente qualidade, produzido por uma espécie de abelha brasileira, a Teúba. No Piauí, a associação de cultura simultânea de mamona e feijão caupi mostra ser altamente viável.

“Os exemplos se multiplicam”, diz Lessa, acrescentando que tudo isso representa apenas algumas amostras do potencial do Nordeste como produtor rural, porque a região poderá ter desenvolvimento tão acelerado quanto o obtido pelo Centro-Oeste nas últimas décadas. Califórnia

Quanto ao financiamento do ambicioso projeto, estimado em cerca de R$ 6 bilhões, Lessa afirma que o País tem totais condições de custear a revitalização do Rio São Francisco, que vai gerar centenas de milhares de empregos no Nordeste. “Nesse contexto, a implantação da Califórnia brasileira servirá de pólo multiplicador de riquezas e distribuição de renda, atraindo novas agroindústrias para o Nordeste”, assinala.

Além disso, o ex-presidente do BNDES insiste em enfatizar que o projeto terá dupla função, porque fornecerá também água de boa qualidade para consumo pessoal e uso doméstico, porque grande parte dos poços que hoje abastecem as populações do interior nordestino fornece água excessivamente salinizada, produzindo um quadro verdadeiramente assustador de cardiopatias e doenças renais.

“Essa situação precisa ser revertida o mais rápido possível, porque a implantação da Califórnia brasileira tem de ser marcada não somente pela redenção econômica do Nordeste, mas também pela melhor qualidade de vida de seu povo”, conclui Lessa.



  Imprimir  Enviar para Amigo  Adicionar ao Rec6 Adicionar ao Ueba Adicionar ao Linkto Adicionar ao Dihitt Adicionar ao del.icio.us Adicionar ao Linkk Adicionar ao Digg Adicionar ao Link Loko  Adicionar ao Google Adicionar aos Bookmarks do Blogblogs 

« VOLTAR

16 Respostas para “PARA LESSA, NORDESTE SERÁ CALIFÓRNIA BRASILEIRA ( !! )”

  1. M falou:

    Caros,
    raraz vezes me manifesto nesse fórum,
    mas só queria comentar minha admiração com tanto entusiasmo com o agronegócio. O Lessa reconhece que a transposição é para gerar riqueza pro agronegócio no Nordeste, e não para alimentar pessoas.

    E queria também saber a fonte segunda qual a água do solo nordestina é cancerígena (!!??). Ele realmente acredita nisso? Eu, que sou nordestino, com famílias no sertão de pernambuco e alagoas, tendo nascido próximo ao Rio São Fransico nunca ouvi falar disso. Pode ser que minha amostra seja viesada… Vai saber? Mas estranho é que os poços perfurados pelos Inocêncios, ACMs, Sarneys nas fazendas deles não dá cancer, mas pro pobre dá?? Que coisa, não?

    Quando os Giambiagi da vida escrevem barbeiragens, ficamos irritados, agora quando o Lessa fala em água cancerígena, ninguém suspeita de nada? No mínimo é estranho. Eu confesso que não sou especialista no assunto. O Lessa, que estudou o assunto profundamente qdo era do BNDES deve ser um especialista. E opinião de especialista não se contesta, não é mesmo? Já diria Debord.

    abraços
    M

  2. Gustavo dos Santos (meus artigos clique) falou:

    Caro M,
    legal que está se manifestando. Isso é muito bom para evoluirmos na questão.
    Opinião de especialista se constesta sim. Afinal de contas não queremos viver na ditadura dos especialistas.
    De fato, o Lessa certamente exagerou com relação à abragência, mas em alguns pontos isso realmente ocorre. A maioria dos Nordestinos bebe água de rio ou de poço de terreno sedimentar. Água de boa qualidade química, mas não necessariamente biológica.
    Basicamente sertão setentrional (entre Ceará, paraíba e RN principalmente) há predominância de subsolo cristalino (rocha matriz do continente). No Piauí, que é terreno sedimentar, tem excesso de água de excelente qualidade no subsolo. Mas veja bem a transposição não é para o Piauí.
    Esse tipo de terreno (cristalino) é muito raso não acumula muita água. As raras esceções são as fendas (rachaduras na rocha matriz). essas fendas acumulam pouca água e como são rocha matriz ainda não foram muito lavadas (a falta de chuva também contribui para iss), isso faz com que contenham muito sal.
    Portanto, os poucos poços artesianos disponíveis nessa região cristalina costumam conter água salobra mas é importante saber nesse sal não há a mesma predominância de cloreto de sódio como na água do mar. em alguns poços podem haver predominâncias de sais menos toleraveis pelo organismo humano. O Lessa está dizendo que é comum a presença de concentrações elevadas de Salitre (eu não sabia disso).
    de qualquer forma, até mesmo o cloreto de sódio em excesso pode causar problemas.
    o que acontece: se o indíviduo bebe água salobra (principalmente com produtos como salitre) por muitos anos pode desenvolver certas doenças, acredito que problemas nos rins são os mais prováveis, mas podem desenvolver outras doenças também.
    De qualquer forma, essa digressão só mostra que a acusação que vc fez ao artigo do Lessa carece de sentido. Se o Lessa achasse que a Tranposição não fosse também para alimentar as pessoas, porque ele estaria falando de saúde e da substituição da água salobra pela água do São Francisco??
    Ele está claramente preocupado em mostrar que a água do São Francisco é melhor para a saúde (alimentação) humana.
    Concorda comigo?
    Mas não só para a alimentação humana,
    água é infra-estrutura e é fundamental para viabilizar atividade econômica e portanto empregos!
    sim empregos! qual é o problema de gerar empregos de qualidade no Sertão?
    porque os empregos tem que ficar todos em São Paulo?
    abraços cordiais,
    Gustavo

  3. R falou:

    Amigos,
    Além de eu duvidar que o agronegócio gere empregos de qualidade, também acho que o Nordeste carece de uma infra-estrutura (energia, transportes e comunicações) adequada ligando-o ao Brasil, o que seria necessário para que a produção e recursos gerados fossem postos de forma competitiva e sinérgica à disposição do nosso país. Provavelmente, se não houver o investimento necessário em infra-estrutura, esse agronegócio será voltado para fora e não servirá como uma “ponte” para mudanças estrutuirais na região. contudo, acho que a transposição do S.Francisco é importante obra histórica para a população e é um primeiro passo para o Nordeste, dentre muitos a serem dados.
    Um abraço,
    R

  4. S falou:

    Gustavo,
    Realmente não entendo da questão de saúde, e até acredito que a agua de poço pode fazer mal. Mas com certeza não é por isso que haverá a transposição do São Francisco, mas sim para atender o agronegócio, como bem observou o Maceio.
    Agora, resta saber se o agronegócio gera realmente empregos de qualidade como vc disse. Eu acredito que a resposta é não. Basta ver o nosso grande agronegócio da cana e a quantidade de óbitos por cansaço, etc etc em pleno estado de SP. Eleve a enésima potencia, e vc terá o agronegócio nordestino.
    E ainda tenho dúvidas sobre o preço que essa água chegará para o consumidor, aquele que bebe água de poço (cancerígina ou apenas salgada)(vai ser PPP,certo???)

    Abs
    S

  5. Gustavo dos Santos (meus artigos clique) falou:

    R e S,
    são conhecidos os males de bebar água salobra por muitos anos.
    Mas é óbvio que não será apenas para abastecer o consumo humano. O consumo comercial é fundamental (corte o consumo industrial do Rio ou de São Paulo para ver o que acontece).
    Mas não se engane, essa obra jamais foi decorrência de um lobby do “agronegócio”. É uma obra imaginada e planejada completamente dentro da administração pública e da academia, focada no interesse público (claro que não há tanto consenso em relação ao que é interesse público, o Bispo mesmo tem outra visão).
    Empresário faz lobby sob interesse concreto e não sobre obra que é gigantesca demais para o próprio negócio. Isso que vc chama de agronegócio do sertão são fazendeirinhos de uva que tem um lucro anual menor do que nossos salários.
    vc tem razão, é necessário complementar e universalizar a infra-estrutura na região.
    Mas,
    Agronegócio pode gerar empregos de qualidade também. Corte de cana certamente não.
    o Interessante é que parece que boa parte daqueles que se oponhem à transposição querem usar a água do Rio para plantar cana no vale do São Francisco em Minas e Bahia.
    No Nordeste sententrional o uso para plantar cana será certamente menor, pois a demanda para utilizar água para usos muito mais nobres é muito grande e não está atendida como no Vale onde sobra água para as utilizações atuais.
    Portanto, transpor gera empregos mais nobres.
    Segundo, o que vc chama de empregos nobres? Funcionário Público, médico, advogado?
    Nenhuma sociedade pode viver materialmente ou economicamente sem indústria e agricultura.
    Esses setores são a base econômica (na teoria do desenvolvimento regional) e fundamentais para viabilizar o desenvolvimento do Nordeste.
    Se os salários da mão de obra menos qualificada são relativamente mais baixos a culpa não é da transposição, mas de toda situação macroeconômica e marcrosocial do país. A transposição até melhorará o quadro nacional, como o Lessa sugere.
    Mas não podemos esquecer trabalho formal na indústria e na agricultura na terra onde o sertanejo nasceu é muito mais interessante do que ser camelô ou porteiro e morar em uma favela em um grande centro.
    da base econômica se constrói do o setor público e de serviços que podem pagar melhor.
    Se crescermos muito um dia e educarmos a população um advogado poderá quase tanto um trabalhador rural, como na Europa.
    Abraços,
    Gustavo

  6. Mocidade falou:

    Caros companheiros,

    Permaneço com a visão de que há muita desinformação com relação ao projeto de transposição, a começar pelo próprio nome, que, como todos sabemos, não é transposição, mas “integração da bacia do São Francisco com as bacias hidrográficas do Nordeste setentrional”. Os companheiros que aqui escreveram (com exceção de Gustavo dos Santos) demonstraram, permitam que diga, essa mesma desinformação no fórum.
    Não é imperioso ser especialista para entender o impacto estrutural deste projeto, não só para o Nordeste como para todo o Brasil. A idéia de que o agronegócio será beneficiado, pode sê-lo indiretamente, mas objetivamente é impossibilitado por que o governo decretou (há mais 3 anos) para fins de reforma agrária toda a extensão de 2,5km de cada lado dos canais onde passará a água. Está totalmente impossibilitado, ipso facto, a utilização para esse fim, aliás, como já perpassou aqui no debate da carta de Ciro a Letícia. E mesmo que de certa forma o beneficiasse, já não seria um argumento poderoso contra, pois qualquer região onde haja um mínimo projeto levando água(não precisa nem ser um mega projeto como esse) a qualidade de vida e índice de desenvolvimento humano, tudo evolui rapidamente.
    Outro ponto: 1/3 da população paulista é nordestina ou descendente, por conta da migração. Perguntemos aos síndicos, porteiros, garçons, pelas ruas do Sudeste e veremos o impacto desta obra no Brasil. Jovens morrendo com 20 anos de idade na Rocinha, no Complexo do Alemão, boa parte migrante.

    Ou seja, todo o Brasil ganha incrivelmente com este projeto, que devemos apoiar o máximo possível. Ou então, quem quiser ficar contra que fique, mas primeiro busque conhecê-lo, pois o Bispo, a Letícia Sabatela, o PFL da Bahia, e todos os que engendram a energia contrária até hoje não demonstraram argumentação sólida.

    Abraços,

  7. Gustavo dos Santos (meus artigos clique) falou:

    Mocidade,
    tenho a mesma opinião.
    abraços

  8. Amazônia serve para Desenvolvimento Social? « Blog do Desemprego Zero falou:

    [...] garantias fundamentais – direito à vida, à propriedade e ao trabalho – versus nível de empregoPARA LESSA, NORDESTE SERÁ CALIFÓRNIA BRASILEIRA ( !! )Observatório da Imprensa, JOSÉ DIRCEU NA PIAUÍ: Uma lição de jornalismoCOMENTÁRIOS SOBRE AS [...]

  9. Emilio falou:

    Caros amigos, quando se fala em agronegócio em alguns círculos que se autoproclamam “progressistas”, a palavra agronegócio ganha uma conotação ofensiva e depreciativa, como se todos os agricultores de soja, milho, trigo, cevada, sorgo, cana de açúcar e outros produtos, fossem grandes latifundiários riquíssimos, que vivem isolados em mansões, se deslocam em jatinhos e aplicam tudo que ganham no exterior.
    Para cada Blairo Maggi que produz soja (nada contra o Blairo, é apenas um exemplo de grande produtor) existem milhares de pequenos e médios proprietários que estão associados em cooperativas e possuem um padrão de vida de classe média. Esses trabalhadores lotam as grandes feiras do agronegócio como o Show Rural da Coopavel em Cascavel PR em busca de tecnologia para produzir mais e melhor, para aprender a proteger a terra da qual vivem e evitar as pragas que tentam destruir sua lavoura.
    Esses pioneiros são em grande parte descendentes de gaúchos, paulistas, catarinenses e mineiros que desbravaram o sertão do Paraná e agora já paranaenses de nascimento, juntam-se aos brasileiros acima citados e vão produzir riqueza com sua tecnologia agrícola em todo o centro-oeste, indo até no Paraguai e Bolívia. Atrás dos cereais que esses agricultores produzem, vão centenas de pequenos negócios como oficinas mecânicas, fábricas de barracões industriais, de silos Os grandes frigoríficos que integram os produtores rurais na produção de frangos, perus, porcos e ovos,vem em seguida e as metalúrgicas maiores e as universidades são consequencia disso tudo.
    Para não cometermos a injustiça de acusar esses grandes frigoríficos de megacapitalistas, a Perdigão por exemplo é controlada por fundos de pensão das estatais pelo BNDES, a Copacol, a Frimesa, a Aurora e muitas outras são cooperativas criadas e administradas pelos produtores locais. A Coamo é a maior cooperativa da América do Sul e congrega mais de 15000 produtores rurais, industrializando sua produção de grãos e algodão, produzindo óleo de soja, margarina, fios de algodão, farelo de soja e distribui os lucros excedentes anualmente aos seus associados.
    Se o agronegócio puder se instalar no Nordeste, o nível de renda da população vai subir muito, vamos poder exportar o excedente a preços muito competitivos pois o consumo crescente de chineses e indianos vai precisar de alguém que os abasteça e a única fronteira agrícola mundialmente disponível com tecnologia, capital e recursos humanos é o interior do Brasil.
    Se só o que precisamos é agua regularmente distribuida, então o projeto do rio São Francisco e o do Mangabeira, estão é demorando muito!!!!!!!!!!!!!!!

  10. Gustavo dos Santos (meus artigos clique) falou:

    Caro Emílio,
    Tenho a mesma opinião. A única solução para o sertão nordestino é agricultura moderna e com ela a indústria e o emprego que são fundamentais para o Brasil. Seria fantástico repetir lá a experiência bem sucedida de agricultura realizada no Sul do país. Claro que as culturas seriam diferentes, mas a agricultura é a base e o primeiro passo para crescimento de regiões extensas como é o sertão. Esse futuro já pode ser visto na região de Petrolina em Pernambuco. Se multiplicarmos as “Petrolinas”, o Nordeste será outro. E o Brasil também, pois o sertão nordestino ainda sem esperanças é a última fonte de “êxodo rural” do país.
    Quando for possível gerar empregos de qualidade lá, saberemos que a pobreza poderá ser extinta no país.
    abraços

  11. ATORES da GLOBO CHORAM no SENADO FEDERAL com BISPO da GREVE de FOME para tentar barrar a obra da TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO « Blog do Desemprego Zero falou:

    [...] Para Carlos Lessa Nordeste será CALIFÓRNIA BRASILEIRA [...]

  12. Zilda de Araujo Rodrigues falou:

    Não tenho formação técnica suficiente para analisar, avaliar o projeto de transposição do S. Francisco. Mas tenho certeza de que, o prof. Carlos Lessa, a Profª Mª da Conceição Tavares (que tb já se manifestou favorável ao projeto), Bernardo Kucinsky e o Prof. Paulo Canedo da Ufrk são pessoas sérias, idôneas, e com uma vasta história de compromisso com os destinos do Brasil e do povo brasileiro. Porisso e por todas as informações que já consegui acumular, sou a favor do projeto. Abç

  13. Gustavo dos Santos (meus artigos clique) falou:

    Zilda,
    obrigado pelo comentário!
    eu estudei um pouco a questão e também sou favorável ao projeto. Bastante favorável até. Na discussão técnica, o projeto já venceu há muito tempo. Na política só venceu recentemente.
    o que é muito positivo.
    abraços

  14. DEBATE IMPERDÍVEL sobre a Transposição do São Francisco!! CARLOS LESSA (a favor) X CÉSAR BENJAMIN (contra) « Blog do Desemprego Zero falou:

    [...] POSIÇÃO DO LESSA [...]

  15. VÍDEO DO DEBATE LESSA (a favor) X César Benjamin (contra a transposição do São Francisco) « Blog do Desemprego Zero falou:

    [...] POSIÇÃO DO LESSA [...]

  16. Marcio Rodrigo Bonatto falou:

    Os atores da Rede Globo foram chorar para impedir o projeto de transposição do rio, não porque eles são más pessoas, ou são ignorantes e desconhecem o assunto, pelo contrário, eles trabalham na Rede Globo! Ela ( Rede globo) defende quem? Quais são os interesses politicos por trás disso? É comum empregados por mais que sejam contra as atitudes de uma empresa defenderem os ideais dessa empresa para garantirem seus empregos, são poucos que tomam a atitude de ir contra a empresa e manifestam suas próprias opiniões. É claro que admito que há pessoas que realmente acreditam que o projeto seja pernicioso para o meio ambiente, ou seja jogo politico para iludir o povo.

Faça um comentário

XHTML: Você pode usar essas tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>