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Blog do Desemprego Zero

Archive for janeiro, 2008

REQUIÃO EXCLUSIVO: “ESTOU SENDO CENSURADO”

Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Conversa Afiada Paulo Henrique Amorim   21/01/2008 11:02h

Uma decisão do juiz do Tribunal Regional da 4ª Região, em Porto Alegre, Lippman Júnior, proíbe o Governador do Paraná, Roberto Requião, de usar a TV e a Rádio Educativa do Estado. Depois da proibição, Requião foi ao ar pela TV Educativa e deu uma receita de ovo frito. Por causa dessa atitude, o governador foi multado em R$ 50 mil.

Requião disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta segunda-feira, dia 21, que sofre uma censura (aguarde o áudio). “Eu estou sendo censurado. Eu acho isso absolutamente incrível, me sinto numa situação Kafkiana”, disse o governador Requião.

A participação de Requião na TV Educativa ocorria toda terça-feira, quando era transmitida uma reunião que ele faz semanalmente com seus secretários. O governador disse que a ação contra ele começou depois que ele falou dos altos salários pagos pelo Ministério Público. A ação foi rejeitada na primeira instância, mas o juiz Lippman Júnior acatou.

Depois de dar a receita do ovo frito na TV Educativa, a Justiça, além de multar o governador em R$ 50 mil, obrigou a TV Educativa a divulgar, de 15 em 15 minutos, uma nota da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil).

Requião disse também que sofre uma forte oposição dos meios de comunicação no Paraná, em especial dos veículos das Organizações Globo. “Antes que eu fosse intimado da decisão, o juiz deu uma entrevista na Rede Globo”, disse Requião.

Segundo Roberto Requião, a campanha da mídia contra ele no Paraná começou depois que o Governo do Estado cortou todas as verbas publicitárias direcionadas aos veículos de comunicação. “A mídia funciona lubrificada com dinheiro. Eu cortei os recursos e a mídia acabou Leia o resto do artigo »

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Mangabeira: Três artigos repercutem as controvérsias em torno às propostas do Ministro do Longo Prazo

Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

(1) O longo prazo a curto prazo, artigo de Roberto Mangabeira Unger 

(2) O ideoduto de Mangabeira, artigo de Marcelo Leite

(3) Entrevista de Sydney Possuelo: ‘Não precisamos de grandes projetos para Amazônia’

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O longo prazo a curto prazo

artigo de Roberto Mangabeira Unger

Há toda diferença entre um projeto que paira sobre o mundo e um que intervém. Não há futuro viável que não se possa prefigurar jáRoberto Mangabeira Unger é ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos. Artigo publicado na “Folha de SP”:Modelo de desenvolvimento baseado em ampliação de oportunidades econômicas e educativas, para dar braços e asas ao dinamismo frustrado dos brasileiros -é isso o que mais quer a nação. Para construir esse modelo, é preciso formular plano de longo prazo e traduzi-lo em iniciativas tangíveis e prontas: primeiras prestações de outro futuro. É preciso tratar do longo prazo a curto prazo.

Desse entendimento resultou a decisão de organizar o trabalho inicial de minha pasta em torno de quatro grandes temas: oportunidade econômica, oportunidade educativa, Amazônia e defesa. Leia o resto do artigo »

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Crise ou colapso?

Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

  “Prefiro usar o termo colapso financeiro mundial, pois uma crise se resolveria com o socorro de US$ 500 bilhões dado aos bancos”. A frase é do economista Adriano Benayon, da Universidade de Brasília (DF), ao comentar a maior queda nas bolsas mundiais desde os atentados de 11 de setembro de 2001, verificada nesta segunda-feira.

Benayon destaca que a média mensal dos investimentos em títulos americanos de longo prazo (públicos e privados) caiu de US$ 65,9 bilhões, até julho, para US$ 22,3 bilhões entre agosto e novembro. O valor é inferior ao que os EUA precisam para fechar o balanço de pagamentos (US$ 2 bilhões por dia), embora nesses números não estejam computados outros investimentos, como ações e títulos de curto prazo.

Benayon sublinha que os investidores estão mais seletivos e priorizam suas compras em ações de bancos, de maneira a compensar o prejuízo com os títulos denominados em dólar. “Fundos soberanos asiáticos e os países árabes produtores de petróleo estão socorrendo através de compras de ações. Significa uma mudança qualitativa interessante, pois os estrangeiros estão se tornando controladores de grandes bancos e empresas e aproveitando para queimar dólares, que não valerá muito no futuro. É uma atitude inteligente”, avalia.

Na contramão, o Brasil mantém US$ 120 bilhões de suas reservas (dois terços do total) aplicados em títulos de longo prazo do Tesouro americano. “O Brasil já encostou nos países exportadores de petróleo, que só ficam atrás da Inglaterra e da China na lista de principais detentores desses títulos. A China, por sinal, hoje tem pouco mais de US$ 400 bilhões aplicados, mas já teve US$ 1 trilhão. A Inglaterra tem perto de US$ 300 bilhões”, contabiliza.

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Os novos barões

Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

CartaCapital, ed.479.

O governo não poupa esforços para transformar Carlos Jereissati e Sérgio Andrade nos donos de uma “supertele”.

Sempre que um governo tenta explicar algo por si só inexplicável acaba por recorrer aos surrados bordões da “razão de Estado” e dos “interesses nacionais”. Tem sido assim ao longo da formação do moderno capitalismo brasileiro, ou à brasileira, que pode ser resumida na história dos (poucos) eleitos pelo poder público para administrar as maiores empresas. Não é diferente agora. A compra da Brasil Telecom pela Oi, que resultará em uma companhia telefônica com faturamento superior a 20 bilhões de reais por ano, antes mesmo de sair do papel, tem tudo para se tornar um clássico do modelo em que as demandas privadas se misturam perigosamente às iniciativas políticas.

http://www.cartacapital.com.br/edicoes/479/os-novos-baroes

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LULA DEFENDE AUMENTO NA EFICIÊNCIA DA ARRECADAÇÃO

Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O Presidente Lula defendeu o aumento da eficiência na arrecadação de impostos no seu programa semanal de rádio “Café com o Presidente”. Segundo Lula, se todos pagarem impostos, todos pagarão menos. Como sabemos, o nível de sonegação no Brasil é considerável, o que pode ser agravado com o fim da CPMF (clique aqui para saber mais sobre a CPMF).

Como ressaltou o presidente, o crescimento da arrecadação é uma conseqüência natural do crescimento econômico, pois aumentam os salários, os lucros das empresas e o consumo de forma geral. Entretanto, deve-se lembrar que o governo ainda tem um rombo de R$ 30 bilhões para acertar. O fim da CPMF resultou numa perda de arrecadação de R$ 40 bilhões. Já as medidas tributárias do governo deverão trazer aos cofres da União R$ 10 bilhões (clique aqui para ler mais).

Portanto, resta saber qual o montante de recursos que este aumento da eficiência na arrecadação trará ao governo. Lula afirmou que fará cortes da ordem de R$ 20 bilhões. Falta mostrar claramente de onde virão estes cortes e em que medida a maior eficiência cobrirá o rombo em questão.

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Duelo entre tucanos: a batalha de Kassab e Alckmin pela prefeitura paulistana expõe divisão no tucanato

Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Da Revista Veja desta Semana

Kassab e Alckmin na batalha pela prefeitura

Já virou uma tradição no PSDB: antes de enfrentar os adversários numa eleição presidencial, os tucanos engalfinham-se primeiro entre si. Em 2002, José Serra e Tasso Jereissati disputaram a candidatura do partido à Presidência num embate tão traumático que produziu feridas jamais cicatrizadas (o senador cearense e o atual governador de São Paulo, vitorioso na contenda, até hoje se detestam cordialmente). Leia o resto do artigo »

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México. Brasil. Argentina. México de novo. Tailândia. Indonésia. Argentina mais uma vez. E agora os EUA.

Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

NYT, 18/01/2008.

Paul Krugman

A história se repetiu várias vezes nos últimos trinta anos. Investidores globais, decepcionados com os retornos recebidos, buscam por alternativas. Eles acreditam que encontraram o que procuram em um país ou outro. O dinheiro migra rapidamente.

Mas, no final, se torna claro que as oportunidades de investimento não eram o que pareciam, e o dinheiro rapidamente vai embora mais uma vez, com péssimas conseqüências para o ex-favorito financeiro. Essa é a história das múltiplas crises financeiras na América Latina e na Ásia. E também o que aconteceu nos EUA junto com a bolha imobiliária e de crédito. Nesses dias, estamos vivendo o que normalmente acontece com economias do terceiro mundo. Leia o resto do artigo »

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O Brasil e o grande salto à sua frente

Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Wanderley Guilherme dos Santos  VALOR – 18/01/2008

Os economistas prevêem um futuro de “grande moderação” no progresso material do país. É uma aposta, mas há outras. Ao que tudo indica, o importante salto à frente do país continuará atabalhoado como até agora. Iniciado com a desastrada e comprometedora gestão de Fernando Collor de Melo, seguida pelo tecnicismo insensível dos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, teve modificadas as prioridades de classe com a eleição e reeleição do presidente Luiz Inácio. A gigantesca incorporação dos segmentos C e D da população ao mercado de consumo, por via do controle da inflação e das políticas sociais agressivas do atual governo, vai em breve revelar seu papel econômico de amortecedor dos estímulos externos negativos, rompendo com a rotina de os países subdesenvolvidos crescerem quando crescem os desenvolvidos e entrarem em crise juntamente com estes. O aspecto ideológico do fenômeno da globalização tende a ficar mais exposto. Em tudo, a mão invisível da democracia.  Leia o resto do artigo »

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