Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Correio Braziliense
25/1/2008
por Marcos Cintra
Doutor em Economia pela Universidade Harvard (EUA), é professor titular e vice-presidente da Fundação Getulio Vargas
Com o corte súbito de R$ 40 bilhões da CPMF, o governo federal tratou de implementar medidas para ajustar suas contas. Afinal, é impossível o poder público permanecer omisso à violenta redução de receita orçamentária como a praticada pelo Congresso. Como se previa, outros impostos foram aumentados (vide IOF e CSLL) e corre-se o risco de elevação do déficit público. Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Folha de S. Paulo
25/1/2008
por Charles Tang
Para isso, precisamos de um plano estratégico para chegar a objetivos definidos. Que Brasil queremos ter?
MESMO SEM um plano ou um planejamento para a nação, a economia brasileira deu uma demonstração de pujança ao dar um salto econômico que forçou a revisão da taxa prevista de crescimento.
Com um balanço de pagamentos superavitário e uma reserva Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
24/01/2008 10:43
Por Zé Dirceu
Blog do Zé Dirceu
O Conselho de Política Monetária (COPOM) do Banco Central (BC) manteve inalterada a taxa básica de juros do país. É a terceira reunião consecutiva em que continuam com esta mesma posição conservadora. Aliás, além de manterem esta ortodoxia, por tudo o que acompanhamos, temos que rezar para que os juros não sejam aumentados ainda mais para garantir os ganhos rentistas.
Com a manutenção desta política, desviamos um precioso capital que poderia financiar nossas empresas e investimentos. A prova disso é uma informação perdida no Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – São Paulo
Brasil
O principal fato da semana foi a nomeação do Senador Edson Lobão (PMDB-MA) para a pasta das Minas e Energia. Sua vaga no Senado deve ser assumida pelo suplente Edson Lobão Filho, filho do senador. Lobão Filho já chega ao Congresso sob as acusações de ter utilizado laranjas em suas empresas para fugir de dívidas. O DEM e o PSol ameaçam entrar com representação contra o suplente. O filho do senador deixou o DEM e pode integrar o PMDB. Certamente será mais uma dor de cabeça para o Palácio do Planalto
Economia
No Brasil, a nossa autoridade monetária, que sofre de surtos obsessivos de inflação (clique aqui para ler), manteve a Selic em 11,25%. As justificativas seriam uma pressão de demanda (?) e a possibilidade de recessão nos EUA. A lição da semana foi: quem dera termos um Banco Central como o Fed (clique aqui para ler a entrevista da Professora Maria da Conceição Tavares).
Internacional
No plano internacional, a boa nova ficou por conta do Fed, que na hora do aperto joga no lixo a ortodoxia econômica. O Banco Central norte-americano reduziu para 3,5% a taxa básica de juros daquela economia. Mais um alento ao mercado financeiro e uma mostra de que a autoridade monetária, por lá, se preocupa com a macroeconomia da renda e do emprego.
Nós do Desemprego Zero defendemos que o Banco Central brasileiro deve ter o emprego como meta também . Não apenas a inflação. Clique aqui para ler nosso manifesto.
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Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Marcelo Henriques de Brito (*)
Em 2008, comemoram-se duzentos anos do legado da chegada ao Brasil de D.João VI e sua corte, que incluiu a assinatura da Carta Régia de 28 de Janeiro de 1808, que abriu os portos brasileiros ao intercâmbio internacional. Ainda que inicialmente somente a Inglaterra fosse beneficiada – até por sua inegável contribuição na escolta marítima da corte portuguesa, a abertura comercial era irreversível e, por exemplo, em novembro de 1827, o Brasil e as cidades hanseáticas Hamburg, Bremen e Lübeck firmaram um Tratado Marítimo. Além de ampliar o comércio, os estrangeiros trouxeram para o Brasil novas idéias e inspiraram novas atitudes, sendo notável tanto a influência do britânico Richard Carruthers na formação empresarial do grande Barão de Mauá, quanto o empreendedorismo de inúmeros imigrantes no desenvolvimento de empresas brasileiras. Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Fonte: Jornal Hoje em Dia de 25 de janeiro de 2008
RIO – O mercado de trabalho exibiu recordes positivos no final de 2007 nas seis principais regiões metropolitanas do país. A taxa de desemprego de dezembro ficou em 7,4%, o menor nível mensal apurado na série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em março de 2002. Na média do ano passado, a taxa foi de 9,3%, a menor em seis anos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Fonte: Jornal Hoje em Dia de 25 de janeiro de 2008
BRASÍLIA – O Governo federal gastou mais de R$ 100 bilhões no ano passado em juros que incidem sobre os títulos públicos. Ao todo, foram R$ 103,9 bilhões com a despesa. Esse fator foi determinante para a alta de 12,02% da dívida interna em 2007. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Reinaldo Gonçalves*
Comissão de Política Econômica do Conselho Regional de Economia do Rio de Janeiro em 22 de janeiro de 2008.
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A desaceleração do crescimento econômico brasileiro é a evidência relevante no momento em que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) completa um ano. Frente ao crescimento do PIB previsto de 5,2% em 2007, as projeções divulgadas pelo Banco Central apontam para a mediana de 4,5% em 2008 e 4,0% em 2009 ( Ver Tabela 1, cuja fonte é Focus, Banco Central). Estas taxas são inferiores à taxa de 5,0% que consta no PAC. Desta forma, após um ano de PAC, no lugar da aceleração do crescimento, o que se observa é exatamente o oposto. Há, assim, a interrupção do miniciclo de otimismo que surgiu no segundo trimestre de 2007, quando houve aceleração do crescimento econômico. E, o Brasil continua “andando para trás” quando se considera o resto do mundo. A projeção do FMI de crescimento da economia mundial é de 4,8% em 2008, enquanto os países em desenvolvimento devem crescer 7,4% (Ver Tabela 2). Estas previsões supõem o macrocenário global de “aterrissagem suave” controlado pelas políticas fiscal e monetária dos Estados Unidos. Leia o resto do artigo »
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