Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Coluna Econômica BLOG DO NASSIF – 23/01/2008
O depoimento abaixo foi-me dado por um dos principais envolvidos na compra da Brasil Telecom pela Oi-Telemar. É a primeira vez que ele fala com imprensa, com a condição de “off”. Obviamente, o que diz expressa sua visão.
O presente não é mais a telefonia fixa, mas o celular, que se tornará cada vez mais o laptop ultra portátil, diz ele.
A Brasil Telecom era inviável a médio prazo porque as brigas societárias (com Daniel Dantas) fizeram com que ela entrasse muito tardiamente no mercado de celular e deixasse de fazer investimentos fundamentais. Tem um falso caixa, dinheiro líquido, mas porque não investiu na época em que deveria. A Oi-Telemar investiu US$ 4 bilhões em celular; a Brasil Telecom apenas US$ 500 milhões. Com esse atraso, ela acabará sendo comprado por um competidor mais forte.
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A Telemar tem 16 milhões de celulares e US$ 7 bilhões em caixa. Sua dívida corresponde a apenas 0,3% do EBITDA. Seu problema maior eram os conflitos de prioridades dos sócios: alguns queriam sair, outros queriam ficar. Tentou-se uma saída via mercado, mas foram impedidos por injunções de fundos externos, acionistas em preferenciais.
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A operação de compra da Brasil Telecom foi acelerada em função de dois fatos. O primeiro, o acirramento da disputa entre a Telefonia e a America Móvil. No ano passado, em sociedade com a Verizon Communications, Slim chegou a adquirir a parte da Pirelli na Telecom Italia. Uma rápida manobra do governo italiano frustrou a tomada de controle. Bancos italianos financiaram seguradoras italianas, que assumiram o controle com participação minoritária da Telefonia da Espanha. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Em um estimulante ensaio publicado ontem na edição dominical do New York Times, Parag Khanna, pesquisador senior do American Strategy Program da New American Foundation, faz um interessante recorrido dos aspectos mais relevantes do declínio da hegemonia americana no mundo contemporaneo. Escapando das análises mais convencionais, Parag Khanna paralelamente aponta o forte declínio de uma Rússia ( ” seu declínio populacional oscila em torno a meio milhão de cidadãos anualmente ou mais, significando que a Rússia não será muito maior que a Turquia por volta de 2025 – população esta que estará dispersa em um país tão vasto que nem fará sentido como um só país” ) condenada a se incorporar à Europa ou torna-se uma petro-vassala da China , assinala o papel crescente dos países que chama de “segundo mundo” – os BRICS que já não são mais integrantes do antigo “terceiro mundo” – e,last but not least, antevê a geopolítica do século XXI ancorada em três pan-regiões hemisféricas – zonas econômicas longitudinais dominadas pelos Estados Unidos, pela Europa e pela China. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
(Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 6)(Viviane Monteiro com Agência Brasil)
28 de Janeiro de 2008 – Embora considerado ainda insuficiente, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) representa o início de uma mudança no modelo econômico do País que, nos últimos anos, esteve voltado basicamente ao controle de inflação, via taxa de juro elevada. Essa é a principal conclusão do estudo “Pensando uma Agenda para o Brasil”, do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), que sugere ainda uma mudança imediata na estrutura tributária brasileira para melhorar a distribuição de renda, já que os tributos “incidem mais sobre a camada mais pobre”.
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Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
26/01/2008
Phillip Blond* do Herald Tribune
Em Lancaster, na Inglaterra
Enviado por Ronaldo Abreu
Parece cada vez mais que no século 21 estamos retornando à economia do século 19, quando a riqueza estava tremendamente concentrada nas mãos de alguns poucos proprietários e especuladores astutos.
Nem a direita nem a esquerda parecem ser capazes de criar uma sociedade na qual todos se beneficiem do aumento da prosperidade e da segurança econômica.
As alegações da direita de que os mercados livres enriquecerão todos os setores da Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
DCI
21/01/08
O Ministério de Minas e Energia terá a partir de hoje um novo comandante. O senador Edison Lobão (PMDB-MA) assume o cargo com o desafio de evitar uma nova crise de abastecimento energético, como a que ocorreu em 2001. Crise esta que, segundo o deputado federal pelo PPS de São Paulo, Arnaldo Jardim, já chegou. “Ela não está ocorrendo quando você vai na tomada ligar algum aparelho e a energia não surge; ela não está, ainda, na desativação de uma determinada indústria. Mas está presente pelo preço, Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
O Estado de S. Paulo
25/1/2008
Rogério L. Furquim Werneck
A esta altura já está mais do que claro que, nos próximos meses, o governo vai ter de lidar, ao mesmo tempo, com dois grandes desafios. De um lado, terá de evitar que a escassez de energia comprometa o crescimento econômico do País. De outro, terá de enfrentar os desdobramentos da desestabilização dos mercados financeiros internacionais e da perda de dinamismo da economia mundial. O que preocupa é a leveza com que o governo se vem preparando para lidar com tais desafios. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – Numa decisão surpreendente para alguns, o Banco Central norte-americano (FED), que não é bobo, reduziu a taxa de juros básica da economia norte-americana em 0,75% em reunião extraordinária na última semana. Muitos analistas acreditam que o FED possa dar um repeteco na semana que segue.
De fato, o FED tenta consertar o erro cometido na gestão do “maestro” do neoliberalismo, Alan Greenspan, que fez vista grossa para a bolha que se formava no mercado imobiliário. Agora, não adianta choramingar sobre argumentos como o moral hazard (risco moral). A única saída que se coloca é a injeção de liquidez para que a crise financeira não afete a macroeconomia do emprego e da renda.
No que diz respeito aos países tropicais, resta torcer para que a China mantenha seu crescimento e, por conseguinte, sua demanda por commodities em alta, para que nossas variáveis macroeconômicas não sejam seriamente afetadas. O FED, graças aos deuses, tem ignorado a cartilha econômica convencional, e na hora do “pega pra capar”, tem recorrentemente mandado a ortodoxia econômica às favas. Como dizia minha vovozinha, na prática a teoria é outra.
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Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Fernando Barros de Mello – da Redação da Folha
A ABERTURA dos Portos às Nações Amigas foi assinada pelo então príncipe regente d. João 6º em 28 de janeiro de 1808. Nos 200 anos da data, o embaixador e ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero diz que o ato foi o primeiro passo do Brasil rumo à globalização. Ricupero, que acaba de organizar o livro “A Abertura dos Portos” (Senac), fala sobre a influência inglesa, que culminou nos privilégios dos “Tratados Desiguais”, de 1810, e compara o passado com a OMC e a Alca. Leia o resto do artigo »
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