Postado em 6 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
“Estou de férias no interior de Minas Gerais, mas tenho acompanhado a discussão sobre sigilo bancário com a implementação de uma nova medida da Receita Federal para substituir em parte o instrumento fiscalizatório da CPMF.”
De Tales Faria, do Blog dos Blogs:
Li ontem no Último Segundo: “O Supremo Tribunal Federal (STF) poderá derrubar o novo instrumento que o governo criou para fiscalizar as operações financeiras com o fim da CPMF. O ministro do Supremo Marco Aurélio Mello considerou a medida da Receita Federal uma quebra de sigilo bancário generalizada e adiantou que o tribunal deverá considerar a decisão do governo inconstitucional Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Rodrigo Loureiro Medeiros*
O ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, concedeu uma entrevista à Agência Estado (31/12/07), na qual ressaltou a importância de uma política industrial baseada em inovações.
No final de 2003 o governo Lula liberou as Diretrizes de Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior. Pensou-se naquele momento que se entraria em um novo tempo de cooperação público-privada para o desenvolvimento nacional. Infelizmente a ortodoxia econômica gerenciada pelo senhor Antonio Palocci (PT-SP), então ministro da Fazenda, abortou qualquer tentativa estrutural de se construir um novo pacto capital-trabalho. Uma gestão macroeconômica denominada “ortodoxia de galinheiro” por Paulo Nogueira Batista Jr. seguiu o continuísmo fatalista da era fernandista. “Estamos em tempos de globalização, não há nada que se possa fazer (…)” Tais cantilenas estão esvaziadas pelas evidências empíricas recentes.
Com mais de 50% da força de trabalho brasileira precarizada (informalidade + desemprego), sabe-se bem o que mercados sob a concorrência imperfeita podem fazer. A taxa de investimento brasileira, medida pela formação bruta de capital fixo, não tem ultrapassado 20% do PIB. Certamente algo que incomoda os defensores do atual modelo econômico, pois os demais países em desenvolvimento que chamam a atenção apresentam taxas de investimento bem superiores. Leia o resto do artigo »
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Postado em 4 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
De acordo com o consultor de negócios internacionais da Trevisan Consultoria e professor do curso de Relações Internacionais da Trevisan Escola de Negócios, Pedro Raffy Vartanian, o que contribuiu para a elevação das reservas, mais que o superávit comercial de US$ 40 bilhões em 2007, foi ingresso de investimentos de portfólio (capital especulativo) e investimento direto estrangeiro (fusões e aquisições).
“Em termos de investimento direto estrangeiro ocorreu ingresso de aproximadamente US$ 35 bilhões em 2007. Já o investimento de portfólio foi de aproximadamente US$ 48 bilhões“, contabiliza.
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Postado em 4 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
DESAFIOS (IPEA) – 27/11/2007
“O Brasil fez sua industrialização sem construir o estado do bem-estar. Agora, o envelhecimento da população brasileira nos obriga a desonerar a folha de salários e financiar a Previdência por meio de impostos gerais. A idéia de cada um só receber o que pagou se funda numa relação mercantil. A lógica distributiva é a que deverá prevalecer, obrigando que todos contribuam”, diz o professor Luiz Gonzaga Belluzzo na primeira de uma série de entrevistas com os membros do novo Conselho de Orientação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – Os Ministros da Fazenda (Guido Mantega) e do Planejamento (Paulo Bernardo) anunciaram na tarde de ontem duas novas medidas tributárias. São elas o aumento da alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e o aumento da alíquota da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
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Postado em 3 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
O professor François Chesnais, da Universidade de Paris 13 (França), calcula que após a entrada da China na Organização Mundial do Comércio (OMC) a oferta de trabalho tenha dobrado no planeta.
Ele destaca que a liberalização comercial permite que as multinacionais invistam em países nos quais a mão-de-obra é mais barata e tem alguma qualificação. “O fenômeno desvaloriza o trabalho, inclusive nos países desenvolvidos, e ajuda a explicar esses volumes recordes de Investimento Estrangeiro Direto (IED) em vários países do mundo”.
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Postado em 3 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
O fluxo cambial registrou em 2007 saldo recorde de US$ 87,454 bilhões, contra US$ 37,270 bilhões apurados em 2006. Desde 1982, início da série histórica do BC, não há registro de superávit tão robusto como o do ano passado.
Na era Lula, o dólar já acumula desvalorização de 49,87%. Em 2007, teve a segunda maior desvalorização anual da história da economia brasileira – queda de 17,15%, segundo estudo da consultoria Economática. A maior desvalorização ocorreu em 2003, quando a moeda americana caiu 18,23%.
São boas essas notícias? Economistas como o ex-presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Dércio Garcia Munhoz, ressalvam que boa parte do capital que está entrando – e jogando o dólar para baixo – é especulativo, inclusive o Investimento Estrangeiro Direto (IED), que vem para a bolsa, isento de impostos, e pode ser repatriado do dia para a noite – “levando filhotes“.
Além disso, as aplicações estariam concentradas em papéis de empresas exportadoras de commodities, ajudando a acentuar a perda de competitividade da indústria de transformação, inclusive no mercado interno.
“Dólar baixo leva à desindustrialização no longo prazo”, observa Miguel Bruno, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (Ence/IBGE). Para ele, os efeitos da sobrevalorização cambial ficarão mais claros em 2008.
“Detalhe“: na primeira semana do ano, o BC já acrescentou US$ 1 bilhão às reservas internacionais, que agora somam US$ 181,378. Devido aos juros altos, o custo de carregamento dessas divisas levou o prejuízo do BC a R$ 58 bilhões somente até outubro de 2007.
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