Postado em 10 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Abstract:
The nation-state system, democratic politics, and full economic integration are mutually incompatible. Of the three, at most two can be had together. The Bretton Woods/GATT regime was successful because its architects subjugated international economic integration to the needs and demands of national economic management and democratic politics. A renewed “Bretton-Woods compromise” would preserve some limits on integration, while crafting better global rules to handle the integration that can be achieved. Among “feasible globalizations,” the most promising is a multilaterally negotiated visa scheme that allows expanded (but temporary) entry into the advanced nations of a mix of skilled and unskilled workers from developing nations. Such a scheme would likely create income gains that are larger than all of the items on the WTO negotiating agenda taken together, even if it resulted in a relatively small increase in cross-border labor flows.
This paper can be downloaded without charge from the Social Science Research Network at: http://ssrn.com/abstract_id=349021
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Postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Rubens Teixeira*
No Estado Democrático de Direito é preocupação fundamental a garantia dos direitos dos cidadãos, sejam eles considerados do ponto de vista individual ou social.
Na Constituição de 1988 os direitos individuais estão previstos no artigo 5º e os direitos sociais do artigo 6º ao artigo 11.
A preocupação com os direitos fundamentais surgiu na Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Sobre a repercussão da entrevista de José Dirceu à Revista Piauí, mais importante que opinar a respeito do ex-ministro da Casa Civil é observar o que disse o experiente jornalista Alberto Dines em seu Observatório da Imprensa: “Quando se lê uma matéria como a da revista Piauí sobre José Dirceu percebe-se claramente a distância que separa nossa grande imprensa do bom jornalismo.”
No Plano Cruzado, tínhamos o “gatilho salarial”, que era acionado para recompor as perdas dos trabalhadores sempre que a inflação chegasse a um determinado patamar. Hoje, confirmando a opinião de Dines, temos no cartel da “grande imprensa” um gatilho ideológico que no final do ano passado foi disparado sobre a nova diretoria do Ipea, que se posiciona contra os incríveis privilégios da Neocasagrande (rentistas) no Brasil.
Ainda que em menor proporção, o mesmo mecanismo foi usado contra Paulo Nogueira Batista, nosso representante no FMI que ousa exigir para o Brasil um espaço naquele organismo multilateral correspondente ao peso de nossa economia.
Os colunistas devotos do Consenso de Washington foram à histeria quando o presidente Lula mostrou (antes tarde do que nunca) ter descoberto o óbvio: “se não gastar, não governo”.
Quando o governo decide taxar um pouco mais os bancos, campeões mundiais de lucratividade, e ameaça reduzir timidamente a meta cruel para o superávit primário, nossos formadores de opinião alertam para o risco de que isso possa comprometer o crescimento da economia (sic) ou atrasar o grau de investimento. Mas nada dizem com relação à interrupção da trajetória de queda da taxa básica de juros (Selic).
Talvez o mais importante no momento seja mostrar à sociedade a quem interessa manter o país parado e o governo imobilizado: aos nossos “concorrentes” no exterior, à neocasagrande e a boa parte do setor produtivo, que tem no rentismo uma reserva automática de mercado.
Rogério Lessa Benemond: Jornalista do Monitor Mercantil, colaborador da revista Rumos do Desenvolvimento. Prêmio Corecon- RJ de jornalismo econômico 2006. Meus Artigos
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Postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
EX-PRESIDENTE DO BNDES diz que Transposição do São Francisco mudará de vez a vida na região
*Carlos Newton da Tribuna da Imprensa 07/01/2008
O economista Carlos Lessa, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), defende o projeto de transposição das águas do Rio São Francisco, afirmando que a intransigente posição do bispo Luiz Flávio Cappio, de Barra (BA), é injustificável e prejudicial à população mais carente do Nordeste. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Preocupado com a deterioração das “Expectativas para o futuro”no Índice de Confiança do Empresário Industrial, da Fundação Getúlio Vargas (Icei/FGV), o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) avalia que os empresários podem estar com medo de que, devido a supostas pressões inflacionárias ou ao cenário externo, a política monetária esteja sendo reorientada. E que o Banco Central (BC) venha a elevar a taxa básica de juros (Selic) para frear a demanda interna, “o que constitui um fator de desestímulo ao investimento”, sublinha o Iedi, argumentando que, “excluído o item alimentos, o aumento médio de preços é de (apenas) 2,16% até novembro de 2007?.
Para o economista Adhemar Mineiro, ex-presidente da Associação de Economistas da América Latina e Caribe (Aealc), no momento em que o governo ameaça cortar R$ 20 bilhões do Orçamento, “o pior dos mundos seria o BC frear o crescimento e subir o gasto com juros a pretexto de conter a inflação, pois a situação fiscal vai piorar e aí vão dizer que precisa aumentar ainda mais a Selic para evitar fuga de capitais”.
Jardel Leal, do Dieese, considera haver um componente político que pode garantir a sustentabilidade do crescimento e do emprego. “Não é mais possível voltar a crescer com a crueldade da exclusão e da concentração, que sempre foi a marca do desenvolvimento no Brasil. Se é que podemos chamar isso de desenvolvimento”.-
Rogério Lessa Benemond: Jornalista do Monitor Mercantil, colaborador da revista Rumos do Desenvolvimento. Prêmio Corecon- RJ de jornalismo econômico 2006. Meus Artigos
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Postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Miguel Angelo Laporta Nicolelis, 46 anos, é responsável por uma das mais importantes descobertas da ciência recente, que pode ser a esperança de pessoas com deficiência física ou que sofrem de doenças degenerativas: um sistema que possibilita a criação de próteses controladas por sinais cerebrais. Apontado pela “Scientific American”, como um dos 50 principais líderes da ciência do mundo, ele se considera apenas um cientista que acredita que a ciência tem um papel transformador.
“O maior investimento estratégico que o Brasil precisa fazer é na formação de gente. Nós precisamos de um grande PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Humano. A primeira coisa que os governantes, os políticos brasileiros precisam é começarem ter uma visão estratégica do país. O problema nosso é que dado nossa história e toda nossa tradição cultural e econômica, pensa-se muito só no dia a dia, nos pequenos embates políticos do dia-a-dia e não se define uma visão estratégica de país. Eu acho que a ciência, o investimento científico e principalmente em educação científica, ele se insere na visão estratégica do que a gente quer fazer do Brasil e, em especial, do Nordeste”.
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=53546
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Postado em 8 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O economista e prêmio Nobel norte-americano, Joseph Stiglitz, afirmou nesta terça-feira, que comandará um projeto que visa criar uma medida complementar ao PIB, por este não ser capaz de medir adequadamente a melhoria de uma sociedade. O convite foi feito pelo presidente francês Nicolas Sarkozy.
Segundo o economista, esta nova medida deve levar em contas variáveis como a distribuição de renda e os impactos do aquecimento global. Stiglitz, que ocupou cargos importantes na administração Clinton e no FMI, também se notabilizou pelas duras críticas que faz à globalização. Além dele, o prêmio Nobel de economia Amartya Sen também deve integrar a equipe.
O surpreendente é saber que tal iniciativa surgiu do ultra-conservador Sarkozy, que tem imposto duras medidas à classe trabalhadora francesa. Caso eles tenham o respaldo necessário, pode ser um avanço importante para a ciência econômica.
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Postado em 8 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Gustavo Antônio Galvão dos Santos
José Francisco Sanches da Silva
A escassez de investimentos em geração de energia elétrica no passado recente é evidente. Entretanto, ela não será uma real restrição física ao crescimento, se adotarmos um planejamento efetivo da produção e do consumo. Esse planejamento mais rigoroso é necessário ao menos enquanto se espera a maturação dos grandes investimentos. O atraso das hidroelétricas pode levar, no máximo, a um pequeno aumento no custo médio das empresas, jamais uma barreira ao crescimento.
Leia o Artigo publicado na Revista Inteligência 09/2007
pode-haver-outro-apagao.doc
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