Postado em 17 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do equador
São Paulo – O Citibank anunciou nesta terça-feira um prejuízo de US$ 9,83 bilhões no último trimestre, conforme reportagem do jornal Valor Econômico (clique aqui só para assinantes). No fim das contas, o Citi foi vítima do seu próprio veneno. Como sabemos, as grandes instituições financeiras são as grandes defensoras da liberalização financeira e da criação de novos instrumentos de derivativos.
Pois bem. O resultado financeiro do banco foi a resultante da estratégia de mergulhar no mercado de crédito de alto risco (os chamados créditos podres). O agravante da crise do Citi e de outras instituições financeiras de grande porte reside no fato de que muitas destas operações são “fora de balanço”, isto é, não são facilmente auditadas. Isto cria um clima de pânico no mercado financeiro internacional na medida em que a verdadeira extensão da crise só será conhecida no momento em que os bancos reconhecerem suas perdas.
É claro que não caberá a este que vos fala defender os “pobres” banqueiros. Mas o problema não é só deles. É nosso também. A crise destes importantes bancos pode resultar num enxugamento de liquidez por paret de outros bancos, que pode se converter em menos crédito ao consumo e à produção, o que significa um impacto importante nas taxas de crescimento. Como sabemos, a aversão ao risco também pode reverter a corrente dos fluxos de capitais em direção ao centro, o que, como em todas as crises, pode complicar especialmente a situação de países periféricos. Se isso ocorrer, teremos a oportunidade de saber o quão acertada tem sido nossa política econômica.
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Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Do Blog do Luís Nassif
Ontem houve uma reunião no BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) entre representantes da Oi e diretoria do banco. Nos últimos dias, entre representantes da Oi e fundos de pensão. O jogo está transcorrendo de maneira sigilosa, devido aos desdobramentos de mercado.
Conversei com uma das pessoas que está capitaneando as negociações, do lado do setor privado. Leia o resto do artigo »
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Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do blog do Jefferson
comenta post do blog do rovai
Outdoor de propaganda do Governo Serra.
CLIQUE na imagem abaixo para expandi-la.

Comentário do blog do Jefferson:
A imagem publicada no blog do Rovai é reveladora. Governo tucano utiliza o símbolo do PSDB para fazer propaganda de reserva ambiental. E numa das mais movimentas rodovias paulistas, a Rodovia dos Imigrantes.
Além de promover o governo paulista, aproveita para promover o próprio partido. E tudo com o dinheiro público, vindo dos cofres do Estado de São Paulo.
Nessas situações é que vemos a brutal diferença de tratamento dispensado por algumas instituições. Só para não ficar falando sozinho, pergunto como ficam o Ministério Publico, a imprensa sempre vigilante, as ONGs de transparência do gasto público, o Tribunal de Contas do Estado ou a oposição política na Assembléia Legislativa paulista. E cadê a indignação dos paulistanos”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O ministro das Ações de Longo Prazo, Roberto Mangabeira Unger, deve ser o sujeito e o objeto da nova polêmica envolvendo as políticas de desenvolvimento do governo Lula. Depois de toda a controvérsia relacionada ao projeto de transposição do rio São Francisco (clique aqui para ler mais sobre a questão), o ministro Mangabeira decidiu partir para uma viagem de quatro dias à Amazônia com uma comitiva disposto a discutir propostas nada convencionais para o desenvolvimento da Amazônia (clique aqui para ler a reportagem do Jornal O Globo).
O “Projeto Amazônia” deve englobar atividades que vão da produção industrial à mineração. Entretanto, a proposta mais polêmica, e talvez desatinada, é a de criar um aqueduto para ligar a região Norte à região Nordeste. O ministro argumenta que algumas regiões têm um excesso de água, o que seria inútil, enquanto que outras áreas têm falta deste recurso.
Como já argumentado na questão da transposição do rio São Francisco, um projeto de tal envergadura deve levar em conta dois aspectos: o seu custo e seu impacto ambiental. Tanto do ponto de vista do custo quanto do ponto de vista do impacto ambiental, talvez seja mais inteligente apostar em projetos menos caros e que causem menos danos ao meio ambiente. Um exemplo disto é o projeto de cisternas para o Nordeste, que poderia trazer o volume de água necessário para a segurança hídrica da região, a um custo muito mais baixo e com impacto insignificante na natureza.
Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Conjuntura, Desenvolvimento, Leonardo Nunes, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social, Rive Gauche, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | 5 Comentários »
Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do blog do Jefferson
“Uma matéria interessante que relaciona o caso da fusão Oi/Telemar e Brasil Telecom com o processo de privatização. Vale conferir.”
Do jornalista Alon Feuerwerker, do Blog do Alon
As negociações entre a Oi (ex-Telemar) e a Brasil Telecom para a constituição de uma megacompanhia de telecomunicações ainda vão dar pano para manga, pelo tamanho do negócio, pelas relações dos negociantes com o governo e pela conhecida capacidade bélica dos protagonistas. Quem defende a fusão aponta as vantagens de se formar uma empresa de capital brasileiro com musculatura suficiente para ser um player global. Quem a ataca alerta para os riscos que a monopolização traz ao consumidor e ao próprio mercado. Acompanhemos os próximos capítulos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Fernando Ferrari Filho
Professor titular da UFRGS e pesquisador do CNPq
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Em 2007, a boa performance dos nossos principais indicadores macroeconômicos, tais como superávit comercial ao redor de US$ 40,0 bilhões, reservas cambiais acumuladas próximas a US$ 185,0 bilhões, taxa de desemprego (média entre janeiro e novembro) de 9,5%, estimativas de um crescimento do PIB em torno de 5,2% e taxa de inflação, IPCA, de 4,46%, fez com que as Autoridades Monetárias (AM) e os analistas econômicos passassem a vislumbrar um ciclo de crescimento econômico sustentado para o Brasil.
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Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
As oligarquias descendem de senhores de engenho e conservavam poder trocando votos por comida. Ações como Bolsa Família, ProUni e acesso à saúde as condenam ao desaparecimento
Por Mauro Santayana
Senadores da oposição comemoram o fim da CPMF
Três fatos encerraram o ano: a votação insuficiente para a prorrogação da CPMF no Senado (faltaram quatro votos), o aumento da confiança do país em Lula, segundo o Ibope, e a revelação, pela Folha de S.Paulo, de que 20 milhões de brasileiros deixaram as classes E e D, migrando para a classe C.
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Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
BLOG DO NASSIF
Há uma tendência errônea de considerar fundamentalistas as críticas de frei Luiz Cappio ao projeto de transposição das águas do São Francisco.
A “Folha” de hoje traz artigo importante de Roberto Malvezzi, assessor da Comissão Pastoral da Terra e autor de “Semi-árido: uma Visão Holística” (clique aqui).
Em suma, ele coloca o seguinte:
1. Na sede da CNBB, diante de nossas oito propostas alternativas à transposição, o governo reconheceu que seis delas poderiam ser consideradas, particularmente as políticas públicas contidas no “Atlas Nordeste” e a implementação de tecnologias de captação de água de chuva em projetos de convivência com o semi-árido. Porém, o governo jamais aceitou rever o projeto da transposição. Leia o resto do artigo »
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