- Blog do Desemprego Zero - http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero -

ALERTA AMARELO de ELIANE CATANHÊDE é previsto com até 6 meses de PRISÃO

Posted By Imprensa On 19 janeiro, 2008 @ 2:25 pm In Comentários sobre a Imprensa Brasileira,Conjuntura,Política Brasileira | No Comments

Segundo o Dr. Celso Francisco Granato, chefe do laboratório de virologia da UNIFESP, 60 milhões de brasileiros foram vacinados no ano passado.

Devido aos efeitos colaterais que a vacina de FEBRE AMARELA tem (o que é comum com praticamente toda vacina), 4 pessoas morreram em decorrência da vacinação.

Por isso o “alerta amarelo” de Eliana Cantanhêde para que TODOS os brasileiros se vacinem, seja onde for que vivam, é mais do que absurdo.
Simplesmente pode produzir TANTO ou MAIS MORTES do que o próprio mosquito, principalmente a quem NÃO TEM CONTATO com áreas de incidência.

10 entre 10 médicos são enfáticos em recomendar que só vacinem quem viaja ou mora nas regiões indicadas, e que ainda não tenham sido vacinados nos últimos 10 anos (o período de validade da vacina). Além disso antes de vacinar, a pessoa precisa verificar se não se enquadra nas contra-indicações.

Bastaria à senhora Cantanhêde ter ouvido UM ÚNICO médico para não fazer absurdas recomendações homicidas.

Em Brasília, uma mulher sofreu choque anafilático por ter vacinado duas vezes em curto espaço de tempo.

Também no DF, um jovem de 20 anos foi internado no Hospital Regional de Taguatinga com um quadro de hepatite por ter tomado duas vacinas no mesmo dia e outra no dia seguinte.

A sobrecarga de atendimento nos postos de vacinação prejudicam a orientação ao paciente pelo profissional de saúde no que diz respeito às contra-indicações.

Muitos pacientes, em estado de pânico provocado pela imprensa, vão se vacinar sem procurar sua caderneta de vacinação em casa ou pelo menos tentar se lembrar de quando foram vacinados da última vez.

Outros, também por medo da doença, e pela imprensa incitar a NÃO ACREDITAR nas autoridades de saúde do governo, chegam a mentir conscientemente sobre sua situação de já vacinados, ou esconder seu próprio quadro clínico contra-indicado.

Em 5 estados a cobertura vacinal já passa de 100%, o que indica que as pessoas estão se vacinando mais de uma vez num período menor que dez anos.

Vacinação reduz doação de sangue.

Quem se vacina contra a febre amarela, deve esperar 4 semanas para doar sangue.

Na região de Ribeirão Preto as doações caíram até 40%.

Quem é doador de sangue e precisa se vacinar, deve doar sangue antes de se vacinar.

O Grupo Folha de São Paulo, que emprega a senhora Cantanhêde, deveria em todos seus veículos de mídia: Portal Uol, Folha on-line, Folha de São Paulo, publicar em primeira página uma nota de esclarecimento, para evitar novas mortes desnecessárias de quem tem contra-indicação, e evitar atendimentos que seriam desnecessários na rede pública, atrapalhando outros enfermos.

Alerta amarelo de Eliane Catanhêde é previsto com até 6 meses de prisão

DECRETO-LEI Nº 3.688, DE 3 DE OUTUBRO DE 1941.

Lei das Contravenções Penais

CAPÍTULO IV

DAS CONTRAVENÇÕES REFERENTES À PAZ PÚBLICA

Art. 41. Provocar alarma, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto:

Pena – prisão simples, de quinze dias a seis meses, ou multa, de duzentos mil réis a dois contos de réis.

Eliane Catenhêde, escreveu na Folha de São Paulo, em 9/1/2008:

ALERTA AMARELO:

Com sua licença, vou usar este espaço para fazer um apelo para você que mora no Brasil, não importa onde: vacine-se contra a febre amarela! Não deixe para amanhã, depois, semana que vem… Vacine-se logo!

… O alerta nem é mais amarelo, já é vermelho …”

Pois o que esta senhora fez, nas páginas da Folha de São Paulo, foi PROVOCAR ALARME, Anunciar PERIGO INEXISTENTE, e praticar ATO capaz de PRODUZIR PÂNICO ou TUMULTO.

A irresponsabilidade da imprensa demo-tucana, como da senhora Cantanhêde, é tão grande, que pessoas com a vacinação em dia, têm engrossado as filas e acabado com estoques das doses enviadas pelo governo federal.

            Ilmª jornalista,

Caso haja algum caso de morte por reação à vacina contra a febre amarela, a senhora deverá ser responsabilizada. Trinta e uma pessoas já estão hospitalizadas por conta de uso indevido da vacinação que a senhora os incitou a tomar.

No afã de fazer política partidária a favor do partido seu marido presta serviços, a senhora incitou de forma irresponsável e alarmista 180 milhões de cidadãos a se vacinar sem qualquer motivo. Fora o motivo partidário.

A senhora carregará pelo resto de sua vida essa responsabilidade. Espero que o dinheiro que a senhora ganha lhe proporcione contratar um excelente psicoterapeuta. Isso caso ainda lhe reste um mínimo de consciência em seu cérebro demo-tucano.

Saudações,

José Márcio Tavares

Rio – RJ

PS: espero que a senhora não tenha achado meu e-mail desrespeitoso. Se o fui, peço desculpas, tá?

09/01/2008

Alerta amarelo!

Com sua licença, vou usar este espaço para fazer um apelo para você que mora no Brasil, não importa onde: vacine-se contra a febre amarela! Não deixe para amanhã, depois, semana que vem… Vacine-se logo!

A febre amarela é uma doença infecciosa causada por vírus e pode ser fatal. Hoje mesmo (terça, 08/01), morreu um homem de 38 anos em Brasília, plena capital da República, com febre alta, dores musculares, náuseas e vômitos. Possivelmente, foi vítima da doença. O alerta nem é mais amarelo, já é vermelho. E a vacina é altamente eficaz. Tomou, está livre da doença.

Desde 1942 a febre amarela urbana era considerada extinta no Brasil, onde ainda ocorrem casos esporádicos de febre amarela silvestre, ou seja, originada nas matas e florestas. O vírus causador, os sintomas e os riscos são praticamente iguais nas duas formas, que se distinguem apenas pela área geográfica da contaminação.

As pessoas não transmitem a doença umas para as outras. A via de contaminação é o mosquito, inclusive aquele nosso já bem conhecido aedes aegypti, agente transmissor também da dengue. Se alguém vai a uma bucólica cachoeira em Mato Grosso, sem vacina, pode voltar contaminado de lá e sair espalhando o vírus para os mosquitos urbanos que tanto nos incomodam – e podem nos matar. Foi só o Aedes voltar ao Brasil, lá pelo final da década de 80, para que a dengue voltasse junto com ele e que o fantasma da febre amarela viesse novamente nos assustar.

Agora, ele está aí, pairando não apenas nas áreas mais habituais, que são Norte e Centro-Oeste (regiões de extensas e lindas florestas e matas), mas sobre todo o país, tanto nas regiões silvestres como nas urbanas e rurais. Com o detalhe de que essa maldita doença é restrita à América do Sul, à América Central e à África. Tanto que a vacina já é obrigatória para quem vai à Venezuela, por exemplo.

Além da vacina, o Estado é responsável pelo “fumacê” para matar os mosquitos, mas você também tem de fazer a sua parte e tomar todos aqueles cuidados que cada um de nós deve também ensinar às pessoas próximas, especialmente às que não tenham bom grau de acesso à informação. São os mesmo cuidados para a dengue: evitar água parada em jarros, pneus, pratos, poças, além de usar sacos fechados para jogar o lixo fora.

Bem, o Orçamento, os impostos e os cortes de gastos estão a mil por hora em Brasília neste pós-CPMF, com ministros do Executivo, todo o Legislativo e o Judiciário em pânico diante da tesoura da área econômica do governo.

O fantasma da febre amarela, portanto, paira sobre o país como um alerta num momento crucial, para que a saúde e a educação sejam preservadas antes de tudo o mais.

Senão, Lula, o aedes aegypti vem, pica e mata sabe-se lá quantos neste ano –e nos seguintes.

Eliane Cantanhêde é colunista da Folha, desde 1997, e comenta governos, política interna e externa, defesa, área social e comportamento. Participou intensamente da cobertura do choque entre o Boeing da Gol e o jato Legacy, em setembro de 2006.

E-mail: elianec@uol.com.br [1]

Tragédia na mídia: Falceta diz que Eliane Cantanhêde é “oportunista” [2]

Posted by Marcelo [3] on Jul 20, ’07 11:49 AM for everyone

Postado no Vi O Mundo [4]

Walter Falceta Jr. ficou indignado com a colega Eliane Cantanhêde, da Folha, o jornal que descobriu ontem a existência do filho de Fernando Henrique Cardoso, com apenas 15 anos de atraso:

“Cara Eliane Cantanhêde,
Sou jornalista. Já trabalhei em Veja, Estadão, O Globo e um monte de outros jornais e revistas. Como editor, já topei com muita bobagem e muita mentira.

No entanto, poucas vezes li algo tão oportunista quanto seu texto sobre o acidente com o avião da TAM. Constitui-se, sobretudo, em DESRESPEITO às vítimas e suas famílias. Um exemplo espetacular de falta de sensibilidade.

A senhora não é expert em aviação, e mesmo que fosse não poderia, neste momento, emitir parecer sobre as causas das tragédia em São Paulo. Sem ciência e consciência, seu artigo mistura fatos desconexos para dar fôlego à permanente propaganda de desconstrução da imagem do Governo Federal.

Se não é pitonisa e se não tem o dom da onisciência, a senhora não sabe se houve erro do piloto, se houve falha mecânica nem se esses e outros fatores se combinaram para provocar o acidente.

Esse terrorismo do “quando vai ser o próximo?” é próprio de uma imprensa pusilânime e irresponsável. A conversão da dor em combustível da propaganda política dá engulhos a qualquer leitor de bem. Neste caso, mais do que o modus leviano de escriba de aluguel, é teu aquele do abutre politiqueiro.

Um abraço,

WFJr.

***

17/07/2007

“Quando vai ser o próximo?”

da Folha Online

A cada nova crise nos aeroportos, a cada novo movimento dos controladores, a cada derrapada de avião, a cada pane no sistema de rádio ou nos radares, uns sempre diziam e outros sempre pensavam: “Quando vai ser o próximo acidente?”

Foi nesta terça-feira, menos de dez meses depois da queda do Boeing da Gol que se chocou com o jato Legacy nos céus de Mato Grosso, matando 154 pessoas e implodindo a credibilidade do sistema aéreo no Brasil. Até hoje, era o maior acidente da história da aviação brasileira. Não é mais.

No Airbus da TAM que explodiu no coração de São Paulo, havia quase 180 pessoas. Além delas, morreram também ainda incontáveis pessoas em solo, com as vítimas sendo recolhidas uma a uma em meio a um inferno de chamas.
O controle de aproximação autorizou o pouso, o avião tocou o solo e não parou. Ultrapassou a pista e se lançou sobre uma avenida até explodir no choque com um depósito da própria TAM, deixando a impressão nos experts de que o pouso foi além do “ponto de toque” e não houve pista suficiente para parar. O piloto teria, então, tentado arremeter (subir novamente), sem sucesso.

As circunstâncias eram todas desfavoráveis: chovia, a pista estava escorregadia, a reforma mal (em duplo sentido) terminou e, afinal das contas, não pode ser pura coincidência que o maior acidente da história acontecer exatamente em Congonhas, no dia seguinte à derrapagem de um pequeno avião da Pantanal. É o aeroporto mais congestionado do país, há décadas se sabe que é inviável e os relatórios oficiais já acendiam o sinal amarelo havia meses.

Qualquer um sabe disso, no governo civil, na Aeronáutica, na Infraero, na Anac, nas companhias. Mas ficaram todos esperando ocorrer o pior. Ocorreu.

Resultado: em Brasília, o clima é de total empurra-empurra. O ministro da Defesa, Waldir Pires, estava justamente numa audiência com Lula para discutir o orçamento da Força Aérea, mas, como sempre, foi o último a saber do acidente. Já em casa, teve de voltar ao Planalto. A Aeronáutica diz que não tem nada a ver, porque desta vez o controle de tráfego aéreo não tem nenhuma responsabilidade. E joga a culpa na Infraero, que cuida da infra-estrutura dos aeroportos, e na Anac, a agência civil que substituiu o antigo DAC e que não tem força –talvez nem vontade– de enfrentar as companhias para de fato regulamentar o setor e definir a malha aérea brasileira.

Como ficam sob o foco também as próprias companhias, por não aceitarem abrir mão da concentração de vôos em Congonhas, que consegue ser ao mesmo tempo um aeroporto condenado e o aeroporto mais congestionado do país. É o típico caso em que o dinheiro fala mais alto do que a segurança.

O que explodiu hoje não foi só o Airbus da TAM. Foi também o resquício de credibilidade que ainda sobrava do sistema de vôo no país e a capacidade de o governo, no seu conjunto de órgãos responsáveis, gerir a situação. O que há é o caos. Junto com a dor, a perplexidade e a sensação de que não tem mais conserto.

Desculpe, mas o que todo mundo agora se pergunta é: “Quando vai ser o próximo?”

Eliane Cantanhêde é colunista da Folha e assina a coluna “Brasília” aos domingos, terças, quintas e sextas. Formada pela UnB, foi diretora das sucursais de “O Globo”, “Gazeta Mercantil” e da Folha em Brasília. Escreve para a Folha Online às quartas.E-mail: elianec@uol.com.br”.


Article printed from Blog do Desemprego Zero: http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero

URL to article: http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/alerta-amarelo-de-eliane-catanhede-e-previsto-com-ate-6-meses-de-prisao/

URLs in this post:

[1] elianec@uol.com.br: mailto:elianec@uol.com.br

[2] Tragédia na mídia: Falceta diz que Eliane Cantanhêde é “oportunista” : http://marceloandreo.multiply.com/journal/item/150

[3] Marcelo: http://marceloandreo.multiply.com/

[4] Postado no Vi O Mundo: http://viomundo.globo.com/site.php?nome=VoceEscreve&edicao=1060

[5] LULA CONFUNDE TUDO !!! A linguagem do preconceito por Kucinski: http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/a-linguagem-do-preconceito/

[6] Mentindo ao próprio umbigo: http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/mentindo-ao-proprio-umbigo/

[7] HÁ QUEM DIGA A VERDADE: http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/ha-quem-diga-a-verdade/

[8] Do Blog do Rovai: Tucano é símbolo de campanha do governo Serra: http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/do-blog-do-rovai-tucano-e-simbolo-de-campanha-do-governo-serra/

[9] Amazônia serve para Desenvolvimento Social?: http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/amazonia-serve-para-desenvolvimento-social/

Copyright © 2008 Blog do Desemprego Zero. Todos os direitos reservados.