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Blog do Desemprego Zero

Acionista controlador da Oi foi o maior financiador do PT em 2006

Escrito por Imprensa, postado em 14 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

da Folha Online 13/01/2008 – 09h09

Um dos principais acionistas privados da Oi (ex-Telemar) e maior interessado na compra da Brasil Telecom (BrT), o grupo Andrade Gutierrez foi também o maior financiador do PT em 2006, ano com o último dado disponível, segundo reportagem da edição dominical da Folha (íntegra do texto exclusiva para assinantes do jornal ou do UOL).

A construtora mineira doou R$ 6,4 milhões para o partido –dinheiro usado sobretudo para financiar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de outras campanhas petistas. Em um distante segundo lugar, de acordo com a prestação de contas feita ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), veio o Santander, com contribuição de R$ 3,23 milhões.

Além da doação ao partido, a Andrade Gutierrez doou R$ 1,52 milhão diretamente para a campanha de Lula em 2006.

Para que a Oi possa comprar a BrT, é preciso um decreto presidencial mudando a legislação. O governo apóia a venda da BrT. Na semana passada, os controladores da Oi acertaram o preço de compra da outra tele por R$ 4,8 bilhões.

Segundo informou a Folha, os empresários Sérgio Andrade e Carlos Jereissati, da La Fonte, vão injetar US$ 1 bilhão cada no capital da Oi para a concretização da compra da Brasil Telecom. O valor é quase três vezes superior aos US$ 350 milhões que cada um desembolsou na privatização da tele, há dez anos. Pelo acerto, a Andrade Gutierrez e a La Fonte tornam-se controladores da nova empresa, com 51% das ações ordinárias (com direito a voto).

Andrade teve como avalistas da operação o próprio presidente Lula e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Andrade se conhece Lula desde a época da disputa presidencial com Fernando Collor de Mello (1989).

Procurada na noite de sexta, a assessoria de imprensa da Andrade Gutierrez afirmou que a empresa não iria se pronunciar.

O tesoureiro do PT, Paulo Ferreira, disse não haver nada de anormal no grande volume de doações da Andrade Gutierrez. ‘Na eleição de 2006, houve, por parte de várias empresas, uma política de centralizar as doações para o PT. Houve um contato com a empresa e as doações foram feitas.’



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