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	<title>Comentários sobre: A SEMANA A LIMPO</title>
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		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/a-semana-a-limpo-7/comment-page-1/#comment-1315</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 17:03:42 +0000</pubDate>
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		<description>A princípio eu sou a favor dessa fusão, mas o Paulo Henrique Amorim e o Mino Carta me deixaram na dúvida.
http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/474001-474500/474035/474035_1.html
http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/474501-475000/474620/474620_1.html
http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/474001-474500/474234/474234_1.html
http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/474001-474500/474468/474468_1.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A princípio eu sou a favor dessa fusão, mas o Paulo Henrique Amorim e o Mino Carta me deixaram na dúvida.<br />
<a href="http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/474001-474500/474035/474035_1.html" rel="nofollow">http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/474001-474500/474035/474035_1.html</a><br />
<a href="http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/474501-475000/474620/474620_1.html" rel="nofollow">http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/474501-475000/474620/474620_1.html</a><br />
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	<item>
		<title>Por: blogdojefferson</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/a-semana-a-limpo-7/comment-page-1/#comment-1314</link>
		<dc:creator>blogdojefferson</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 13:41:27 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados,

A tese de que o governo Lula apóia a fusão para beneficiar um grande doador de suas campanhas, Sergio Andrade, não resiste a uma análise mais criteriosa.

Primeiro, a Andrade Gutierrez é e sempre foi um dos maiores doadores para campanhas eleitorais no país. E é também atualmente um dos maiores doadores da oposição política do governo - PSDB e DEM. Ou seja, os grandes doadores colocam dinheiro de acordo com as pesquisas. Como Lula e seu partido foram vitoriosos nas últimas eleições, é natural que sejam os maiores receptores de doações. O estranho seria se isso não ocorresse.

Outro ponto é que o outro beneficiado é o Grupo La Fonte, da família Jeressaiti. Embora a imprensa cite esse fato, ele se abstêm de fazer a análise. Quem se lembra do privatização sabe o que esse grupo representou na época. Conseguiu comprar uma boa parte da Telemar sem ter que desembolsar um tostão. E sabe também da immportância da família para o principal partido de oposição, o PSDB. E é também um dos grandes doadores deste partido.Então quer dize que o governo beneficia grupos que financiam sua oposição política para beneficiar outro grupo financiador de suas campanhas. Não faz o menor sentido isso. O governo certamente teria outros meios para beneficiar o Grupo Andrade Gutierrez.

O jornalismo atual está cheio de teses pouco críveis que são passadas para o público como se fossem &quot;verdades&quot;. Mas não passam de teses, muitas vezes discutíveis.

Grande abraço,

Jefferson</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados,</p>
<p>A tese de que o governo Lula apóia a fusão para beneficiar um grande doador de suas campanhas, Sergio Andrade, não resiste a uma análise mais criteriosa.</p>
<p>Primeiro, a Andrade Gutierrez é e sempre foi um dos maiores doadores para campanhas eleitorais no país. E é também atualmente um dos maiores doadores da oposição política do governo &#8211; PSDB e DEM. Ou seja, os grandes doadores colocam dinheiro de acordo com as pesquisas. Como Lula e seu partido foram vitoriosos nas últimas eleições, é natural que sejam os maiores receptores de doações. O estranho seria se isso não ocorresse.</p>
<p>Outro ponto é que o outro beneficiado é o Grupo La Fonte, da família Jeressaiti. Embora a imprensa cite esse fato, ele se abstêm de fazer a análise. Quem se lembra do privatização sabe o que esse grupo representou na época. Conseguiu comprar uma boa parte da Telemar sem ter que desembolsar um tostão. E sabe também da immportância da família para o principal partido de oposição, o PSDB. E é também um dos grandes doadores deste partido.Então quer dize que o governo beneficia grupos que financiam sua oposição política para beneficiar outro grupo financiador de suas campanhas. Não faz o menor sentido isso. O governo certamente teria outros meios para beneficiar o Grupo Andrade Gutierrez.</p>
<p>O jornalismo atual está cheio de teses pouco críveis que são passadas para o público como se fossem &#8220;verdades&#8221;. Mas não passam de teses, muitas vezes discutíveis.</p>
<p>Grande abraço,</p>
<p>Jefferson</p>
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		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/a-semana-a-limpo-7/comment-page-1/#comment-1313</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 00:58:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/18/a-semana-a-limpo-7/#comment-1313</guid>
		<description>Prezado José Henrique

Você tem razão. Política não se faz sem dinheiro. Nos EUA, até mesmo os livros básicos de econometria, como é o caso do texto do professor Jeffrey Wooldridge, registram que o grau de ajuste entre dinheiro gasto em campanha e sucesso eleitoral é 0,85. Simplificando, quem gasta mais tem 85% a mais de chances de ser eleito. O resto, os 15% restantes, pode-se chamar de carisma, propostas e/ou coisas do gênero.

Já para o caso brasileiro, infelizmente não contamos com estatísticas tão confiáveis. Existem por certo estimativas de que para cada real doado legalmente nove vão direto para o tal caixa dois. Não somos ingênuos neste site.

Queremos apenas que os encaminhamentos da parte do Estado brasileiro tenham alguma transparência. A história de se escolher os vencedores da arena econômica a partir dos bastidores do jogo político é antidemocrática, quando não muito suspeita. O governo Lula aposta que consegue travar uma possível venda da fusão consolidada se tiver algum poder de veto do tipo acionário (golden share). Com Daniel Dantas na jogada, todo cuidado é pouco.

Enfim, um pouco mais de transparência ajuda o aprofundamento do processo democrático brasileiro. A cooperação entre Estado e agentes privados nacionais precisa estar pautada em regras claras e na prestação de contas, as tais contrapartidas sociais de desempenho.


Cordialmente,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado José Henrique</p>
<p>Você tem razão. Política não se faz sem dinheiro. Nos EUA, até mesmo os livros básicos de econometria, como é o caso do texto do professor Jeffrey Wooldridge, registram que o grau de ajuste entre dinheiro gasto em campanha e sucesso eleitoral é 0,85. Simplificando, quem gasta mais tem 85% a mais de chances de ser eleito. O resto, os 15% restantes, pode-se chamar de carisma, propostas e/ou coisas do gênero.</p>
<p>Já para o caso brasileiro, infelizmente não contamos com estatísticas tão confiáveis. Existem por certo estimativas de que para cada real doado legalmente nove vão direto para o tal caixa dois. Não somos ingênuos neste site.</p>
<p>Queremos apenas que os encaminhamentos da parte do Estado brasileiro tenham alguma transparência. A história de se escolher os vencedores da arena econômica a partir dos bastidores do jogo político é antidemocrática, quando não muito suspeita. O governo Lula aposta que consegue travar uma possível venda da fusão consolidada se tiver algum poder de veto do tipo acionário (golden share). Com Daniel Dantas na jogada, todo cuidado é pouco.</p>
<p>Enfim, um pouco mais de transparência ajuda o aprofundamento do processo democrático brasileiro. A cooperação entre Estado e agentes privados nacionais precisa estar pautada em regras claras e na prestação de contas, as tais contrapartidas sociais de desempenho.</p>
<p>Cordialmente,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
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	<item>
		<title>Por: Jose Henrique</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/a-semana-a-limpo-7/comment-page-1/#comment-1312</link>
		<dc:creator>Jose Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 20:56:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/18/a-semana-a-limpo-7/#comment-1312</guid>
		<description>Caro Léo Nunes,
não é tão simples.
O Lula poderia ter tomado o caminho mais cômodo. que seria ter como doadores principais o Itaú e o Bradesco.
como faz o PSDB.
ou do Carlos Slim (o homem mais rico do mundo), ou da telefônica. O projeto de união dessas empresas são contra eles.
eles são muito mais ricos, mais poderosos e influentes sobre a mídia.
bastava abrir (ainda) mais as pernas para os bancos (lembre-se ele não abre 100% as pernas para os bancos, como podemos ver pelo aumento SIGNIFICATIVO do CSLL somente sobre os bancos)
Coitado do Sergio Andrade perto dos bancos e das maiores empresas nacionais ou internacionais...

Se a opção do PT pelo Sergio Andrade tem alguma relação com a preocupação com interesse público em construir uma grande tele nacional, é positivo receber recursos dele.

não se engane, na democracia moderna não há política sem proximidade com algum empresário. principalmente no Brasil.
isso é inevitável. a diferença é se vc tem um projeto e busca o empresário que pode financiar suas campanhas, ou se vc busca o empresário que tem mais dinheiro e aceita qualquer “projeto” que ele lhe manda engolir.
É preciso diferenciar essas coisas, se não viraremos meros marionetes da mídia. Pois não é possível fazer política no Brasil sem dinheiro para as campanhas.
Portanto, quase sempre que alguém vem com essa história de “beneficiar os amigos” vejo como babaquice de classe média que é papagaio da mídia.
Ou será que a mídia, assim como os políticos, também não recebe bolada de empresário para defender seus interesses?
Dessa forma, essa história de financiar a campanha é palhaçada, o que importa é se o projeto interessa ao Brasil ou não. Isso que deve ser discutido.
Alguém sempre será beneficiado, faça o projeto, OU NÃO!!??????
Agora, de fato, Daniel Dantas não dá.
Se for possível barrar ele no projeto, seria ótimo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Léo Nunes,<br />
não é tão simples.<br />
O Lula poderia ter tomado o caminho mais cômodo. que seria ter como doadores principais o Itaú e o Bradesco.<br />
como faz o PSDB.<br />
ou do Carlos Slim (o homem mais rico do mundo), ou da telefônica. O projeto de união dessas empresas são contra eles.<br />
eles são muito mais ricos, mais poderosos e influentes sobre a mídia.<br />
bastava abrir (ainda) mais as pernas para os bancos (lembre-se ele não abre 100% as pernas para os bancos, como podemos ver pelo aumento SIGNIFICATIVO do CSLL somente sobre os bancos)<br />
Coitado do Sergio Andrade perto dos bancos e das maiores empresas nacionais ou internacionais&#8230;</p>
<p>Se a opção do PT pelo Sergio Andrade tem alguma relação com a preocupação com interesse público em construir uma grande tele nacional, é positivo receber recursos dele.</p>
<p>não se engane, na democracia moderna não há política sem proximidade com algum empresário. principalmente no Brasil.<br />
isso é inevitável. a diferença é se vc tem um projeto e busca o empresário que pode financiar suas campanhas, ou se vc busca o empresário que tem mais dinheiro e aceita qualquer “projeto” que ele lhe manda engolir.<br />
É preciso diferenciar essas coisas, se não viraremos meros marionetes da mídia. Pois não é possível fazer política no Brasil sem dinheiro para as campanhas.<br />
Portanto, quase sempre que alguém vem com essa história de “beneficiar os amigos” vejo como babaquice de classe média que é papagaio da mídia.<br />
Ou será que a mídia, assim como os políticos, também não recebe bolada de empresário para defender seus interesses?<br />
Dessa forma, essa história de financiar a campanha é palhaçada, o que importa é se o projeto interessa ao Brasil ou não. Isso que deve ser discutido.<br />
Alguém sempre será beneficiado, faça o projeto, OU NÃO!!??????<br />
Agora, de fato, Daniel Dantas não dá.<br />
Se for possível barrar ele no projeto, seria ótimo!</p>
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