<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: A lógica do sistema elétrico</title>
	<atom:link href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/a-logica-do-sistema-eletrico/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/a-logica-do-sistema-eletrico/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 05 Oct 2010 14:58:47 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Ronaldo Bicalho</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/a-logica-do-sistema-eletrico/comment-page-1/#comment-114</link>
		<dc:creator>Ronaldo Bicalho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 18:14:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/19/a-logica-do-sistema-eletrico/#comment-114</guid>
		<description>Prezados Gustavo e Roberto,

Como só agora tomei conhecimento dos comentários de vocês, me sinto na obrigação de responder algumas questões levantadas pelos senhores. Até por que respeito as opiniões diferentes da minha.
É evidente que o GNV não resolve o problema, mas pode dar uma contribuição importante. Destruí-lo seria um equívoco em termos de política energética de longo prazo; já que é o potencial de interruptibilidade mais barato de ser explorado. Portanto, barrar o seu crescimento é um erro.
Se todas as térmicas a gás fossem despachada seriam necessários 48 Mm3dia.
Mesmo que fosse possível obter todo esse gás, restaria um problema.
Ele não seria utilizado todo o tempo. O que se faria com esse gás quando ele não tivesse sendo usado pelas térmicas? Seria usado por outros setores que teriam contratos interruptíveis de gás.
O GNL pode garantir 22 Mm3dia. Restariam 26 Mm3dia, que teriam que ser interruptíveis. Onde arrumá-los? Os 7 Mm3dia do GNV são os mais fáceis e baratos para serem conseguidos. Restariam 15 Mm3dia. Que é exatamente o que a Petrobrás está conseguindo hoje, através de um racionamento interno.
É evidente que o despacho de todas as térmicas é um caso particular.
Provavelmente a demanda de gás para a geração será menor do que os 48 Mm3dia. Neste caso, o GNV adquire uma papel mais importante. Já que o máximo que você pode arrumar na indústria é uns 5 Mm3dia de interruptível.
Com relação ao despacho no verão, isto não é correto. Com o despacho fora do mérito, Curva de aversão ao risco e níveis-meta; o despacho de segurança pode ocorrer em qualquer época do ano.
Só levantei a questão do GNV porque acho que ele faz parte da solução, e não do problema. Como estva sendo visto em janeiro.
Por fim, achei muito bom os comentários dos senhores e lamento só tê-los visto agora.
Me desculpe o atraso na resposta, porém achei que os senhores mereciam essa consideração.
E, a propósito, eu não acho que o modelo não tenha problemas. Acho que tem e nisso corcordo com os senhores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados Gustavo e Roberto,</p>
<p>Como só agora tomei conhecimento dos comentários de vocês, me sinto na obrigação de responder algumas questões levantadas pelos senhores. Até por que respeito as opiniões diferentes da minha.<br />
É evidente que o GNV não resolve o problema, mas pode dar uma contribuição importante. Destruí-lo seria um equívoco em termos de política energética de longo prazo; já que é o potencial de interruptibilidade mais barato de ser explorado. Portanto, barrar o seu crescimento é um erro.<br />
Se todas as térmicas a gás fossem despachada seriam necessários 48 Mm3dia.<br />
Mesmo que fosse possível obter todo esse gás, restaria um problema.<br />
Ele não seria utilizado todo o tempo. O que se faria com esse gás quando ele não tivesse sendo usado pelas térmicas? Seria usado por outros setores que teriam contratos interruptíveis de gás.<br />
O GNL pode garantir 22 Mm3dia. Restariam 26 Mm3dia, que teriam que ser interruptíveis. Onde arrumá-los? Os 7 Mm3dia do GNV são os mais fáceis e baratos para serem conseguidos. Restariam 15 Mm3dia. Que é exatamente o que a Petrobrás está conseguindo hoje, através de um racionamento interno.<br />
É evidente que o despacho de todas as térmicas é um caso particular.<br />
Provavelmente a demanda de gás para a geração será menor do que os 48 Mm3dia. Neste caso, o GNV adquire uma papel mais importante. Já que o máximo que você pode arrumar na indústria é uns 5 Mm3dia de interruptível.<br />
Com relação ao despacho no verão, isto não é correto. Com o despacho fora do mérito, Curva de aversão ao risco e níveis-meta; o despacho de segurança pode ocorrer em qualquer época do ano.<br />
Só levantei a questão do GNV porque acho que ele faz parte da solução, e não do problema. Como estva sendo visto em janeiro.<br />
Por fim, achei muito bom os comentários dos senhores e lamento só tê-los visto agora.<br />
Me desculpe o atraso na resposta, porém achei que os senhores mereciam essa consideração.<br />
E, a propósito, eu não acho que o modelo não tenha problemas. Acho que tem e nisso corcordo com os senhores.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/a-logica-do-sistema-eletrico/comment-page-1/#comment-113</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 01:03:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/19/a-logica-do-sistema-eletrico/#comment-113</guid>
		<description>Obrigado Roberto,
então o Ronaldo Bicalho se equivocou também nisso.
Ele não acha que a culpa é do modelo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado Roberto,<br />
então o Ronaldo Bicalho se equivocou também nisso.<br />
Ele não acha que a culpa é do modelo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Roberto Araujo</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/a-logica-do-sistema-eletrico/comment-page-1/#comment-112</link>
		<dc:creator>Roberto Araujo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 22:51:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/19/a-logica-do-sistema-eletrico/#comment-112</guid>
		<description>Só estava chamando atenção da diferença dos dados de potência instalada e energia gerada. Se 92,79% da energia vem de 78,6% de hidraulica é porque elas geram no lugar da outras formas.
Quanto ao GNV como &quot;pulmão&quot; para o gás das térmicas, acho que não há escala para tanto. Não tenho muito atualizado o consumo de GNV, mas as necessidades das térmicas é muito maior.
Sem garantir precisão, as necessidade das térmicas é de + ou menos 50 milhões de m3/dia. Todo o GNV brasileiro gira no entorno de 6 milhões de m3/dia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só estava chamando atenção da diferença dos dados de potência instalada e energia gerada. Se 92,79% da energia vem de 78,6% de hidraulica é porque elas geram no lugar da outras formas.<br />
Quanto ao GNV como &#8220;pulmão&#8221; para o gás das térmicas, acho que não há escala para tanto. Não tenho muito atualizado o consumo de GNV, mas as necessidades das térmicas é muito maior.<br />
Sem garantir precisão, as necessidade das térmicas é de + ou menos 50 milhões de m3/dia. Todo o GNV brasileiro gira no entorno de 6 milhões de m3/dia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/a-logica-do-sistema-eletrico/comment-page-1/#comment-111</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 12:51:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/19/a-logica-do-sistema-eletrico/#comment-111</guid>
		<description>Roberto,
não sei se entendi o problema. Esse Ronaldo Bicalho escreveu um outro texto para o Nassif, mas foram 5 páginas sem muito conteúdo, na minha opinião. Só vi uma idéia interessante (mas politicamente ainda complicada): usar o gás veicular como resíduo do efeito sanfona do consumo de gás para termoelétricas. Ou seja, em termos mais simplórios, ele está propondo que o gás veicular seja usado basicamente no verão. No mais ele me pareceu muito confiante no modelo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Roberto,<br />
não sei se entendi o problema. Esse Ronaldo Bicalho escreveu um outro texto para o Nassif, mas foram 5 páginas sem muito conteúdo, na minha opinião. Só vi uma idéia interessante (mas politicamente ainda complicada): usar o gás veicular como resíduo do efeito sanfona do consumo de gás para termoelétricas. Ou seja, em termos mais simplórios, ele está propondo que o gás veicular seja usado basicamente no verão. No mais ele me pareceu muito confiante no modelo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Roberto Araujo</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/01/a-logica-do-sistema-eletrico/comment-page-1/#comment-110</link>
		<dc:creator>Roberto Araujo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 12:07:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/01/19/a-logica-do-sistema-eletrico/#comment-110</guid>
		<description>Todo o problema está contido em 3 parágrafos:

&quot;Nesse sistema, 92.79% da energia consumida é hidráulica, 2,56% de térmicas a gás natural, 1,7% de térmicas convencionais (incluindo carvão), 2,81% de térmica nuclear e 0,13% de energia eólica.

Só que a capacidade instalada é diferente. São 78,6% de hidráulica, 11,3% de térmica a gás natural, 7,8% de térmica convencional, 2,1% de térmica nuclear e 0,2% de eólica.&quot;

As hidráulicas geram no lugar das outras baseado num modelo de simulação. Se as hipóteses, parâmetros e a conexão com o real estiverem com problemas, teremos problemas. Simples!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Todo o problema está contido em 3 parágrafos:</p>
<p>&#8220;Nesse sistema, 92.79% da energia consumida é hidráulica, 2,56% de térmicas a gás natural, 1,7% de térmicas convencionais (incluindo carvão), 2,81% de térmica nuclear e 0,13% de energia eólica.</p>
<p>Só que a capacidade instalada é diferente. São 78,6% de hidráulica, 11,3% de térmica a gás natural, 7,8% de térmica convencional, 2,1% de térmica nuclear e 0,2% de eólica.&#8221;</p>
<p>As hidráulicas geram no lugar das outras baseado num modelo de simulação. Se as hipóteses, parâmetros e a conexão com o real estiverem com problemas, teremos problemas. Simples!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
