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Blog do Desemprego Zero

Archive for janeiro 28th, 2008

EUA: dando adeus à Hegemonia?

Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Em um estimulante ensaio publicado ontem na edição dominical do New York Times, Parag Khanna, pesquisador senior do American Strategy Program da New American Foundation, faz um interessante recorrido dos aspectos mais relevantes do declínio da hegemonia americana no mundo contemporaneo. Escapando das análises mais convencionais, Parag Khanna paralelamente aponta o forte declínio de uma Rússia ( ” seu declínio populacional oscila em torno a meio milhão de cidadãos anualmente ou mais, significando que a Rússia não será muito maior que a Turquia por volta de 2025 – população esta que estará dispersa em um país tão vasto que nem fará sentido como um só país” ) condenada a se incorporar à Europa ou torna-se uma petro-vassala da China , assinala o papel crescente dos países que chama de “segundo mundo” – os BRICS que já não são mais integrantes do antigo “terceiro mundo” – e,last but not least, antevê a geopolítica do século XXI ancorada em três pan-regiões hemisféricas – zonas econômicas longitudinais  dominadas pelos Estados Unidos, pela Europa e pela China. Leia o resto do artigo »

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Estudo sugere que o PAC muda o modelo econômico

Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

(Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 6)(Viviane Monteiro com Agência Brasil)


28 de Janeiro de 2008 – Embora considerado ainda insuficiente, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) representa o início de uma mudança no modelo econômico do País que, nos últimos anos, esteve voltado basicamente ao controle de inflação, via taxa de juro elevada. Essa é a principal conclusão do estudo “Pensando uma Agenda para o Brasil”, do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), que sugere ainda uma mudança imediata na estrutura tributária brasileira para melhorar a distribuição de renda, já que os tributos “incidem mais sobre a camada mais pobre”. Leia o resto do artigo »

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O fracasso do neoliberalismo

Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

26/01/2008

Phillip Blond* do Herald Tribune

Em Lancaster, na Inglaterra

Enviado por Ronaldo Abreu

Parece cada vez mais que no século 21 estamos retornando à economia do século 19, quando a riqueza estava tremendamente concentrada nas mãos de alguns poucos proprietários e especuladores astutos.

Nem a direita nem a esquerda parecem ser capazes de criar uma sociedade na qual todos se beneficiem do aumento da prosperidade e da segurança econômica.

As alegações da direita de que os mercados livres enriquecerão todos os setores da Leia o resto do artigo »

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Brasil já vive crise energética, afirma Jardim

Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

DCI

21/01/08

O Ministério de Minas e Energia terá a partir de hoje um novo comandante. O senador Edison Lobão (PMDB-MA) assume o cargo com o desafio de evitar uma nova crise de abastecimento energético, como a que ocorreu em 2001. Crise esta que, segundo o deputado federal pelo PPS de São Paulo, Arnaldo Jardim, já chegou. “Ela não está ocorrendo quando você vai na tomada ligar algum aparelho e a energia não surge; ela não está, ainda, na desativação de uma determinada indústria. Mas está presente pelo preço, Leia o resto do artigo »

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Abusando da sorte

Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

O Estado de S. Paulo

25/1/2008

Rogério L. Furquim Werneck

A esta altura já está mais do que claro que, nos próximos meses, o governo vai ter de lidar, ao mesmo tempo, com dois grandes desafios. De um lado, terá de evitar que a escassez de energia comprometa o crescimento econômico do País. De outro, terá de enfrentar os desdobramentos da desestabilização dos mercados financeiros internacionais e da perda de dinamismo da economia mundial. O que preocupa é a leveza com que o governo se vem preparando para lidar com tais desafios. Leia o resto do artigo »

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FED, QUE NÃO É BOBO, DEVE REDUZIR NOVAMENTE A TAXA DE JUROS NESTA SEMANA

Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – Numa decisão surpreendente para alguns, o Banco Central norte-americano (FED), que não é bobo, reduziu a taxa de juros básica da economia norte-americana em 0,75% em reunião extraordinária na última semana. Muitos analistas acreditam que o FED possa dar um repeteco na semana que segue.

De fato, o FED tenta consertar o erro cometido na gestão do “maestro” do neoliberalismo, Alan Greenspan, que fez vista grossa para a bolha que se formava no mercado imobiliário. Agora, não adianta choramingar sobre argumentos como o moral hazard (risco moral). A única saída que se coloca é a injeção de liquidez para que a crise financeira não afete a macroeconomia do emprego e da renda.

No que diz respeito aos países tropicais, resta torcer para que a China mantenha seu crescimento e, por conseguinte, sua demanda por commodities em alta, para que nossas variáveis macroeconômicas não sejam seriamente afetadas. O FED, graças aos deuses, tem ignorado a cartilha econômica convencional, e na hora do “pega pra capar”, tem recorrentemente mandado a ortodoxia econômica às favas. Como dizia minha vovozinha, na prática a teoria é outra.

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Abertura dos portos foi primeiro passo do país rumo à globalização

Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Fernando Barros de Mello – da Redação  da Folha

 

A ABERTURA dos Portos às Nações Amigas foi assinada pelo então príncipe regente d. João 6º em 28 de janeiro de 1808. Nos 200 anos da data, o embaixador e ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero diz que o ato foi o primeiro passo do Brasil rumo à globalização. Ricupero, que acaba de organizar o livro “A Abertura dos Portos” (Senac), fala sobre a influência inglesa, que culminou nos privilégios dos “Tratados Desiguais”, de 1810, e compara o passado com a OMC e a Alca. Leia o resto do artigo »

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