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Blog do Desemprego Zero

Archive for janeiro 23rd, 2008

Par de múmias do senso econômico comum: “PIB é um cadáver inselputo”. SERÁ??

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

  VALOR – 22/01/2008

José Eli da Veiga professor titular do departamento de economia da FEA/USP e autor de “A Emergência Socioambiental” (Ed. Senac, 2007), escreve mensalmente às terças. Página web: www.zeeli.pro.br

O senso econômico comum está repleto de múmias. Mas há uma dupla que causa mais espanto do que todas as demais enfileiradas. Porque sintetiza uma das mais recorrentes convicções dos quadros políticos brasileiros. Estejam com o governo ou na oposição; sejam de centro, de direita, ou de esquerda; nada há que mais comunguem do que o fetichismo do “crescimento do PIB com distribuição de renda”. Segundo os mais deslumbrados, seria esse o “binômio” do desenvolvimento sustentável. 

Mas o PIB é um cadáver insepulto, tão bem embalsamado pelo Sistema de Contas Nacionais, que há 35 anos resiste ao bombardeio dos melhores cérebros, fornecendo um dos mais fascinantes exemplos históricos de inércia institucional. Em algum momento do futuro parecerá mentira que, por mais de meio século Leia o resto do artigo »

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Cidade Maravilhosa

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Por DRAUZIO VARELLA , 19/01/08 (Folha de São Paulo)

Não fosse a violência, doença contagiosa, haveria no mundo lugar com mais atrativos?

O RIO de Janeiro continua um cenário de encantos mil, mas está distante da cidade maravilhosa.

Semana passada gravei um programa de TV em locações que me obrigaram a circular entre casarões coloniais e becos do início do século passado ainda preservados na região central. Nos espaços entre eles, a visão das montanhas.

O sol não deu um minuto de trégua; parecia um crematório. Gravamos até as sete da noite, sem parar sequer para um lanche. Eu tinha acordado às cinco da manhã, em São Paulo. Quando entrei no carro que me levaria de volta para o aeroporto, estava alquebrado, com fome, sede e com a sensação pegajosa de que haviam derramado um galão de cola em meu corpo.

Na frente do cemitério São João Baptista, em Botafogo, o trânsito ficou congestionado. Em contraposição à impaciência do motorista carioca, enfrentei a adversidade com resignação paulistana.

Em dado momento, ouvi um batuque que vinha do fim da rua. Quando nos aproximamos, pude ver que se originava de um botequim abarrotado de mulatos, negros e brancos que pulavam e batiam nos surdos e tamborins com a energia do herói que cumpre a derradeira missão da existência. Mulheres de calça agarrada e ombros de fora cantavam com os braços para cima e requebravam na calçada. Leia o resto do artigo »

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Duas Caras para um só discurso

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Por Gabriel Priolli em 22/1/2008 do Observatório da Imprensa

O ex-presidente da Radiobrás Eugenio Bucci, arguto pensador da mídia, já observou que a telenovela revela mais do Brasil do que o telejornalismo. Enquanto este enfrenta uma enorme multiplicidade de fatos, está sujeito a toda sorte de pressões e utiliza técnicas de abordagem que privilegiam a frieza de análise, o distanciamento crítico e a isenção possível, aquela opera no registro oposto. Seleciona aspectos da vida social e trata deles de forma apaixonada, visceral, pelas ações e conflitos de um grupo de personagens. É dessa forma que o Brasil real emerge, com mais clareza, do microcosmo pulsante dos folhetins do que do caos entorpecente do noticiário. Leia o resto do artigo »

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Máximas do Barão de Itararé

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Enviada por José Marcio Tavares
23/01/2008 10:20

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Crise financeira vai deixar 5 milhões desempregados, no mínimo

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Segundo o informe anual da Organização Internacional do Trabalho (OIT), publicado hoje, a crise financeira nos Estados Unidos e alta descontrolada dos preços do petróleo farão com que o número de desempregados no mundo aumente em cinco milhões em 2008 .  

O número de desempregados no mundo alcançou os 189,9 milhões no final de 2007. José Salazar-Xirinachs, um dos diretores da OIT, disse à agência EFE que a previsão ainda não inclui o impacto da crise das bolsas no emprego.

Enquanto isso, no planeta Davos, 75% dos cerca de 300 participantes do Fórum Econômico Global que responderam a uma enquete se mostraram contra a regulação dos mercados financeiros globais. Apesar disso, 59% reconhecem que os Bancos Centrais perderam o controle sobre a administração da economia.

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Reservas podem virar pó em pouco tempo

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Em 98, país perdeu US$ 36 bi em alguns dias; em 2008, R$ 3,3 bi saíram em 16 dias

O economista Reinaldo Gonçalves, professor de Economia Internacional da UFRJ, adverte que “a absurda liberalização financeira e cambial” deixa o Brasil exposto a perder suas reservas cambiais, duramente conquistadas, “em poucas semanas”. Gonçalves classifica de “bobagem” imaginar que acumular reservas equivalentes à dívida externa dê segurança à economia.

“Em 1997, Gustavo Franco (então presidente do Banco Central) disse isso e no ano seguinte perdemos US$ 36 bilhões em poucos dias”, lembrou. Segundo a Bovespa, em apenas 16 dias, R$ 3,36 bilhões já saíram da bolsa”, lembra.

De janeiro a setembro de 2007, estrangeiros lucraram US$ 151,29 bilhões com aplicações em ativos financeiros aqui e compra de American Depositary Receipts (ADRs), recibos pelos quais as empresas do país são negociadas nos EUA. O lucro acumulado em nove meses pelos estrangeiros superou as exportações do país, no mesmo período, de US$ 116,6 bilhões. E equivale às reservas no ano – pouco mais de US$ 160 bilhões.

Gonçalves frisa que esses investimentos deixarão o país um dia, acrescidos dos ganhos: “O governo deveria impedir que o aplicador saísse de um fundo de títulos públicos para comprar dólar e remeter para fora.” Para o economista, que defende o controle de capitais, a abertura indiscriminada da economia obrigou o governo a adotar políticas que deixaram o Estado brasileiro incapaz até de tocar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que completou um ano terça-feira:

“O governo Lula mantém superávits fiscais absurdos e ainda assim o PAC está emperrado. O programa é apenas uma lista de obras que agora já inclui aumento de salário para a PM e até obra no morro do Pavãozinho, quando deveria recuperar a infra-estrutura”, avalia.

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TSE & ESCOLARIDADE DO ELEITOR

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Vénicio de Lima Observatório da Imprensa

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vem divulgando, ao longo desse mês de janeiro, diferentes informações sobre os eleitores brasileiros consolidadas para dezembro de 2007. Na quarta feira (16/1), foi a vez da escolaridade do eleitor. Trata-se de dados de grande interesse público, sobretudo para políticos, partidos e outras entidades envolvidas no processo eleitoral no ano em que serão realizadas eleições municipais em todo o país.Como não poderia deixar de ser, houve repercussão imediata na grande mídia. O principal telejornal da televisão brasileira, o Jornal Nacional da Rede Globo, deu matéria com a chamada “Mais de 6% dos eleitores brasileiros são analfabetos”, seguida do texto: Leia o resto do artigo »

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COMO DISSE A PROFESSORA CONCEIÇÃO: “QUERIA TER EU UM BANCO CENTRAL COMO O FED.”

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O FED mais uma vez ignorou solenemente a teoria econômica convencional e, num “ajuste de emergência”, rebaixou a taxa de juros básica de 4,25% para 3,5%, dando uma possibilidade de respiro ao mercado financeiro internacional. Como nos lembrou recentemente a Professora Maria da Conceição Tavares, o FED não olha uma única meta, mas trabalha conjuntamente as variáveis inflação e crescimento (clique aqui para ler a entrevista).

As conseqüências das medidas foram imediatas. O índice Bovespa valorizou 4,45%, chegando a 56.097 pontos. Já o dólar comercial terminou o dia em queda de 2,07%, cotado a R$ 1,792. A maior parte das Bolsas européias também registraram alta.

Isto serve de lição para nossa autoridade monetária, que aparentemente sofre de surtos obsessivos inflacionários. O FED mais uma vez demonstrou que a atividade de policy maker muitas vezes deve guardar uma margem de segurança em relação às fraquezas da teoria eocnômica convencional. Na hora do “vamos ver”, a autoridade monetária norte-americana não é nada ortodoxa. Graças a Deus!!

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