Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Gustavo Antônio Galvão dos Santos
Não nutro nenhuma simpatia pelo César Maia. Motivos não me faltam.
Entretanto, não vejo com bons olhos esse movimento contra o pagamento de IPTU. Isso me cheira muito a história contra a CPMF.
A CPMF era um imposto que incidia fortemente contra o patrimônio e era muito difícil de ser sonegado. Era, portanto, um dos poucos impostos progressivos do país. Imposto progressivo é aquele que incide relativamente mais sobre o rico do que sobre o pobre.
A CPMF era mais progressiva que os impostos sobre consumo ou valor agregado como ICMS, ISS, IPI, etc. Era também mais progressiva do que o imposto de renda, pois o patrimônio financeiro é mais concentrado do que a renda e porque os mais ricos que são os grandes sonegadores de imposto de renda. Os assalariados são tributados na fonte e não tem acesso aos mais famosos escritórios de advocacia. A CPMF ainda ajudava a combater a sonegação de imposto de renda daqueles que vivem do patrimônio.
Fizeram uma violenta campanha contra a CPMF e venceram.
O IPTU tem algumas características similares à CPMF. É certamente o imposto mais progressivo do país. E é muito difícil de ser sonegado…
Essa similitude entre os dois impostos nos leva a pensar. A sociedade é induzida a se revoltar “justamente” contra os impostos mais justos…
Se continuar assim, vamos acabar com um sistema tributário ainda mais injusto do que já é. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Amazônia real atropela idéias de Mangabeira
Ele planejava um aqueduto a partir do Norte para abastecer o Nordeste e descobriu que só em Manaus há 700 mil pessoas sem água encanada
O secretário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, ouviu ontem (18/1), numa mesa-redonda com especialistas, em Manaus, que pouco adianta ter idéias criativas e ousadas – como a de um aqueduto para levar água ao Nordeste -, se problemas básicos da região ainda não foram resolvidos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – São Paulo
Brasil
O assunto mais polêmico desta semana é certamente a possibilidade de compra da BrT pela Oi, o que resultaria na criação de uma “super-tele” brasileira. Para os críticos (clique aqui para ler a interessante cobertura do blog Conversa Afiada), a operação atenderia apenas a demandas privas. Os empresários Sérgio Andrade e Carlos Jereissati assumiriam o comando da tele sem desembolsar qualquer recurso, pois a compra seria financiada pelo BNDES (leia-se dinheiro do contribuinte). Além disso, o Citibank, um dos principais acionistas da BrT, venderia sua parte para fazer fluxo de caixa com o objetivo de cobrir seu rombo. Já Daniel Dantas poderia também vender sua parte e fazer um acordo com Citi para remover uma ação do banco contra ele na justiça norte-americana. A acusação dos críticos é a de que o governo teria interesse em patrocinar esta operação (além de alterar a lei de telecomunicações para legalizar a operação) para favorecer Sergio Andrade, maior doador da campanha de Lula em 2006 e sócio do filho do presidente Lula na empresa Gamecorp. Para ter uma visão favorável à operação, ver qualquer órgão da grande imprensa.
VISÃO DE UM ESPECIALISTA
O ESTADO SOU EU !
Internacional
O principal acontecimento da semana foi o pedido feito pelo presidente norte-americano George W. Bush ao Congresso dos EUA de um pacote de isenção fiscal no valor US$ 145 bilhões com o objetivo de impedir uma recessão naquele país. A crise iminente tem como estopim a crise do mercado de crédito imobiliário podre (subprime). Clique aqui para saber mais.
Economia
O fato econômico mais relevante da semana foi o discurso do presidente do Federal Reserve (o Banco Central dos EUA), Ben Bernanke, que foi recebido com pessimismo pelos agentes do mercado financeiro. Bernanke afirmou que a economia norte-americana deve caminhar a passos lentos neste ano, como conseqüência da crise no mercado imobiliário dos EUA (clique aqui para ler mais).
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
A crise imobiliário-financeira que afeta a economia dos Estados Unidos desde o ano passado terá repercussões no Brasil. A advertência foi feita, em entrevista à Agência Brasil, pelo economista Reinaldo Gonçalves, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).Para ele, existe consenso de que a crise norte-americana afeta o Brasil e o mundo todo: “Só que afeta o Brasil mais do que o conjunto da economia mundial frente às vulnerabilidades do Brasil, que são muito grandes”, salientou. Gonçalves afirmou que o Brasil é um país vulnerável, porque não construiu, ao longo do tempo, os elementos necessários para protegê-lo de fatores desestabilizadores externos. Além disso, o país, nesse passado recente, em vez de melhorar suas condições internas, fragilizou-se em áreas importantes, ficando em pior situação relativa do que o restante do mundo.
Segundo o economista, o risco de o Brasil ser afetado pela crise dos EUA existe, apesar do crescimento do crédito registrado ano passado. Ele explicou que, como o crescimento brasileiro é impulsionado por crédito, essa expansão tem “fôlego curto”, especialmente quando o país não tem condições de manter um crescimento sustentável.
Gonçalves avaliou que o grande problema da crise do mercado imobiliário norte-americano é que o crédito se expandiu de forma muito rápida, entre 2003/2004, com juros elevados, e isso não se sustentou por muito tempo.
“E começou a dar problemas na área financeira. No caso do Brasil, o problema financeiro ainda não está aparecendo de forma tão séria, embora já surjam problemas sociais de gente que se endividou – pensionistas, aposentados, trabalhadores, que estão com a corda no pescoço. O problema é que as condições de oferta não acompanharam. Daí a pressão inflacionária que a gente está tendo, que tem a ver com essa expansão de demanda sem a correspondente expansão da oferta”, explicou.
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Por Roberto Pereira d’ Araujo * - 18/01/2008
Para quem trabalhou sua vida toda na área de planejamento, assistir a essa enorme confusão de opiniões e critérios no setor elétrico e ainda outra ameaça de racionamento é bastante penoso. Os reservatórios atingem a curva de “aversão ao risco”, o governo contrata energia de reserva, raspa o tacho do gás, vai gerar eletricidade com diesel e diz que está tudo bem?
Toda a metodologia desenvolvida para operar e expandir o sistema brasileiro foi desenvolvida em sincronia com o mundo físico. O desafio não foi pequeno, pois os engenheiros brasileiros perceberam que o nosso sistema não era igual aos sistemas dos países desenvolvidos e, conseqüentemente, a experiência internacional era de pouca serventia. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
VALOR – 16/01/2008
Carlos Lessa é professor-titular de economia brasileira da UFRJ.
Escreve mensalmente às quartas-feiras. E-mail: carlos-lessa@uol.com.br
Com este título, o Afonso Celso publicou um livro de sucesso e passou a ser o grande ingênuo do Brasil. Vou parafraseá-lo e, sem temor à ingenuidade, afirmar que me ufano do povo carioca colocar dois milhões de participantes na praia de Copacabana e mais um milhão nas outras praias da cidade, inclusive no piscinão de Ramos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Folha de S. Paulo
17/1/2008
José Alencar
São muitas as preocupações, mas há uma de que não se tem falado nada, e é sobre ela que me permito falar. Trata-se da defesa nacional
O ORÇAMENTO sofreu um rombo. Coisa parecida com R$ 40 bilhões. O equilíbrio orçamentário é absolutamente essencial para a estabilidade da moeda. Mas o rombo está posto. Quarenta bilhões de reais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Em pesquisa realizada nesta sexta-feira pela Reuters/C-SPAN/Zogby, a pré-candidata democrata Hillary Clinton aparece com uma vantagem de cinco pontos percentuais em relação a seu rival de partido Barack Obama na véspera da prévia da legenda no Estado de Nevada.
A senadora de Nova York e ex-primeira-dama dos Estados Unidos aparece com 42% das preferências, contra 37% do senador de Illinois. O ex-senador John Edwards, que também disputou a candidatura em 2004 e perdeu a indicação do partido para John Kerry, está em um distante terceiro lugar, com 12%, segundo a sondagem. Nas duas primeiras prévias, Iowa e New Hampshire, Obama venceu a primeira e Hillary a segunda. O jogo ainda está começando, mas a candidatura de Hillary deve voltar a ganhar força se confirmada mais uma vitória. Leia o resto do artigo »
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