Postado em 14 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO (IPEA) – 14/12/2007
Por Jorge Luiz de Souza e Roberto Müller Filho
“Tomara eu ter o Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos como Banco Central. Eles tratam direitinho das duas metas que eles têm, que são crescimento e inflação. Eles não acham que só têm que atacar a inflação. Eles acham que também não podem mergulhar a economia na depressão”, diz a professora Maria da Conceição Tavares na segunda de uma série de entrevistas da revista Desafios do Desenvolvimento com os membros do novo Conselho de Orientação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quanto à possibilidade de o Brasil se tornar exportador de petróleo, diz esperar “que não seja tão cedo, porque seria um disparate entrar nessa agora”
Leia o resto do artigo »
Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | 2 Comentários »
Postado em 14 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Monitor Mercantil -RJ – 14/01/2008
por Rogério Lessa
Artigo em .pdf clique aqui para ler >>
Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica, Rogério Lessa | Sem Comentários »
Postado em 14 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Revista Capital – 13/01/08
por Antônio Delphim Neto
Artigo em .pdf clique aqui para ler >>
Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »
Postado em 14 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Jornal do Brasil – 14/1/2008
por Ana Carolina Saito e Sandra Nascimento
Para o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socio-econômicos (Dieese), os encargos sociais no Brasil representam apenas cerca de 25% dos salários, segundo os cálculos do técnico Carlindo Rodrigues de Oliveira.
Leia o resto do artigo »
Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »
Postado em 14 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
A quantas andará o Estado de Direito quando um juiz da mais alta instância do Poder Judiciário do país orienta uma das partes e antecipa o veredicto? O que temos aqui?
Gilson Caroni Filho da Carta Maior
O jogo da oposição, nos primeiros dias de 2008, guarda semelhanças com uma brincadeira infantil que povoa a memória da maioria dos adultos: o jogo da amarelinha. Com pequenas variações, o modo de brincar é sempre o mesmo. No transcurso da peleja, não vale deixar a pedra cair ou pisar na linha. Se uma das duas coisas ocorrer, a criança perde a vez e tem que torcer pelo erro do adversário para ter uma nova chance.
Tentando evitar tropeços e chegar ao “céu”, a oposição conservadora risca o chão com uma trinca cada vez mais articulada: a judicialização da política, a politização do judiciário e a partidarização da imprensa. Com ela tenta manter o equilíbrio, evitando colocar as mãos no solo ou pisar fora dos limites das casas.
No que diz respeito ao papel desempenhado pelo Judiciário, o ministro do Supremo Tribunal Federal, juiz Marco Aurélio Mello é significativo demais para ser ignorado. Com sua atração por holofotes, tem se notabilizado por ignorar o insulamento jurídico, jogando-se de corpo e alma em um ativismo preocupante para a democracia. Leia o resto do artigo »
Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »
Postado em 14 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Postado em Internacional | 1 Comentário »
Postado em 14 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
No paraíso dos rentistas, sem fazer gato a TV a cabo é privilégio para poucos. Isso torna fácil dirigir os programas de economia para agradar ou induzir os assinantes. No último domingo, pudemos assistir a mais um teatrinho à moda do cartel dos meios de comunicação.
O diretor-âncora, expert em vinhos finos - hoje muito baratos, por causa da sobrevalorização do real - dava o tom ao repetir o mantra do “gigantismo do Estado”, enquanto o consultor da agência de risco “genuinamente brasileira” disparava contra ”a gastança com o funcionalismo” – ativos e inativos.
A palavra volta ao “diretor”, que levanta a bola para o professor universitário reconhecer que os indicadores macroeconômicos estão ótimos, mas ressalvar que ”o diabo está nos detalhes”. Tudo isso diante de um cientista político de fisionomia apática.
Dizer que há funcionários públicos demais no Brasil, quando, em proporção ao total de habitantes, ficamos atrás dos EUA, Chile e muitas outras nações - desenvolvidas ou não – é um atentado terrorista contra a ética em um país onde os aviões estão colidindo no ar e a escola pública forma analfabetos funcionais.
Beira o charlatanismo argumentar que o “diabo está nos detalhes” para negar a macroevidência de que o arrocho fiscal dos últimos anos levou o Brasil a um déficit nominal abaixo de 3% do PIB, patamar que a maioria dos países da União Européia, a Índia ou os EUA estão longe de atingir.
Por duas razões, talvez seja a hora das pessoas esclarecidas aceitarem o debate sobre a qualidade do gasto público no país. Para mostrar que a quantidade está mais do que controlada e e para chamar a atenção para o verdadeiro ladrão por onde transborda a caixa d’água dos impostos no Brasil: a taxa de juros que rivaliza com a Turquia o posto de campeã mundial.
Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira | 2 Comentários »