Postado em 11 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Versão do artigo publicado na revista do Observatorio Iberoamericano del Desarrollo Local y la Economía Social (OIDLES), v. 1, n.0, jun.2007.
Rodrigo Loureiro Medeiros, D.Sc. – Cátedra e Rede de Economia Global e Desenvolvimento Sustentável (Reggen/Unesco)
Resumo
O artigo discute, a partir da perspectiva sistêmica, as dificuldades de gestão sustentável dos recursos hídricos nas metrópoles brasileiras. Ao longo da segunda metade do século XX, a aglomeração urbana foi agravada pela concentração dos investimentos industriais. Embates políticos travados nos episódios da guerra fiscal da década de 1990 tampouco contribuíram para equilibrar as oportunidades de desenvolvimento. Apesar de o Brasil ter sediado o importante evento Rio 1992, a fragmentada agenda nacional devotou poucos esforços na efetivação de uma proposta de desenvolvimento sustentável. O recente alarme global provocado pelo Painel Intergovernamental para Mudança Climática das Nações Unidas demanda uma nova postura da sociedade brasileira. Dificilmente os desafios presentes podem ser enfrentados com as soluções do passado. Subsídios das experiências estrangeiras podem ajudar, porém a criatividade nacional precisará ser exercitada. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Fonte: Tribuna da Imprensa de 11 de dezembro de 2007
A produção industrial cresceu em 13 dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em outubro ante setembro. A exceção ficou com Pernambuco (-1,3%). O Paraná (13,6%) foi o único estado com aumento de dois dígitos nessa base de comparação. Com crescimento acima da média nacional (2,8%) figuram ainda: Rio de Janeiro (8,5%), Espírito Santo (6,6%), Amazonas (5,4%), Goiás (3,9%) e Bahia (3%). Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – Hoje pode ser o dia da redenção (ou da maior frustração) para o governo desde o início do segundo mandato do Presidente Lula. A base governista conta nos dedos os possíveis votos a favor da prorrogação da PEC da CPFM. Entretanto, o governo pode enfrentar dois grandes problemas neste complicado momento. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Gustavo Antônio Galvão dos Santos* 10/12/2007
Rubens Ricupero alerta que a política brasileira de não aceitar imposição de metas de emissão de gás carbônico a países em desenvolvimento é suicida. Suicida e atrasada mais de uma década em relação à nova realidade econômica mundial.
Hoje 73% do aumento da emissão de gás carbônico provêm dos emergentes, basicamente das usinas a carvão chinesas. Permitir que a China continue expandindo velozmente a produção dessa energia tão suja é um perigo para o clima do planeta. Temos que lembrar que os países tropicais são aqueles onde se prevê maiores prejuízos em decorrência do aquecimento. O Brasil é o maior país tropical do planeta.
Porém a pergunta de quem não conhece a nova realidade chinesa ainda é:
Mas o Brasil não pode ser prejudicado se os emergentes forem obrigados a cumprir metas de emissão?
Certamente que não. Muito pelo contrário. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
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Postado em 10 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Para executivo, lei foi feita em circunstância diferente da atual. ‘Há dez anos havia alto risco e falta de atratividade’
Irany Tereza e Nicola Pamplona ESTADO DE SÃO PAULO
Num momento em que o mercado de petróleo parecia afastar o risco de mudança no marco regulatório do setor, o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, assume uma defesa veemente de alterações na Lei do Petróleo, em conseqüência dos indícios de existência de grandes reservatórios de petróleo na camada de pré-sal. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – Os deputados federais Ricardo Berzoini e Jilmar Tatto disputam, no próximo dia 16, o segundo turno da eleição que definirá o presidente da legenda nos próximos dois anos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Le Monde Diplomatique Brasil, dez.2007.
Por Elizabeth Carvalho
A Venezuela bolivariana vive um processo inédito de mobilização social. Foi isso que tornou inviáveis os aspectos ultra-centralizadores e retrógrados do projeto do presidente. Diálogo em Caracas com o sociólogo Edgardo Lander, um socialista comprometido com o futuro da democracia.
Do longo discurso de três horas, restou apenas uma frase. Os bons ouvintes, experientes e calejados, imediatamente identificaram ali a dúvida, o tênue sinal de fraqueza, a pequena brecha por onde escoava o mal-estar oculto nas próprias fileiras chavistas, com a reforma constitucional que o presidente Hugo Chávez acreditava ver aprovada no dia seguinte, por referendo popular. Diante da multidão que cobria de vermelho a imensa Avenida Bolívar, no comício de encerramento de sua campanha em Caracas, ele advertiu: “que fique bem claro: quem votar NÃO vota contra Chávez, vota por Bush”. Chávez sabia que ali mesmo, naquela massa compacta que constituía sua base de apoio, havia muita gente que desta vez não queria, nem iria, dizer SIM ao presidente – apesar da chantagem política implícita na frase.
O professor Edgardo Lander é bem mais que um bom ouvinte, experiente e calejado. Catedrático do Departamento de Sociologia da Universidade de Venezuela e professor do programa de pós-doutorado, dono de uma obra respeitada em todo o mundo, é um intelectual profundamente engajado no processo histórico de mudança que seu país vem experimentando nos últimos anos. Mas é também um crítico feroz da fracassada experiência socialista do século 20, que ele teme se repetir na Venezuela. Uma ordem autoritária, demolidora dos ideais democráticos, que incorporou as tendências mais negativas do modelo industrial-capitalista, com padrões de destruição ambiental ainda mais acelerados que os da sociedade que pretendia combater. Em suma, é um socialista venezuelano que votou NÃO. Leia o resto do artigo »
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