Postado em 16 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Blog Holofote
O Projeto do Cimento Social tem por objetivo ajudar as famílias da comunidade do Morro da Providência a concluir suas casas com estabilidade estrutural e condições sanitárias visando uma melhor habitabilidade.
O projeto pretende também instalar postes de iluminação, criar um sistema de proteção para a rede elétrica e telefônica, e promover o reflorestamento em algumas áreas.
O nome Cimento Social traz implícito o conceito de promover a união da comunidade em torno de um mesmo objetivo, desde a formulação do projeto até a execução da obra. O projeto visa também a participação posterior da comunidade na conservação das melhorias executadas, gerando um sentimento de bem-estar que propiciará uma melhora na qualidade de vida dos moradores.
O Projeto vai atender a 782 moradias Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Gustavo Antônio Galvão dos Santos*
Fim da CPMF. São 40 bilhões a 50 bilhões de reais a menos para a saúde pública. Mas nos jornais é só comemoração. Comemoram o que? A derrota do governo. Comemoram como comemoravam na semana passada a derrota do Chávez. Tudo se passa como se fosse uma grande luta do BEM contra os “governos populistas da América Latina”. E a saúde pública?
O Brasil é um dos poucos países não desenvolvidos que garante saúde pública universal. Em um hospital público brasileiro não é necessário mostrar nem carteira de identidade para ser atendido. Nos EUA é necessário mostrar CARTÃO DE CRÉDITO ou CARTÃO DE PLANO DE SAÚDE. É essa a saúde que queremos? Leia o resto do artigo »
Postado em CPMF: e agora?, Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Social, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | 12 Comentários »
Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Valor Econômico (14/12/2007)
José Luís Fiori
O diplomata norte-americano mais influente da segunda metade do século XX nasceu em Fürth, na Alemanha, em 1923. Mas imigrou para os Estados Unidos e se nacionalizou norte-americano em 1943, antes de doutorar-se na Universidade de Harvard, em 1954, onde foi professor e diretor do seu Centro de Estudos Internacionais, e do seu Programa de Estudos de Defesa, até 1971. Apesar disto, Heinz Alfred Kissinger não foi um acadêmico, foi, sobretudo, um consultor, funcionário e executivo da segurança nacional, e da política externa norte-americana. Desde 1953, no governo de Dwight Eisenhower, até o final da sua gestão como conselheiro de Segurança da Presidência e como secretário de Estado das administrações de Richard Nixon e Gerald Ford, entre 1968 e 1976. Neste último período, em particular, Henry Kissinger exerceu uma diplomacia pouco convencional e extremamente ágil, como formulador e operador direto de suas próprias decisões, cioso de suas idéias e do seu poder pessoal e institucional. Foi nesta época que ele tomou algumas decisões e liderou iniciativas do governo americano que deixaram marcas profundas na história da segunda metade do Século XX. Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Valor EconômicoJOSE LUÍS FIORI
O principal “geoestrategista” norte-americano do século XX, nasceu em Amsterdam, em 1893, e morreu nos Estados Unidos, em 1943. Era de origem holandesa, mas fez seus estudos superiores na Universidade da Califórnia, e foi professor da Universidade de Yale, onde dirigiu o seu Instituto de Estudos Internacionais, entre 1935 e 1940. Morreu ainda jovem, com 49 anos, e deixou apenas dois livros sobre a política externa norte-americana: o primeiro, America’s Strategy in World Politics, publicado em 1942, e o segundo, The Geography of the Peace, publicado um ano depois da sua morte, em 1944. Dois livros que se transformaram na pedra angular do pensamento estratégico norte-americano de toda a segunda metade do século XX, e do início do século XXI.
Nicholas Spykman não foi um cientista, foi um “geopolítico” e a geopolítica não é uma ciência, é apenas uma disciplina que estuda a relação entre o espaço e a expansão do poder, antecipando e racionalizando as decisões estratégicas dos países que exercem poder fora de suas fronteiras nacionais. É por isto, aliás, que só existe produção geopolítica relevante, nas chamadas “grandes potências”, e cada uma delas tem sua própria “escola geopolítica”, com suas preocupações, objetivos e racionalizações específicas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Valor
“Perde-se um importante instrumento de investigação”, diz o juiz federal Sergio Fernando Moro, sobre a extinção da CPMF a partir de janeiro. Moro atuou em vários casos envolvendo lavagem de dinheiro, como o Banestado e Operação Farol da Colina. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
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Postado em 14 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Gustavo Henrique Borges da Costa
A Folha de São Paulo acaba de publicar notas que dizem que a “CNBB CONVOCA JEJUM DE APOIO A BISPO”. Esse é um fato único na história da humanidade. Proponho uma análise das notas.
A CNBB não apenas se manifesta sobre a questão do projeto de Transposição do Rio São Francisco como faz gestões políticas junto à Presidência da República para defender suas posições, sob a oportunidade da greve de fome de um membro graduado (Bispo). Se o faz, abre espaço para que seja tratada tal como entidade civil organizada, de classe – a questão de D. Cappio é central nas notas e na repercussão da FSP, a questão do rio fica em segundo plano.
A natureza religiosa da entidade perpassa o texto desde o início e em todas as suas argumentações, como não se podia imaginar diferente, mas denota a confusão política de sua interferência. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Jefferson Milton Marinho*
A derrota do governo na batalha da CPMF tem diversas explicações, mas elas só podem ser compreendidas em um contexto em que falhas na articulação política se depara com um cenário de disputa de poder no campo da oposição. Uma disputa capaz de unir a oposição. Dizer que o governo falhou é trivial. Um governo bem avaliado (e esse é o caso do atual, clique aqui para conferir a pesquisa) não perde uma votação dessa importância por que a oposição política resolveu radicalizar. Ela foi eleita para fazer o papel de oposição, não é sua obrigação e nem faz parte do seu DNA colaborar com o governo. E o governo foi eleito para fazer maiorias, sejam elas programáticas ou fisiológicas. Não se pode exigir da oposição qualquer trégua para o governo, pois o sucesso dele representa empecilho para a sua conquista do poder. Também não se pode exigir do governo coerência política na formação de alianças, pois governos têm interesses, coincidentes ou não com os da maioria do eleitorado. Um governo quando se afasta muito do interesse da maioria do eleitorado, se enfraquece. O mesmo vale para a oposição. Sempre existirá espaço para a negociação política entre governo e oposição. Os interesses de ambos podem entrar na mesma rota. O que o governo não pode é depender dela é um tema dessa importância para o governo. Leia o resto do artigo »
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