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	<title>Comentários sobre: SÓ O BRASIL PODE PARAR A CHINA e salvar o Planeta ! a DIPLOMACIA ambiental brasileira está profundamente equivocada</title>
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		<title>Por: Banco Mundial concorda com o Desemprego Zero &#171; Blog do Desemprego Zero</title>
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		<dc:creator>Banco Mundial concorda com o Desemprego Zero &#171; Blog do Desemprego Zero</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 19:36:34 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Escrito por Gustavo dos Santos (meus artigos clique) em fevereiro 18, 2008  Em um artigo de dezembro passado escrevemos um artigo dizendo que o Brasil é o país que pode fazer a diferença para tirar o planeta de inércia e colocar em prática políticas efetivas de combate ao efeito estufa (clique aqui para ler). [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Escrito por Gustavo dos Santos (meus artigos clique) em fevereiro 18, 2008  Em um artigo de dezembro passado escrevemos um artigo dizendo que o Brasil é o país que pode fazer a diferença para tirar o planeta de inércia e colocar em prática políticas efetivas de combate ao efeito estufa (clique aqui para ler). [...]</p>
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		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/12/maos-de-gato-a-politica-ambiental-externa-brasileira-esta-profundamente-equivocada/comment-page-1/#comment-598</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Dec 2007 13:32:19 +0000</pubDate>
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		<description>vou ver se acho a matéria.
valeu
abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>vou ver se acho a matéria.<br />
valeu<br />
abraços</p>
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		<title>Por: Rodrigo Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/12/maos-de-gato-a-politica-ambiental-externa-brasileira-esta-profundamente-equivocada/comment-page-1/#comment-597</link>
		<dc:creator>Rodrigo Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Dec 2007 13:00:10 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Gustavo

Alguns dizem que a história só se repete como tragédia e farsa. Se for o caso, a China vem crescendo rapidamente e de forma expressiva a partir de um paradigma do século XIX.

Há estudos sérios que indicam que caso sejam debitados os danos econômicos irreversíveis ao meio ambiente, o PIB chinês diminuiria muito. Mas muito mesmo... Além disso, muitas coisas que rolam por lá nós simplesmente desconhecemos.

A revista CartaCapital publicou uma matéria bem interessante sobre a China intitulada &quot;O futuro do dragão&quot;. Se não estou enganado na edição de setembro.


Um abraço,

Rodrigo Loureiro Medeiros, D.Sc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Gustavo</p>
<p>Alguns dizem que a história só se repete como tragédia e farsa. Se for o caso, a China vem crescendo rapidamente e de forma expressiva a partir de um paradigma do século XIX.</p>
<p>Há estudos sérios que indicam que caso sejam debitados os danos econômicos irreversíveis ao meio ambiente, o PIB chinês diminuiria muito. Mas muito mesmo&#8230; Além disso, muitas coisas que rolam por lá nós simplesmente desconhecemos.</p>
<p>A revista CartaCapital publicou uma matéria bem interessante sobre a China intitulada &#8220;O futuro do dragão&#8221;. Se não estou enganado na edição de setembro.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo Loureiro Medeiros, D.Sc.</p>
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		<title>Por: Gustavo</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/12/maos-de-gato-a-politica-ambiental-externa-brasileira-esta-profundamente-equivocada/comment-page-1/#comment-596</link>
		<dc:creator>Gustavo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 22:06:41 +0000</pubDate>
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		<description>E a China?
já é o maior emissor de carbono e sua emissão cresce mais de 10% ao ano.
abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E a China?<br />
já é o maior emissor de carbono e sua emissão cresce mais de 10% ao ano.<br />
abraços</p>
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		<title>Por: Rodrigo Medeiros</title>
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		<dc:creator>Rodrigo Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 21:40:01 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Gustavo

Penso que os maiores poluidores históricos, as nações mais desenvolvidas, precisam arcar com o grosso da fatura. O mecanismo de desenvolvimento limpo previsto no Protocolo de Kyoto era uma esperança há tempos atrás. Sir Nicolas Stern, ex-economista do Bird, vem trabalhando nessa questão seriamente. O relatório dos impactos econômicos das mudanças climáticas do governo britânico esteve sob a responsabilidade desse economista. Um interessante trabalho...

Agora já falam em um pós-Kyoto. Certamente devemos ter metas de redução das emissões de gases poluentes a partir da estruturação de acordos de cooperação tecnológica e transferência de tecnologias. Tudo isso passando pelo sistema multilateral.

A ONU deve ser resgatada do limbo que os EUA a colocaram quando passaram por cima do Conselho de Segurança para invadir o Iraque. Creio que Al Gore, entre muitos democratas norte-americanos, está de acordo com isso. Ele escreveu um livro que merece alguma atenção: &quot;Ataque à Razão&quot; (Manole, 2007).

Podemos aproveitar essa onda para renovar setores da nossa economia, o que certamente geraria efeitos multiplicadores bem interessantes. Veja o caso dos nossos deficientes sistemas de saneamento básico. (As perdas nos sistemas de abastecimento de água são escandalosas em diversas áreas do Brasil.) Nossas instalações prediais residencias são muito ineficientes no uso de água. Se consumirmos menos água reduzimos o consumo de energia. Essa correlação é internacionalmente reconhecida pela respectiva comunidade científica.

Temos experiências interessantes no Brasil. Cito o caso do programa PROSAB, do governo federal. Nisso o Roberto Mangabeira Unger está correto. Precisamos alargar os horizontes do debate economicista.


Um abraço,

Rodrigo Loureiro Medeiros, D.Sc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Gustavo</p>
<p>Penso que os maiores poluidores históricos, as nações mais desenvolvidas, precisam arcar com o grosso da fatura. O mecanismo de desenvolvimento limpo previsto no Protocolo de Kyoto era uma esperança há tempos atrás. Sir Nicolas Stern, ex-economista do Bird, vem trabalhando nessa questão seriamente. O relatório dos impactos econômicos das mudanças climáticas do governo britânico esteve sob a responsabilidade desse economista. Um interessante trabalho&#8230;</p>
<p>Agora já falam em um pós-Kyoto. Certamente devemos ter metas de redução das emissões de gases poluentes a partir da estruturação de acordos de cooperação tecnológica e transferência de tecnologias. Tudo isso passando pelo sistema multilateral.</p>
<p>A ONU deve ser resgatada do limbo que os EUA a colocaram quando passaram por cima do Conselho de Segurança para invadir o Iraque. Creio que Al Gore, entre muitos democratas norte-americanos, está de acordo com isso. Ele escreveu um livro que merece alguma atenção: &#8220;Ataque à Razão&#8221; (Manole, 2007).</p>
<p>Podemos aproveitar essa onda para renovar setores da nossa economia, o que certamente geraria efeitos multiplicadores bem interessantes. Veja o caso dos nossos deficientes sistemas de saneamento básico. (As perdas nos sistemas de abastecimento de água são escandalosas em diversas áreas do Brasil.) Nossas instalações prediais residencias são muito ineficientes no uso de água. Se consumirmos menos água reduzimos o consumo de energia. Essa correlação é internacionalmente reconhecida pela respectiva comunidade científica.</p>
<p>Temos experiências interessantes no Brasil. Cito o caso do programa PROSAB, do governo federal. Nisso o Roberto Mangabeira Unger está correto. Precisamos alargar os horizontes do debate economicista.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo Loureiro Medeiros, D.Sc.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Gustavo</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/12/maos-de-gato-a-politica-ambiental-externa-brasileira-esta-profundamente-equivocada/comment-page-1/#comment-594</link>
		<dc:creator>Gustavo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 19:31:30 +0000</pubDate>
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		<description>Rodrigo,
o que vc achou da proposta deste artigo?
devemos pedir metas de emissão de carbono também para os emergentes?
abraços,
Gustavo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo,<br />
o que vc achou da proposta deste artigo?<br />
devemos pedir metas de emissão de carbono também para os emergentes?<br />
abraços,<br />
Gustavo</p>
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		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/12/maos-de-gato-a-politica-ambiental-externa-brasileira-esta-profundamente-equivocada/comment-page-1/#comment-593</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 14:20:16 +0000</pubDate>
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		<description>Já coloquei no site uma versão do trabalho.


Um abraço,

Rodrigo Loureiro Medeiros, D.Sc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já coloquei no site uma versão do trabalho.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo Loureiro Medeiros, D.Sc.</p>
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		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/12/maos-de-gato-a-politica-ambiental-externa-brasileira-esta-profundamente-equivocada/comment-page-1/#comment-592</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 17:54:08 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Rodrigo,
achei o tema do seu artigo interessante.
acho que seria legal vc enviar esse artigo para o blog.
abraços,
Gustavo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rodrigo,<br />
achei o tema do seu artigo interessante.<br />
acho que seria legal vc enviar esse artigo para o blog.<br />
abraços,<br />
Gustavo</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/12/maos-de-gato-a-politica-ambiental-externa-brasileira-esta-profundamente-equivocada/comment-page-1/#comment-591</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 17:23:38 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Gustavo

Li esse artigo do ex-ministro Rubens Ricúpero. Concordo com a linha de argumentação dele. Sabemos que os países mais desenvolvidos não praticam o discurso que pregam. Friedrich List, em seu Sistema Nacional de Economia Política (1841), já havia descrito essa contradição a partir do caso britânico.

O problema é que não podemos fechar os olhos para o descaso com as políticas sócio-ambientais. Escrevi um artigo acadêmico sobre a sustentabilidade sócio-ambiental das metrópoles brasileiras e o publiquei numa revista da Universidade de Málaga, Espanha. Tratei de como a má gestão dos recursos hídricos, o ouro azul do século XXI, poderá comprometer áreas urbanas em nosso país. Isso para não falar na Amazônia brasileira e no Aqüifero Guarani.

Com base em experiências internacionais e em consonância com programas do próprio governo federal brasileiro, propus uma série de medidas incrementais e estruturais que poderiam ser adotadas por gestores preocupados com essa temática.

Apresentei com um colega do Departamento de Engenharia Ambiental da UFES esse trabalho na Presidência da Câmara Municipal de Vitória (ES), ocupada por um vereador do PT, e a acolhida foi muito boa. Ressalto, no entanto, que alguns setores da sociedade estão à frente dos nossos políticos. A construção civil descobriu que ganha dinheiro vendendo “prédios verdes”, os green buildings. Estes consomem menos recursos naturais e ainda reciclam recursos hídricos que podem ser aproveitados na instalação predial. A conta fica mais barata para quem precisa pagar o custeio do lar... Em termos de custo total da obra, tais medidas representam apenas 1,5% do total.

Vale a pena investir em inovações tecnológicas para o  desenvolvimento sustentável. Se pode tranquilamente reduzir custos, eliminar desperdícios e reduzir a necessidade de recursos naturais em diversos tipos de processamento. E isso com a tecnologia disponível.


Um abraço,

Rodrigo Loureiro Medeiros, D.Sc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Gustavo</p>
<p>Li esse artigo do ex-ministro Rubens Ricúpero. Concordo com a linha de argumentação dele. Sabemos que os países mais desenvolvidos não praticam o discurso que pregam. Friedrich List, em seu Sistema Nacional de Economia Política (1841), já havia descrito essa contradição a partir do caso britânico.</p>
<p>O problema é que não podemos fechar os olhos para o descaso com as políticas sócio-ambientais. Escrevi um artigo acadêmico sobre a sustentabilidade sócio-ambiental das metrópoles brasileiras e o publiquei numa revista da Universidade de Málaga, Espanha. Tratei de como a má gestão dos recursos hídricos, o ouro azul do século XXI, poderá comprometer áreas urbanas em nosso país. Isso para não falar na Amazônia brasileira e no Aqüifero Guarani.</p>
<p>Com base em experiências internacionais e em consonância com programas do próprio governo federal brasileiro, propus uma série de medidas incrementais e estruturais que poderiam ser adotadas por gestores preocupados com essa temática.</p>
<p>Apresentei com um colega do Departamento de Engenharia Ambiental da UFES esse trabalho na Presidência da Câmara Municipal de Vitória (ES), ocupada por um vereador do PT, e a acolhida foi muito boa. Ressalto, no entanto, que alguns setores da sociedade estão à frente dos nossos políticos. A construção civil descobriu que ganha dinheiro vendendo “prédios verdes”, os green buildings. Estes consomem menos recursos naturais e ainda reciclam recursos hídricos que podem ser aproveitados na instalação predial. A conta fica mais barata para quem precisa pagar o custeio do lar&#8230; Em termos de custo total da obra, tais medidas representam apenas 1,5% do total.</p>
<p>Vale a pena investir em inovações tecnológicas para o  desenvolvimento sustentável. Se pode tranquilamente reduzir custos, eliminar desperdícios e reduzir a necessidade de recursos naturais em diversos tipos de processamento. E isso com a tecnologia disponível.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo Loureiro Medeiros, D.Sc.</p>
]]></content:encoded>
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