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Blog do Desemprego Zero

Israel assinará acordo com o Mercosul

Escrito por rubensteixeira, postado em 17 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Jornal Tribuna da Imprensa de 17 de dezembro de 2007 

MONTEVIDÉU – A Cúpula do Mercosul, na capital uruguaia, será o cenário da assinatura do primeiro Tratado de Livre Comércio do bloco fora deste continente. O acordo será assinado com Israel, país com o qual as negociações começaram em 2005. O documento será rubricado entre hoje e amanhã.

O acordo prevê a eliminação, em etapas, em um prazo máximo de 10 anos, de 90% das barreiras alfandegárias entre o Mercosul e Israel. O país do Oriente Médio possui uma sólida economia, com um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 128 bilhões. O comércio atual entre Israel e o Mercosul é de US$ 11 bilhões.Para o Mercosul, o fechamento do acordo é um trunfo, pois desautoriza as críticas que o bloco recebe sobre sua capacidade de negociar com outros países em conjunto. Com o acordo, produtos industrializados e agrícolas do Mercosul entrarão em Israel (e vice-versa) sem pagar tarifas alfandegárias. O ministro da Indústria de Israel, Eliahu Yishai, estará na capital uruguaia para a cerimônia de assinatura.

A Venezuela, cuja integração ao Mercosul ainda não foi aprovada pelo Congresso brasileiro, nada poderá fazer – de maneira formal – para impedir o acordo com Israel, país com o qual o governo do presidente Hugo Chávez, declarado admirador e aliado do Irã, mantém péssimas relações diplomáticas.

Em várias ocasiões, Chávez afirmou que Israel se comporta de forma nazista com os palestinos. Além disso, Chávez, há dois anos, em alusão aos judeus, afirmou que era preciso ter cuidado com “aqueles que mataram Cristo, pois controlam a economia mundial”.Celulose.

Desde 2005, as relações entre Argentina e Uruguai estão estremecidas por causa da instalação de uma fábrica de celulose da finlandesa Botnia, na margem do Rio Uruguai, que divide os dois países. Os argentinos alegam que a fábrica causa um “apocalipse ambiental e econômico”. A fábrica custou US$ 1,2 bilhão.  



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