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Blog do Desemprego Zero

A CPMF E A HORA DA VERDADE

Escrito por leonunes, postado em 11 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007 Imprimir Enviar para Amigo

 Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – Hoje pode ser o dia da redenção (ou da maior frustração) para o governo desde o início do segundo mandato do Presidente Lula. A base governista conta nos dedos os possíveis votos a favor da prorrogação da PEC da CPFM. Entretanto, o governo pode enfrentar dois grandes problemas neste complicado momento. Além da senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), o senador Flávio Arns (PT-PR) também enfrenta problemas de saúde e pode não comparecer ao Senado nesta terça-feira.

A disputa será acirrada. O DEM (?) = UDN + ARENA + PFL continua travando sua batalha contra a prorrogação do imposto (vale lembrar que os mesmos faziam parte da base governista de FHC à época da criação do imposto; clique aqui para ver de quem não gostamos). O PSDB segue dividido. A bancada do Senado continua afirmando que votará contra a prorrogação da CPMF. Nos bastidores, entretanto, os governadores (Serra e Aécio à frente, que coincidência!!) seguem na tentativa de uma negociação, desde que o Planalto faça concessões.

Vale lembrar que a CPMF significa R$ 40 bilhões para os cofres do governo todo ano (clique aqui para saber mais sobre a CPFM). A CPMF não é um imposto regressivo e, com algumas alterações, pode tornar-se mais progressiva. Da forma como existe hoje, ela tributa, sobretudo, os fluxos financeiros. Todavia, ela poderia taxar também os estoques, ou seja, os ativos financeiros nas mãos dos abastados. Claro que na prática isso é quase impossível, pois nossa oposição iria se enfurecer ainda mais com tal proposta.

Para concluir, há que se defender aquilo que é possível. Todos sabem que o país precisa de uma vasta reforma tributária (clique aqui para ler o artigo de Paulo Passarinho sobre a reforma tributária). Entretanto, dada nossa conjuntura, não se pode abrir mão de uma receita de tal magnitude do dia para noite. Talvez amanhã descubramos o que nossos nobres senadores pensam a respeito do tema.



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