Postado em 26 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Blog dos Blogs:
Durante uma audiência na Câmara, o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, foi surpreendido por uma declaração do deputado Inocênio Oliveira (PL-PE), uma das maiores raposas do Congresso, e especialista na arte de sentir para onde sopra o vento:
“Faço tudo o que o Lula mandar, mas tenho a minha preferência, e ela está nesta mesa”. Inocêncio referia-se ao ministro. Dizia, em outras palavras, que seu candidato a presidente é Patrus Ananias. Leia o resto do artigo »
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Postado em 26 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Durante o “milagre econômico”, nos anos 70, cerca de 60% da massa de lucro médio das empresas eram reinvestidos na formação bruta de capital fixo (máquinas, equipamentos e infra-estrutura). Em 2003, o rentismo fez esse percentual cair à metade, apesar de “os empresários estarem felizes e com lucros crescentes”. A comparação é do economista Miguel Bruno, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (Ence/IBGE). Leia o resto do artigo »
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Postado em 26 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Semana passada o Banco Central recebeu a visita de técnicos cubanos que vieram ao Brasil com a missão de construir indicadores para monitorar a economia. “Em Cuba, temos nos preocupado com a geração de empregos, políticas sociais, desenvolvimento, mas é preciso fazer tudo isso sem gerar inflação”, disse-me um deles, que atua na sensível área de política monetária.
Respondi que o objetivo é legítimo, mas que não desejamos que Cuba caia na mesma armadilha que o Brasil, cujo Banco Central pensa somente em controlar a inflação.
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Postado em 26 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
O MODELO ESTRUTURAL DE GOVERNANÇA PÚBLICA
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira (versão de 18 de março de 2007)
Para crescer, os estados-nação precisam de uma organização capaz e eficiente do Estado. Independentemente da escolha de uma estratégia de crescimento orientada pelo mercado ou pelo Estado, um Estado eficaz ou capaz é essencial para assegurar o Estado de direito e para agir como principal instrumento de uma estratégia nacional de crescimento. Por outro lado, na economia globalizada, o fornecimento, a baixo custo, dos serviços sociais e científicos exigidos pelas sociedades modernas é fundamental para garantir a competitividade internacional do país. Que tipo de reforma da administração pública pode alcançar tais metas? Seria a reforma da gestão pública ou reforma gerencial do Estado instrumental nesse sentido, ou deveriam os países em desenvolvimento primeiro concluir a reforma clássica do serviço público, a reforma burocrática, e só então se envolverem em uma reforma mais ambiciosa? Este trabalho opta pela primeira alternativa, argumentando que a melhor maneira de promover a reforma do serviço público é continuar avançando. Em segundo lugar, ele apresenta o ‘modelo estrutural de governança pública’ que foi originalmente concebida nos anos 90 no Brasil e para o Brasil, com base na experiência britânica. É um modelo gerencial ou de gestão, porque torna os administradores públicos mais autônomos e mais responsáveis e porque reduziu a defasagem entre os mercados de trabalho público e privado; é estrutural, porque envolve importantes mudanças na estrutura do Estado, particularmente a implantação de agências executivas e reguladoras autônomas e a terceirização de serviços sociais e científicos. O modelo de reforma da gestão pública aqui apresentado é neutro em termos distributivos e em termos do tamanho da organização do Estado, na medida em que pode ser e está sendo adotado tanto por coalizões políticas de centro-esquerda como de centro-direita.
modeloestruturalgovernancapublica.pdf
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Postado em 26 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) divulgou um estudo mostrando que o Programa Bolsa Família tem contribuído para reduzir a desigualdade social no Brasil. Além disso, o Bolsa Família foi um dos responsáveis pela redução do índice de Gini, que é um medidor de desigualdade, em 21%.
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