Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Gustavo Antônio Galvão dos Santos*
Fim da CPMF. São 40 bilhões a 50 bilhões de reais a menos para a saúde pública. Mas nos jornais é só comemoração. Comemoram o que? A derrota do governo. Comemoram como comemoravam na semana passada a derrota do Chávez. Tudo se passa como se fosse uma grande luta do BEM contra os “governos populistas da América Latina”. E a saúde pública?
O Brasil é um dos poucos países não desenvolvidos que garante saúde pública universal. Em um hospital público brasileiro não é necessário mostrar nem carteira de identidade para ser atendido. Nos EUA é necessário mostrar CARTÃO DE CRÉDITO ou CARTÃO DE PLANO DE SAÚDE. É essa a saúde que queremos? Leia o resto do artigo »
Postado em CPMF: e agora?, Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Social, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | 12 Comentários »
Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Valor Econômico (14/12/2007)
José Luís Fiori
O diplomata norte-americano mais influente da segunda metade do século XX nasceu em Fürth, na Alemanha, em 1923. Mas imigrou para os Estados Unidos e se nacionalizou norte-americano em 1943, antes de doutorar-se na Universidade de Harvard, em 1954, onde foi professor e diretor do seu Centro de Estudos Internacionais, e do seu Programa de Estudos de Defesa, até 1971. Apesar disto, Heinz Alfred Kissinger não foi um acadêmico, foi, sobretudo, um consultor, funcionário e executivo da segurança nacional, e da política externa norte-americana. Desde 1953, no governo de Dwight Eisenhower, até o final da sua gestão como conselheiro de Segurança da Presidência e como secretário de Estado das administrações de Richard Nixon e Gerald Ford, entre 1968 e 1976. Neste último período, em particular, Henry Kissinger exerceu uma diplomacia pouco convencional e extremamente ágil, como formulador e operador direto de suas próprias decisões, cioso de suas idéias e do seu poder pessoal e institucional. Foi nesta época que ele tomou algumas decisões e liderou iniciativas do governo americano que deixaram marcas profundas na história da segunda metade do Século XX. Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Valor EconômicoJOSE LUÍS FIORI
O principal “geoestrategista” norte-americano do século XX, nasceu em Amsterdam, em 1893, e morreu nos Estados Unidos, em 1943. Era de origem holandesa, mas fez seus estudos superiores na Universidade da Califórnia, e foi professor da Universidade de Yale, onde dirigiu o seu Instituto de Estudos Internacionais, entre 1935 e 1940. Morreu ainda jovem, com 49 anos, e deixou apenas dois livros sobre a política externa norte-americana: o primeiro, America’s Strategy in World Politics, publicado em 1942, e o segundo, The Geography of the Peace, publicado um ano depois da sua morte, em 1944. Dois livros que se transformaram na pedra angular do pensamento estratégico norte-americano de toda a segunda metade do século XX, e do início do século XXI.
Nicholas Spykman não foi um cientista, foi um “geopolítico” e a geopolítica não é uma ciência, é apenas uma disciplina que estuda a relação entre o espaço e a expansão do poder, antecipando e racionalizando as decisões estratégicas dos países que exercem poder fora de suas fronteiras nacionais. É por isto, aliás, que só existe produção geopolítica relevante, nas chamadas “grandes potências”, e cada uma delas tem sua própria “escola geopolítica”, com suas preocupações, objetivos e racionalizações específicas. Leia o resto do artigo »
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