Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Fonte: Jornal O Dia de 3 de dezembro de 2007
Brasília – O Brasil foi o segundo maior investidor externo entre países em desenvolvimento em 2006, de acordo com estudo da Fundação Dom Cabral e da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, divulgado nesta segunda-feira pela Folha de S.Paulo. Hong Kong ficou em primeiro lugar. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Fonte: Jornal O Dia de 3 de dezembro de 2007.
O saldo da balança comercial (exportações menos importações) fechou positivo na última semana de novembro, de 26 a 30, com US$ 459 milhões. As exportações chegaram a US$ 3,633 bilhões e as importações, a US$ 3,174 bilhões
Brasília – O saldo da balança comercial (exportações menos importações) fechou positivo na última semana de novembro, de 26 a 30, com US$ 459 milhões. As exportações chegaram a US$ 3,633 bilhões e as importações, a US$ 3,174 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
O projeto de Reforma Constitucional proposto pelo Presidente Hugo Chávez foi rejeitado por 51% dos venezuelanos que compareceram às urnas neste domingo 02/12. O que se vê, pela cobertura da “Mídia Iluminada” = Vanguarda (?) do Retrocesso, é uma campanha violenta que visa convencer a “opinião publica (?)” de que a revolução bolivariana está em crise. Leia o resto do artigo »
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PROPEDÊUTICA CONTRA IDEÓLOGOS Leia o resto do artigo »
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CORREIO DA CIDADANIA (30-Nov-2007)
Escrito por Valéria Nader (Colaborou Mateus Alves)
O desenrolar dos acontecimentos da arena política nesse ano foi a mais nítida expressão de como decorrem as negociações para a construção da nação. Seria mesmo construção? A absolvição de um presidente do Congresso cujos indícios de desvio de comportamento eram mais do que cristalinos, a desfaçatez com que este continuou a circular por uma das mais importantes Casas do país, o recentíssimo toma lá, dá cá patrocinado pelo governo para aprovar a outrora tão abominada CPMF são alguns dos espetáculos que nos são propiciados pelos Poderes da nação. Obviamente, e infelizmente, concorrem para a sua desconstrução.
O Correio da Cidadania foi a Brasília para conversar sobre alguns grandes temas atuais com uma das figuras públicas que matem seu destaque no cenário nacional por sua conduta continuamente atuante, propositiva, corajosa e ética. Se esses são atributos que deveriam ser obrigatórios no currículo de qualquer político ou ocupante de cargo público, são, atualmente, sem dúvida alguma, uma raridade. Leia o resto do artigo »
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FOLHA DE SÃO PAULO - 01.12.07
CLAUDIA ANTUNES editora de mundo da Folha de S. Paulo
Apesar do fracasso no Iraque e da perda de credibilidade, os EUA seguem em frente com uma “estratégia imperial” que é anterior à eleição de George W. Bush. Ela é reiterada nos programas de todos os candidatos à sucessão americana, diz o cientista político José Luís Fiori. Nesta entrevista, feita por e-mail, o professor da UFRJ fala dos temas do seu novo livro, “Poder Global” (editora Boitempo), quarto de uma série sobre o sistema mundial moderno.
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FOLHA – O sr. refutou em vários artigos a idéia do fim da hegemonia americana tal como exposta pelos sociólogos Giovanni Arrighi e Immanuel Wallerstein. Mas o senhor também afirma que o mundo tem ou caminha para ter novos pólos de poder. No fundo, não haveria mais coincidências do que divergências entre a sua análise e a deles?
JOSÉ LUÍS FIORI – Minha divergência com Arrighi e Wallerstein não é conjuntural, é teórica, não está na caracterização que os dois fazem da conjuntura imediata, está na teoria em que os dois sustentam suas projeções de longo prazo: a hipótese de que o “sistema mundial moderno” requer a existência de “potências hegemônicas” sucessivas para manter a ordem política e o bom funcionamento da economia internacional.
Dentro desta teoria, o “líder” aparece na história como uma espécie de resposta funcional ao problema da ingovernabilidade de um sistema que é anárquico porque é formado por Estados nacionais soberanos. Em geral, essa teoria destaca as contribuições positivas do hegemon para a “governança global” do sistema.
Por isso, ela não consegue dar conta do movimento contínuo de competição e expansão dos Estados e economias nacionais que já conquistaram a condição de “grandes potências” e fazem parte do “núcleo central” de todo o sistema, mas seguem competindo entre si, mesmo nos períodos que aparentam uma alta “tranqüilidade sistêmica”.
Foi exatamente a crítica dessa teoria que me levou ao conceito de poder global do livro.
FOLHA – E o que ele significa? Leia o resto do artigo »
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http://raulbaduel.blogspot.com/, 05/11/2007.
Raúl Baduel
GRAL. (R) do EXÉRCITO E EX-MINISTRO DE DEFESA DA VENEZUELA
Como bien ustedes recordaran, mi trayectoria pública ha estado siempre caracterizada por un profundo respeto y apego a las leyes y una defensa a ultranza de la Constitución. En los sucesos de abril de 2002 como militar activo al mando de tropas, me correspondió el privilegio de acompañar al pueblo de Maracay, al pueblo del Estado Aragua y al pueblo venezolano en la restitución del hilo constitucional, tras el tristemente recordado golpe de Estado del 11 de Abril. Por lo tanto, para nadie es un secreto que me identifico plenamente con el proyecto de país plasmado en la Constitución de 1.999, de contenido profundamente democrático que privilegia los principios de igualdad, solidaridad, participación y justicia para el pueblo venezolano, proyecto que fue el motivo de que el pueblo votara en las elecciones del 98 por un cambio a través de este modelo.
Es por estas razones que, luego de haberme tomado un tiempo para reflexionar y meditar sobre el rumbo que lleva nuestra patria y teniendo en cuenta que la nación está siendo conducida en los actuales momentos a un proceso de reforma constitucional, cuyas consecuencias hay que valorar, me siento en la obligación y el deber moral como ciudadano responsable, de establecer algunas consideraciones al respecto y alertar a todos los venezolanos ante este engaño cuyas consecuencias son inciertas. Leia o resto do artigo »
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