prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Uso da capacidade pela indústria bate recorde

Escrito por rubensteixeira, postado em 6 dEurope/London novembro dEurope/London 2007 Imprimir Enviar para Amigo

 

Fonte: Jornal Hoje em Dia de 6 de novembro de 2007.

 

BRASÍLIA – Refletindo a continuidade do crescimento da economia, o nível de utilização da capacidade instalada (UCI) na indústria atingiu a marca recorde de 82,7% em setembro. Em agosto, o indicador, que revela quanto a indústria está utilizando do seu parque produtivo, estava em 82,2%. Os dados foram divulgados ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e levam em conta o ajuste sazonal, que desconsidera efeitos específicos de cada período.
Na média do terceiro trimestre, a utilização da capacidade também subiu, alcançando o pico histórico de 82,4%. A marca só havia sido alcançada em igual período de 2004. No final do terceiro trimestre daquele ano, o BC iniciou um ciclo de alta nos juros que só começou a se reverter em setembro de 2005. Mas a CNI não acredita que isto deva se repetir agora.
O economista da CNI Paulo Mol destaca que o aumento da utilização da capacidade neste ano não preocupa porque tem natureza diferente da ocorrida em 2004. Segundo ele, o ritmo de expansão trimestral do indicador em 2007 tem sido mais lento do que o verificado em 2003 e 2004. «O número é alto, mas não é alarmante. Embora a utilização da capacidade neste ano já esteja no mesmo nível do terceiro trimestre de 2004, as realidades são bastante distintas.»
Ele ressaltou a relativa estabilidade da média do terceiro trimestre deste ano em relação aos três meses anteriores, quando a UCI ficou em 82,3%. Para o economista, a alta de 0,5 ponto percentual no mês de setembro, ante agosto, foi pontual e a estabilidade trimestral deverá ser mantida daqui para frente.
As vendas reais da indústria subiram 2,8% em setembro na comparação com igual mês de 2006. Ante agosto, considerando o ajuste sazonal, as vendas aumentaram 0,2%. De janeiro a setembro, as vendas cresceram 4,2%. As horas trabalhadas na produção subiram 2,8% em setembro, ante setembro de 2006. Na comparação com agosto, pelo critério dessazonalizado, as horas trabalhadas aumentaram 0,6%. De janeiro a setembro, as horas trabalhadas tiveram acréscimo de 3,7%. O emprego na indústria subiu 4,2% em setembro, sobre setembro do ano passado, e 0,5% sobre agosto, com ajuste sazonal. No acumulado do ano, o emprego na indústria cresceu 3,6% ante mesmo período de 2006.

Atividade em alta em 2008 pode não ser mantida

BRASÍLIA – O economista Paulo Mol, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), afirmou ontem que não há garantia de que a fase de crescimento da atividade industrial, que está se verificando no país em 2007, tenha continuidade em 2008 e nos anos seguintes. Segundo Mol, a combinação de alguns fatores pode evitar a manutenção desse círculo de crescimento, que é impulsionado pela demanda interna.
O primeiro fator mencionado pelo economista como possível redutor da atividade é a redução do ritmo de crescimento das despesas do Governo. Segundo ele, as despesas do setor público não têm condição de continuar subindo no mesmo ritmo a partir do ano que vem, e isso deverá impactar a demanda interna, reduzindo-a. «A gente não pode imaginar que as despesas do Governo vão crescer indefinidamente», disse Paulo Mol, que, no entanto, é defensor da redução dessas despesas, porque, segundo ele, a elevação de gastos implica aumento da carga tributária, o que prejudica o setor privado e o crescimento da economia.
O segundo fator citado por Mol é a interrupção no ciclo de queda dos juros, que terá impacto na economia. Como terceiro fator, o economista apontou a dinâmica da economia internacional. «Nada nos garante que o cenário externo continuará positivo», comentou.
Outro economista da CNI, Renato da Fonseca, afirmou que, na avaliação da entidade, apesar do discurso do Governo de que o crescimento da economia está garantido, é preciso cuidado, porque esses fatores representam riscos para o desenvolvimento.
Fonseca mencionou também como possível trava ao crescimento nos próximos anos a valorização do câmbio. Lembrou que a queda do dólar tem levado a uma substituição de produtos nacionais por importados e, também, a uma redução do número de empresas exportadoras.



  Imprimir  Enviar para Amigo  Adicionar ao Rec6 Adicionar ao Ueba Adicionar ao Linkto Adicionar ao Dihitt Adicionar ao del.icio.us Adicionar ao Linkk Adicionar ao Digg Adicionar ao Link Loko  Adicionar ao Google Adicionar aos Bookmarks do Blogblogs 

« VOLTAR

Faça um comentário

XHTML: Você pode usar essas tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>