Contradições da (des)industrialização
Postado em 4 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
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Postado em 4 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
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Postado em 3 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
Marcelo Henriques de Brito (*)
Ao vivermos em sociedade, trabalhamos em equipe e precisamos estabelecer trocas, mesmo quando não percebemos isso de imediato. Ninguém se supre de tudo de que necessita. Quem produz, simultaneamente, para si mesmo: vestuário, alimento, energia elétrica e opções de lazer? Cada pessoa contribui em uma determinada atividade, considerando suas qualificações, e cada organização supre uma produção, considerando sua missão empresarial. Cada um procura estabelecer, posteriormente, relações de troca para obter o que não produziu.
Embora possam existir condições de demanda para as quais não há uma correspondente oferta, não é plausível supor que a simples existência de uma oferta crie uma demanda. Considerando que uma oferta de qualificações profissionais não gera necessariamente uma demanda correspondente, é complexo sugerir o que deve ser ensinado e aprendido.
Exemplificando: uma pessoa numa região assolada pela seca deve receber que tipo de formação? Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
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Postado em 3 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
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Postado em 2 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
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Postado em 2 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
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Postado em 1 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
Por muito tempo, possivelmente devido à alta inflação, alguns conceitos da teoria macroeconômica tradicional eram considerados irrelevantes no Brasil. Por exemplo, nos anos 80 economistas da PUC do Rio mostraram que a curva de Phillips não tinha relevância nos trópicos. Um inesperado efeito negativo da estabilização é o crescente uso de conceitos da sabedoria convencional, que em geral, são perniciosos e dificultam a compreensão dos nossos problemas, em lugar de clarificar. Esse é o caso da redescoberta do Produto Interno Bruto (PIB) potencial.
O PIB potencial mede a capacidade máxima de crescimento da economia. Se a economia crescer além do PIB potencial pressões inflacionárias aparecerão imediatamente. Sérgio Werlang, em artigo recente no Valor Econômico, argumenta que, de acordo com uma pesquisa do Banco Itaú, a tendência de expansão do PIB passou de 1,9%, entre 1996 e 2002, para 3,9%, a partir do final de 2002. Na última Conjuntura Econômica dois cenários extremos são propostos para calcular o PIB potencial. No cenário otimista, o crescimento do PIB potencial seria de 4,6% em 2008 e chegaria a 5,4% em 2015. No cenário pessimista, a taxa de crescimento do PIB potencial se manteria em torno de 3,5%, de 2008 a 2015.
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Postado em 1 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
O ESTADO DE SÃO PAULO – Outubro/2007
Paul Krugman
‘O aumento dos empréstimos subprime está ligado a níveis mais altos de inadimplência, execuções hipotecárias e, em alguns casos, práticas abusivas.’ É o que declarou Edward M. Gramlich, um funcionário do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Hoje em dia, muita gente diz coisas como essa sobre os empréstimos subprime – hipotecas concedidas a compradores que não atendem aos critérios financeiros normais.
Mas eis o ponto: Gramlich disse isso em maio de 2004. E não foi seu primeiro aviso. Em seu último livro, Gramlich, falecido de câncer, recentemente, revelou que tentou fazer Alan Greenspan aumentar a fiscalização dos empréstimos subprime já em 2000, sem sucesso. Leia o resto do artigo »
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