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Blog do Desemprego Zero

Archive for novembro, 2007

O novo mosaico global

Postado em 11 dUTC novembro dUTC 2007

 Le Monde Diplomatique Brasil

Num depoimento especial, um dos mais importantes cientistas sociais brasileiros antecipa o sentido de seu novo livro, que descreve um início de século já marcado por duas grandes reviravoltas, e lança nova contribuição ao debate sobre a “hegemonia norte-americana”

José Luís Fiori

Análise de conjuntura. Co-relação de forças. Estratégia. Tática. Geopolítica. Longas durações históricas. Na nova cultura política do altermundismo – da qual Caderno Brasil sente-se parte -, o uso destes termos, e o debate em torno deles, permanece escasso. É uma pena. Para afirmar a potência da sociedade civil, nada melhor que difundir o uso de instrumentos que auxiliam a enxergar em profundidade o mundo, suas contradições e lógicas, as oportunidades que permitem questioná-las e criar alternativas. Leia o resto do artigo »

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Oferta de serviços públicos e distribuição da renda

Postado em 9 dUTC novembro dUTC 2007

 Valor Econômico, 09/11/2007

Por João Sicsú

A partir do estudo “Os ricos no Brasil”, Marcio Pochmann identificou que 20 mil clãs familiares, grupos riquíssimos, se apropriam de aproximadamente 70% dos juros que o governo paga aos detentores dos títulos da dívida pública. Pode-se supor que um clã familiar seja formado por um conjunto de 50 pessoas: avôs, avós, pais, mães, tios, cunhados, cunhadas, sogros, genros, noras, sogras, primos, primas, irmãos, irmãs e bebês.

Fica fácil fazer a conta para saber quanto cada membro de um desses clãs ganhou por mês, em média, em 2006. Neste mesmo ano, foram destinados pela União ao pagamento de juros da dívida interna mais que R$ 152 bilhões. Somente desta fonte, cada rentista rico embolsou por mês R$ 8.873,38 de renda bruta. Imaginem: até os bebês pertencentes a esses clãs obtiveram essa magnífica renda. O governo federal, também no ano de 2006, possuía 2.284.522 funcionários inativos e ativos, militares e civis em todos os poderes. Por seu trabalho, ou por já terem trabalhado, cada um ganhou em média, como renda mensal bruta, R$ 3.785,30. Leia o resto do artigo »

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OCDE destaca crescimento da atividade econômica do Brasil em um ano

Postado em 9 dUTC novembro dUTC 2007

Fonte: Correioweb de 9 de novembro de 2007/Da FolhaNews  

Paris, França – A OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) destacou o aumento de 1,1 ponto no índice de atividade econômica do Brasil, que passou para 107,8 pontos, representando uma expansão de 4,5 pontos em um ano. A OCDE, que publicou nesta sexta-feira os indicadores correspondentes ao mês de setembro, ressaltou que estes mostram “um enfraquecimento dos resultados” para todos os componentes do G7 (os sete países mais ricos do mundo), exceto o Canadá. Leia o resto do artigo »

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Os males da plutocracia

Postado em 8 dUTC novembro dUTC 2007

Valor Econômico, 07/11/2007

Por Martin Wolf

O mexicano Carlos Slim é hoje o homem mais rico do mundo, ao menos é o que nos diz a revista Fortune. Sua ascensão é fascinante. Não apenas por ser ele extraordinariamente rico. Também porque a maneira como acumulou sua riqueza tem muito a nos dizer sobre o capitalismo que está se disseminando pelo mundo inteiro. Estimada em US$ 59 bilhões, a fortuna de Slim é igual a 6,6% do Produto Interno Bruto (PIB) do México. Bill Gates, com cerca de US$ 56 bilhões, vale mero 0,4% do PIB dos EUA. Mesmo em seu auge, a riqueza de John D. Rockefeller era inferior a 2% do PIB dos EUA. O americano mais rico necessitaria de US$ 900 bilhões para ter a mesma riqueza, em relação ao PIB dos EUA, que a de Slim em relação ao PIB mexicano.

É relevante essa extraordinária acumulação de riqueza nas mãos de um único homem? Uma razão para que alguém possa pensar assim está em que isso implica extraordinária desigualdade. Se, por exemplo, imaginarmos um retorno real de 6% ao ano, a renda permanente da família Slim seria de US$ 3,6 bilhões por ano. Com base em estatísticas do Banco Mundial, a renda média dos 10% mexicanos mais pobres foi de US$ 1,2 mil per capita em 2005. Portanto, a renda permanente da família Slim é igual à renda corrente agregada dos 3 milhões de cidadãos mexicanos mais pobres. Não sou partidário do igualitarismo, mas essa concentração de riqueza, por certo, precisa de justificativa.  Leia o resto do artigo »

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Falta qualificação a 82% dos que buscam emprego formal

Postado em 8 dUTC novembro dUTC 2007

          Fonte: Tribuna da Imprensa de 8 de novembro de 2007.

BRASÍLIA – Um estudo sobre o mercado de trabalho brasileiro este ano divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) confirmou o que as empresas privadas estão vivendo na prática há algum tempo: falta mão-de-obra qualificada e experiente para vários setores da economia. Leia o resto do artigo »

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Água com gás

Postado em 7 dUTC novembro dUTC 2007

Roberto Pereira d’Araujo *4/11/07

Todo supermercado tem alguém que cuida do estoque. Responsável por uma reserva de produtos na prateleira, tem obrigatoriamente que olhar para o futuro, pois precisa de uma estimativa das vendas esperadas para encomendar os produtos com antecedência. Apesar de vantagem financeira, não pode arriscar a ter um estoque muito baixo, pois poderia deixar de vender. Também não pode manter um estoque alto, pois, além de empatar dinheiro em mercadorias que podem custar a ser vendidas, seu armazém tem limitações de espaço.

Para entender o burburinho sobre o gás, é preciso primeiro entender o drama do estoquista. Mas, não o do estoquista do gás, mas sim o da água armazenada nos imensos reservatórios das usinas elétricas. Esse gerente de estoque, o Operador Nacional do Sistema, lida com uma variável aleatória na saída, o consumo de energia e outra variável aleatória na entrada, as afluências dos rios. Seu “armazém” é o maior entre os sistemas similares no mundo. Os reservatórios brasileiros, quando cheios, são capazes de guardar mais ou menos a metade de todos os kWhs que são consumidos em um ano em todo o sistema interligado. A grosso modo, se os rios secassem, e fossemos irresponsáveis, ainda poderíamos ter luz por seis meses. É uma imensa vantagem brasileira.

Apesar de vir de graça, Leia o resto do artigo »

Postado em Energia, Haverá outro APAGÃO?, Roberto D'Araujo | 6 Comentários »

A Lei de Okun e o desemprego no Brasil

Postado em 6 dUTC novembro dUTC 2007

Matías Vernengo 

Arthur Okun, economista americano do MIT, falecido prematuramente em 1980, é lembrado pela lei que leva seu nome, que ele desenvolveu em 1962 quando era membro do Comitê de Conselheiros Econômicos do presidente Kennedy.  A pergunta que Okun tentava responder era quanto deveria crescer a economia para que a taxa de desemprego caísse um ponto percentual.  Sua análise sugeria que nos anos 60 a economia americana devia crescer 3% para reduzir em 1% a taxa de desemprego.  Cálculos mais recentes (ver aqui) indicam que a relação hoje estaria mais próxima de 2%, como é comprovado pelo gráfico abaixo (cálculos do autor). Clique no gráfico para ver com detalhes.

 okun.jpg   

O interessante sobre a Lei de Okun é que ela é incrivelmente robusta não somente em países desenvolvidos, mas aparentemente nos periféricos.  A figura acima também mostra a relação de Okun para o Brasil entre 1985 e 2007.  Os dados do mercado de trabalho brasileiro são menos confiáveis (a série é mais curta, e restrita aos principais centros metropolitanos), mas os resultados são essencialmente iguais.  O que eles indicam é que o PIB deveria crescer aproximadamente 1,9% para poder reduzir em 1% a taxa de desemprego.  Ou seja, para reduzir o desemprego para um patamar de 4 ou 5% a economia deveria crescer entre 7,6 e 9,5% a mais do que a taxa média dos últimos anos (pouco acima dos 2,5%).  Portanto, taxas de crescimento chinesas (ou venezuelanas) seriam necessárias. 

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Paulo Renato: tucano ou escorpião? Como funciona a venda de “opinião”

Postado em 6 dUTC novembro dUTC 2007

Paulo Renato submete artigo à aprovação de banco

Deputado do PSDB pede opinião do presidente do Bradesco sobre texto

com críticas ao Banco do Brasil

Folha de São Paulo

O deputado federal Paulo Renato (PSDB-SP) submeteu à apreciação da presidência do banco Bradesco um texto assinado por ele e enviado anteontem à Folha para publicação. No artigo, ainda inédito, o deputado critica a intenção do governo federal de passar o Besc (Banco do Estado de Santa Catarina) para o controle do Banco do Brasil.

O texto foi enviado ao jornal por e-mail. Por engano, o corpo da mensagem trouxe uma correspondência eletrônica anterior, na qual o parlamentar escrevera ao presidente do Bradesco, Márcio Cypriano: “Em anexo, vai o artigo revisto. Procurei colocá-lo dentro dos limites do espaço da Folha. Por favor, veja se está correto e se você concorda, ou tem alguma observação. Muito obrigado, Paulo Renato Souza”.

Ouvido ontem pela Folha, o presidente do Bradesco, Márcio Cypriano afirmou: “O deputado Paulo Renato me ligou Leia o resto do artigo »

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