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Blog do Desemprego Zero

Archive for novembro, 2007

Lucro de bancos supera de empresas de petróleo e gás em 2007

Postado em 27 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

 Fonte: Jornal Estadão de 27 de novembro de 2007

Estudo mostra que instituições financeiras lucraram mais em nove meses de 2007 que em todo o ano de 2006

SÃO PAULO - O lucro dos bancos de capital aberto no Brasil até o terceiro trimestre superou o das empresas do setor de Petróleo e Gás, segundo estudo divulgado nesta segunda-feira, 26, pela consultoria Economatica.

Enquanto em 2006 as empresas de petróleo com ações na Bolsa lucraram R$ 27,53 bilhões e os bancos R$ 21,62 bilhões, neste ano as 30 instituições financeiras registram ganhos de R$ 23,82 bilhões, contra R$ 17,17 bilhões das companhias. Leia o resto do artigo »

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Infra-estrutura pode dar fôlego para país crescer entre 6% e 7%

Postado em 26 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

  VALOR – 26/11/2007

Sergio Lamucci e Denise Neumann, de São Paulo
 

Antônio Delfim Netto acredita que o Brasil pode voltar a crescer, em breve, em um ritmo de 6% a 7%. A última vez em que essa velocidade foi alcançada foi no chamado milagre econômico, nos anos 70, período durante parte do qual ele foi o comandante da área econômica. A chave para essa mudança, diz ele, está na aposta que a União e Estados importantes – entre eles São Paulo e Minas Gerais, comandados pelo PSDB e por potenciais candidatos a sua sucessão – estão fazendo na infra-estrutura. E a aposta, explica, vem junto com a convicção de que agora parte importante deste investimento cabe ao setor privado, 

Para Delfim, o BC, apesar de sustentar “o último peru disponível no mundo fora do Dia de Ação de Graças e do Natal”, não tem mais o poder de frear esse crescimento porque o investimento privado não “obedece” à Selic. A seguir, os principais trechos da entrevista. 

Valor: Quais suas perspectivas para o crescimento da economia nos próximos anos? 

Delfim Netto: Estou com uma visão Leia o resto do artigo »

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Deus é brasileiro

Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

(Publicado no Jornal do Commercio de 22/11/07)

Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia

Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia

Para os crédulos, o recém descoberto campo Tupi, com jazidas de até oito bilhões de barris de petróleo, se deveu à interferência divina. Para eles, a prova irrefutável do favorecimento de Deus aos brasileiros prende-se à comprovação da existência desse campo gigante ter ocorrido dias antes do Brasil entregar, através da nona rodada de leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP), alguns blocos contíguos, com provavelmente outros bilhões de barris. Se a providência divina não tivesse se antecipado à predatória rotina da ANP, seus contratos de até 30 anos com empresas estrangeiras possibilitariam a exportação do valioso e estratégico produto e nos restaria lamentar a perda das preciosas reservas e a evasão de muitos bilhões de dólares, em detrimento da economia nacional.

A festejada descoberta, com ajuda divina ou não, mostra o admirável desempenho da equipe técnica e da alta administração da Petrobrás, com reconhecido mérito para o próprio governo, sempre apoiando as ações da empresa. O Brasil recebe os benefícios da duração do monopólio estatal durante mais de 40 anos, o qual, visando acima de tudo o interesse nacional, viabilizou a realização de dispendiosas pesquisas e a perfuração até 7.000 metros do subsolo marítimo, após superar 2.000 metros de uma camada de sal. Haveria competência, recursos e decisões de risco por parte de empresas privadas, especialmente estrangeiras, com visão de lucro imediato, para tão ousado desenvolvimento tecnológico e prospecção?

Sobre esse ponto, chega a ser cômico um testa-de-ferro Leia o resto do artigo »

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América latina está fracturada

Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Clarín, 22/11/2007

El balance de la última Cumbre Iberoamericana quedó banalizado por el episodio entre el rey de España y el presidente Hugo Chávez. Es necesario ahondar la mirada y calibrar la confrontación de modelos que divide a la región.  
 

Por: Carlos Pérez Llana 
EXPERTO EN RELACIONES INTERNACIONALES (UNIV. DI TELLA Y SIGLO 21) 
 
Desafortunadamente la XVII Cumbre Iberoamericana pasará a la historia como el evento de los desencuentros y no se la recordará como un aporte a la homogeneización social, una empresa pendiente en América latina que figuraba como tema central de la convocatoria. 
 
Inicio y final estuvieron marcados por las diferencias: el conflicto argentino uruguayo, en torno a las papeleras y el contrapunto político entre Chávez y el rey de España. Comunicacionalmente hablando, no existió otra agenda y la mayoría de las crónicas tratan de explicar por qué Tabaré Vazquez impartió en plena Cumbre la orden de funcionamiento a Botnia y por qué Chávez se lanzó contra el gobierno y la corona española.  Leia o resto do artigo »

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PAC da C&T: Empresas ganham incentivos para investir em pesquisa

Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Jornal da Ciência, 22/11/2007  Empresas que investirem em pesquisa científica, tecnologia aplicada e inovação tecnológica terão isenção fiscal. As bases do incentivo à produção de conhecimentos estão no Plano de Ação de CT&I 2007-2010, que foi anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta terça-feira, em Brasília Leia o resto do artigo »

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Força dos rentistas inibe investimento produtivo

Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

  Rogério Lessa* novembro/07

“A financeirização implica que o poder político dos rentistas passe para o primeiro plano.”  A afirmação é do economista da Uerj e da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE (Ence/IBGE), Miguel Bruno. Em sua tese de doutorado, ele identifica os diferentes padrões de crescimento do Brasil no longo prazo e constata que a perda de dinamismo da economia do país, a partir de 1980, está ligada ao processo de financeirização da economia.
Segundo Bruno, o poder político do rentismo se deve ao fato de que, ao contrário do senso comum, não são os bancos os únicos nem os maiores beneficiários da financeirização. “Como proporção da renda bruta disponível, a renda de juros equivalia, em 2005, a 29,4%. Embora ela fosse recebida pelo sistema financeiro, 22,2 pontos percentuais eram repassados a famílias e empresas não-financeiras, ficando os bancos com 7,1 pontos percentuais”.
 O economista da Ence afirma que antes da liberalização financeira já havia um padrão de financeirização, através dos ganhos com a inflação. “Com a abertura financeira, a correção monetária foi substituída pelos ganhos com juros, mas o padrão não foi mudado”. Ele não culpa a globalização pela decadência econômica do país, mas a forma como nos inserimos nela, bastante diferente da opção desenvolvimentista dos países asiáticos.

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A Campanha de Difamação Contra a Direção do IPEA

Postado em 22 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

  Paulo Passarinho* 22/11/2007

Está em curso uma pesada campanha difamatória contra os novos dirigentes do IPEA – o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, órgão atualmente subordinado ao recém-criado Ministério de Assuntos Estratégicos, e presidido pelo economista Márcio Pochmann.

O pretexto para a orquestrada campanha foram mudanças de natureza administrativa, que começam a ser operadas no órgão, a partir da posse dos novos dirigentes do Instituto, que conta também com a participação de João Sicsú, assim como Pochmann, acadêmico dos mais qualificados, além de professor do Instituto de Economia da UFRJ.

Algo que seria absolutamente corriqueiro – inclusive com amplo amparo e exigência de normas administrativas e legais em vigor – passou a ser apresentado em veículos da grande imprensa como um triste exemplo de perseguição ideológica e cerceamento ao livre exercício analítico e de pesquisa que deveriam caracterizar o trabalho dos pesquisadores dessa instituição.

A campanha teve início no dia 15/11, em matéria assinada por Guilherme de Barros – “IPEA expurga economistas divergentes” -, na Folha de S.Paulo Leia o resto do artigo »

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Um setor esquizofrênico

Postado em 22 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Roberto Pereira d’ Araújo* 22/11/07

Desculpem os leitores, mas, mais uma vez, volto a conceitos básicos sobre o setor elétrico brasileiro. Espero mostrar que todo o complicado modelo mercantil definido a partir das reformas da década de 90, constantemente reformado, mas sempre mantido, tem suas “fundações” erigidas sobre “areia movediça”. Toda vez que fui obrigado a explicar o sistema brasileiro para estrangeiros, vi muitos cenhos franzidos. Dentre os setores elétricos mundiais, somos um espécime esquisito.

Para explicar a confusão, é melhor partir do zero. Suponha o Brasil iniciando a construção do seu setor elétrico e imagine que existisse um “laissez-faire” total que permitisse agentes individuais privados construir suas usinas como quisessem. Um puro mercado, tão ao gosto desta seita. Descrevo abaixo uma historinha bem simplificada, mas com grande aderência ao caso brasileiro.

Para começar a história, um cidadão, Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Energia, Haverá outro APAGÃO?, Roberto D'Araujo | 5 Comentários »