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	<title>Comentários sobre: Oferta de serviços públicos e distribuição da renda</title>
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		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
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		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Nov 2007 22:02:32 +0000</pubDate>
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		<description>Nossa proposta é aprofundar o debate de qualidade. Para tanto, precisamos trabalhar com teorias consistentes e observações baseadas em indicadores cientificamente validados. Concordo com o fato de que há assimetrias nas aposentadorias do setor público em relação ao privado. Mas qual seria a solução? Precarizar todos para sobrar mais dinheiro para os rentistas? Não é essa nossa opinião. Reconheço que a questão pode ficar mais complexa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa proposta é aprofundar o debate de qualidade. Para tanto, precisamos trabalhar com teorias consistentes e observações baseadas em indicadores cientificamente validados. Concordo com o fato de que há assimetrias nas aposentadorias do setor público em relação ao privado. Mas qual seria a solução? Precarizar todos para sobrar mais dinheiro para os rentistas? Não é essa nossa opinião. Reconheço que a questão pode ficar mais complexa.</p>
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		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/11/oferta-de-servicos-publicos-e-distribuicao-da-renda/comment-page-1/#comment-1749</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Nov 2007 13:40:37 +0000</pubDate>
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		<description>Caro M.A.P.
sua opinião é válida. Acredito que a maioria dos brasileiros deve ter essa mesma opinião.
Mas acredito que não podemos tratar o assunto apenas como uma questão de opinião.
Mas também como teoria e informações empíricas.
Pochmann é provavelmente o mais conhecido e importante especialista em informações sociais do Brasil.
Ele fez com sua equipe um trabalho profundo e chegou a essas conclusões diretamente com os dados empíricos.
aliás, nem se pode dizer que sejam conclusões. ele apenas descreveu as informações empíricas.
tanto é que não teve constestação. Hoje essas informações são consensuais. Na direita e na esquerda, para os liberais e para os intervencionistas, para os ortodoxos e para os keynesianos.
Se você acha que os dados estão equivocados, precisa mostrar o por quê. De preferência, mostrando os dados que considera corretos. Mas posso lhe adiantar: você será o primeiro a fazer isso.
O estudo foi citado: “Os ricos no Brasil”. Você poderá encontrá-lo na internet.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro M.A.P.<br />
sua opinião é válida. Acredito que a maioria dos brasileiros deve ter essa mesma opinião.<br />
Mas acredito que não podemos tratar o assunto apenas como uma questão de opinião.<br />
Mas também como teoria e informações empíricas.<br />
Pochmann é provavelmente o mais conhecido e importante especialista em informações sociais do Brasil.<br />
Ele fez com sua equipe um trabalho profundo e chegou a essas conclusões diretamente com os dados empíricos.<br />
aliás, nem se pode dizer que sejam conclusões. ele apenas descreveu as informações empíricas.<br />
tanto é que não teve constestação. Hoje essas informações são consensuais. Na direita e na esquerda, para os liberais e para os intervencionistas, para os ortodoxos e para os keynesianos.<br />
Se você acha que os dados estão equivocados, precisa mostrar o por quê. De preferência, mostrando os dados que considera corretos. Mas posso lhe adiantar: você será o primeiro a fazer isso.<br />
O estudo foi citado: “Os ricos no Brasil”. Você poderá encontrá-lo na internet.</p>
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		<title>Por: M.A.P</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/11/oferta-de-servicos-publicos-e-distribuicao-da-renda/comment-page-1/#comment-1748</link>
		<dc:creator>M.A.P</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Nov 2007 23:12:19 +0000</pubDate>
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		<description>Não sou adepto do Estado Minimo, muito menos dessa politica econômica insana de pagar os maiores juros do planeta  para rolar nossa dívida pública, e ainda pior não conseguir um alongamento no perfil da mesma que é de 36 meses, enquanto que na maioria dos países esse perfil e de mais de 20 anos. Também acho que o Brasil deve adotar políticas Kenesianas inclusive porque históricamente o nosso desenvolvimento econômico foi induzido pelo Estado. Não concordo porém com a análise de que essa política economica  é refén de 20 mil rentistas, pois o que temos no Brasil , a meu juizo é uma Nomenklatura, gestada durante o longo período militar .Esse segmento compoem-se basicamente de funcionários de Estatais,e de funcionários públicos federais dos 3 poderes principalmente das chamadas carreiras típicas de Estado que conseguiram durante o longo período inflacionário brasileiro acumular renda pois seus ganhos salariais nunca perdiam da inflação, eram sempre reajustados no &quot;pico&quot; e ganhavam ainda &quot;produtividade&quot;.Não seria surpresa para mim se uma análise mais apurada sobre nossos atuais credores esse segmento estivesse aí representado.Penso que devemos sim recuperar as funções do Estado de suprir as necessidades da população, mas não à partir do governo federal , mas sim à partir de Estados e Municípios cujos &quot;barnabés&quot; tiveram seus salários derretidos pelo longo período inflacionário e congelados pelo iníquo &quot; ajuste fiscal&quot; que só pegou o &quot;andar debaixo&quot; ou seja Estados e Municípios, não por acaso os setores que mais a populaçao necessita.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou adepto do Estado Minimo, muito menos dessa politica econômica insana de pagar os maiores juros do planeta  para rolar nossa dívida pública, e ainda pior não conseguir um alongamento no perfil da mesma que é de 36 meses, enquanto que na maioria dos países esse perfil e de mais de 20 anos. Também acho que o Brasil deve adotar políticas Kenesianas inclusive porque históricamente o nosso desenvolvimento econômico foi induzido pelo Estado. Não concordo porém com a análise de que essa política economica  é refén de 20 mil rentistas, pois o que temos no Brasil , a meu juizo é uma Nomenklatura, gestada durante o longo período militar .Esse segmento compoem-se basicamente de funcionários de Estatais,e de funcionários públicos federais dos 3 poderes principalmente das chamadas carreiras típicas de Estado que conseguiram durante o longo período inflacionário brasileiro acumular renda pois seus ganhos salariais nunca perdiam da inflação, eram sempre reajustados no &#8220;pico&#8221; e ganhavam ainda &#8220;produtividade&#8221;.Não seria surpresa para mim se uma análise mais apurada sobre nossos atuais credores esse segmento estivesse aí representado.Penso que devemos sim recuperar as funções do Estado de suprir as necessidades da população, mas não à partir do governo federal , mas sim à partir de Estados e Municípios cujos &#8220;barnabés&#8221; tiveram seus salários derretidos pelo longo período inflacionário e congelados pelo iníquo &#8221; ajuste fiscal&#8221; que só pegou o &#8220;andar debaixo&#8221; ou seja Estados e Municípios, não por acaso os setores que mais a populaçao necessita.</p>
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