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	<title>Comentários sobre: O PIB potencial não é o problema</title>
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		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
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		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 14:28:32 +0000</pubDate>
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		<description>Gustavo,

vc está certo. Onde eu escrevi um ponto, leia-se PELO MENOS um ponto. O que na verdade faz pouquíssima diferença, afinal de contas, esses pontos se modificam frequentemente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo,</p>
<p>vc está certo. Onde eu escrevi um ponto, leia-se PELO MENOS um ponto. O que na verdade faz pouquíssima diferença, afinal de contas, esses pontos se modificam frequentemente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/11/o-pib-potencial-nao-e-o-problema/comment-page-1/#comment-18</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 14:06:40 +0000</pubDate>
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		<description>Heldo,
Vc desenvolveu um raciocínio muito interessante! Valeria um artigo para mostrar a incoerência planejada do Banco Central para defesa dos juros altos e do baixo crescimento, que são os verdadeiros objetivos do Meirelles, e não a inflação (mera desculpa).
Só discordo do ponto em que diz que ninguém discorda que exista um ponto de PIB potencial. Eu e muita gente discordam disso. Não existe tal ponto por vários motivos, primeiro porque se supõe que o capital é fixo ou estável a curto prazo e a maior parte dele é e. Segundo porque todo depende da composição do consumo dependendo da composição do consumo e das importações, para um mesmo nível de renda, é possível uma lista imensa de pontos diferentes de PIB potencial, mesmo se o capital fosse fixo...

Rodrigo,
vc levantou 2 pontos que eu considero importantes:
1) O MEIRELLES CONDICIONA A POLÍTICA FISCAL DA UNIÃO E DE TODOS OS MEMBROS DA FEDERAÇÃO (estados e municípios).
2) A esquerda brasileira (e mundial também) a partir da segunda dos anos 70 &quot;resolveu&quot; que não queria mais estudar, tratar e, portanto, compreender política econômica. No Brasil, a esquerda que entendia de política econômica se chamava &quot;desenvolvimentista&quot; e no resto do mundo eram &quot;social-democratas-keynesianos&quot;.
No caso internacional a nova esquerda emergente de maio de 68 era crítica aos &quot;social-democratas-keynesianos&quot;. Essa nova esquerda gerou o pós-modernismo, os movimentos de causas específicas (ecologistas, etc) e uma volta ao radicalismo comunista (que durou poucos anos). Todas profundamente anti social-democratas.
Esse movimento (coincidência???) foi combinado com a ascensão do neoliberalismo que era também anti social-democratas.
Consequência nos anos 80 foi se extinguindo os &quot;social-democratas-keynesianos&quot; para glória do neoliberalismo. A nova esquerda ao rejeitar os &quot;social-democratas-keynesianos&quot; rejeitou a própria compreensão da política econômica.
No Brasil esse movimento também aconteceu, mas foi combinado com o anti-desenvolvimentismo genético da sociologia da USP, inspirada na teoria da dependência de FHC.
O PT é o resultado desses 2 movimentos e nunca entendeu NADA DE POLÍTICA ECONÔMICA, até os economistas do partido tem grandes falhas... Agora, no governo, é obrigado a estudar política econômica para sobreviver...
Enquanto estudam, entregaram o ouro ao bandido: Meirelles, aquele que Lula quer oferecer com &quot;independência&quot; todo o poder da política monetária e cambial (e quase todo o poder da política fiscal)...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Heldo,<br />
Vc desenvolveu um raciocínio muito interessante! Valeria um artigo para mostrar a incoerência planejada do Banco Central para defesa dos juros altos e do baixo crescimento, que são os verdadeiros objetivos do Meirelles, e não a inflação (mera desculpa).<br />
Só discordo do ponto em que diz que ninguém discorda que exista um ponto de PIB potencial. Eu e muita gente discordam disso. Não existe tal ponto por vários motivos, primeiro porque se supõe que o capital é fixo ou estável a curto prazo e a maior parte dele é e. Segundo porque todo depende da composição do consumo dependendo da composição do consumo e das importações, para um mesmo nível de renda, é possível uma lista imensa de pontos diferentes de PIB potencial, mesmo se o capital fosse fixo&#8230;</p>
<p>Rodrigo,<br />
vc levantou 2 pontos que eu considero importantes:<br />
1) O MEIRELLES CONDICIONA A POLÍTICA FISCAL DA UNIÃO E DE TODOS OS MEMBROS DA FEDERAÇÃO (estados e municípios).<br />
2) A esquerda brasileira (e mundial também) a partir da segunda dos anos 70 &#8220;resolveu&#8221; que não queria mais estudar, tratar e, portanto, compreender política econômica. No Brasil, a esquerda que entendia de política econômica se chamava &#8220;desenvolvimentista&#8221; e no resto do mundo eram &#8220;social-democratas-keynesianos&#8221;.<br />
No caso internacional a nova esquerda emergente de maio de 68 era crítica aos &#8220;social-democratas-keynesianos&#8221;. Essa nova esquerda gerou o pós-modernismo, os movimentos de causas específicas (ecologistas, etc) e uma volta ao radicalismo comunista (que durou poucos anos). Todas profundamente anti social-democratas.<br />
Esse movimento (coincidência???) foi combinado com a ascensão do neoliberalismo que era também anti social-democratas.<br />
Consequência nos anos 80 foi se extinguindo os &#8220;social-democratas-keynesianos&#8221; para glória do neoliberalismo. A nova esquerda ao rejeitar os &#8220;social-democratas-keynesianos&#8221; rejeitou a própria compreensão da política econômica.<br />
No Brasil esse movimento também aconteceu, mas foi combinado com o anti-desenvolvimentismo genético da sociologia da USP, inspirada na teoria da dependência de FHC.<br />
O PT é o resultado desses 2 movimentos e nunca entendeu NADA DE POLÍTICA ECONÔMICA, até os economistas do partido tem grandes falhas&#8230; Agora, no governo, é obrigado a estudar política econômica para sobreviver&#8230;<br />
Enquanto estudam, entregaram o ouro ao bandido: Meirelles, aquele que Lula quer oferecer com &#8220;independência&#8221; todo o poder da política monetária e cambial (e quase todo o poder da política fiscal)&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/11/o-pib-potencial-nao-e-o-problema/comment-page-1/#comment-17</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 13:54:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2007/11/01/o-pib-potencial-nao-e-o-problema/#comment-17</guid>
		<description>Gustavo e Rodrigo,

lembro-me de um texto do Mário Possas em que ele fala do equilibrismo teórico. Na verdade, os novos-clássicos são muito eficientes em mostrar que existe um ponto de equilíbrio de pleno emprego na economia. Entretanto, ninguém pode afirmar que a economia tende a esse ponto e muito menos que ele é estável.

Ou seja, ninguém questiona que exista um PIB potencial para cada ponto no tempo. A questão é que esse ponto não é estável em um horizonte calculável (muito menos estável para preços e quantidades). Teoricamente, os economistas precisam atribuir uma variável exógena ao sistema, para que tenha solução. E fazem isso com a oferta de moeda. Mas se olharmos a prática econômica, não existe nenhum motivo para acreditar que a oferta monetária é exógena!

Aliás, é o que o BC diz todos os dias, que os juros precisam baixar de maneira consistente. Mas isso significa que os bancos precisam se sentir à vontade para emprestar dinheiro ao governo cobrando menos. Em outras palavras, está dizendo que a oferta monetária é definida pelos bancos através do grau de alavancagem que querem trabalhar.

Mas aí temos uma contradição teórica monumental. Pq afinal de contas, se não existe oferta monetária exógena, não existe solução para o sistema. A principal consequência disso é que existe um PIB potencial para cada nível de taxa de juros. Ou seja, o cálculo de como a economia vai responder caso se aumente ou diminua a taxa de juros é inútil. (a não ser que se assuma a perfeita ergodicidade do sistema, que é outra bobagem)

No fim das contas, a oferta monetária é exógena quando o BC quer tratá-la como exógena e endógena quando o BC quer justificar que é. Na verdade o que o BC está justificando é o fato de não querer fazer política econômica ativa. Afinal, se calcula a oferta monetária baseada no fato de ela ser exógena (e definida pelo próprio BC) é pq tem a incumbência de fazer a política monetária. Se ela vai ser contracionista ou expansionista depende da fazenda e do planejamento.

Pq afinal de contas, essa luta epopéica que o BC trava todos os dias contra a inflação seria muito mais fácil se tivesse outras pastas ao seu lado (fazenda e planejamento).

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo e Rodrigo,</p>
<p>lembro-me de um texto do Mário Possas em que ele fala do equilibrismo teórico. Na verdade, os novos-clássicos são muito eficientes em mostrar que existe um ponto de equilíbrio de pleno emprego na economia. Entretanto, ninguém pode afirmar que a economia tende a esse ponto e muito menos que ele é estável.</p>
<p>Ou seja, ninguém questiona que exista um PIB potencial para cada ponto no tempo. A questão é que esse ponto não é estável em um horizonte calculável (muito menos estável para preços e quantidades). Teoricamente, os economistas precisam atribuir uma variável exógena ao sistema, para que tenha solução. E fazem isso com a oferta de moeda. Mas se olharmos a prática econômica, não existe nenhum motivo para acreditar que a oferta monetária é exógena!</p>
<p>Aliás, é o que o BC diz todos os dias, que os juros precisam baixar de maneira consistente. Mas isso significa que os bancos precisam se sentir à vontade para emprestar dinheiro ao governo cobrando menos. Em outras palavras, está dizendo que a oferta monetária é definida pelos bancos através do grau de alavancagem que querem trabalhar.</p>
<p>Mas aí temos uma contradição teórica monumental. Pq afinal de contas, se não existe oferta monetária exógena, não existe solução para o sistema. A principal consequência disso é que existe um PIB potencial para cada nível de taxa de juros. Ou seja, o cálculo de como a economia vai responder caso se aumente ou diminua a taxa de juros é inútil. (a não ser que se assuma a perfeita ergodicidade do sistema, que é outra bobagem)</p>
<p>No fim das contas, a oferta monetária é exógena quando o BC quer tratá-la como exógena e endógena quando o BC quer justificar que é. Na verdade o que o BC está justificando é o fato de não querer fazer política econômica ativa. Afinal, se calcula a oferta monetária baseada no fato de ela ser exógena (e definida pelo próprio BC) é pq tem a incumbência de fazer a política monetária. Se ela vai ser contracionista ou expansionista depende da fazenda e do planejamento.</p>
<p>Pq afinal de contas, essa luta epopéica que o BC trava todos os dias contra a inflação seria muito mais fácil se tivesse outras pastas ao seu lado (fazenda e planejamento).</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo (chará)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/11/o-pib-potencial-nao-e-o-problema/comment-page-1/#comment-16</link>
		<dc:creator>Gustavo (chará)</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 07:08:59 +0000</pubDate>
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		<description>E olha o que saiu esses dias... http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/03/12/mantega_afirma_que_foi_derrubado_mito_do_pib_potencial-426192724.asp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E olha o que saiu esses dias&#8230; <a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/03/12/mantega_afirma_que_foi_derrubado_mito_do_pib_potencial-426192724.asp" rel="nofollow">http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/03/12/mantega_afirma_que_foi_derrubado_mito_do_pib_potencial-426192724.asp</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/11/o-pib-potencial-nao-e-o-problema/comment-page-1/#comment-12</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 19:40:12 +0000</pubDate>
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		<description>Rodrigo,
os problemas do PIB potencial são todos.
É CONCEITO ERRADO DO INÍCIO AO FIM.
tem o problema a agregação (que é um absurdo), tem o problema de que a maioria dos setores pode ampliar a capacidade em menos de 6 meses, tem o problema de que a maioria dos setores possui grande capacidade ociosa planejada (comumente acima de 20%), tem o problema de que boa parte dos setores podem ser a demanda suprida por importações, etc.
Pib potencial jamais deveria ser um conceito teórico e muito mesmo de utilização prática como faz o Banco Central Brasileiro. ele é uma mentira, o conceito e sua suposta utilização.
abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo,<br />
os problemas do PIB potencial são todos.<br />
É CONCEITO ERRADO DO INÍCIO AO FIM.<br />
tem o problema a agregação (que é um absurdo), tem o problema de que a maioria dos setores pode ampliar a capacidade em menos de 6 meses, tem o problema de que a maioria dos setores possui grande capacidade ociosa planejada (comumente acima de 20%), tem o problema de que boa parte dos setores podem ser a demanda suprida por importações, etc.<br />
Pib potencial jamais deveria ser um conceito teórico e muito mesmo de utilização prática como faz o Banco Central Brasileiro. ele é uma mentira, o conceito e sua suposta utilização.<br />
abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/11/o-pib-potencial-nao-e-o-problema/comment-page-1/#comment-15</link>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 16:38:59 +0000</pubDate>
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		<description>Uma das lacunas que percebo no trabalho com PIB potencial é o problema em se trabalhar com variáveis que computem a inovação tecnológica e a influência no potencial ao longo do tempo; somado a isto, advém o próprio problema no âmbito temporal, ou seja, a interpolação de cálculos baseados em comportamentos passados. Ou seja, o instrumental do “ceteris paribus” é muito limitado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das lacunas que percebo no trabalho com PIB potencial é o problema em se trabalhar com variáveis que computem a inovação tecnológica e a influência no potencial ao longo do tempo; somado a isto, advém o próprio problema no âmbito temporal, ou seja, a interpolação de cálculos baseados em comportamentos passados. Ou seja, o instrumental do “ceteris paribus” é muito limitado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/11/o-pib-potencial-nao-e-o-problema/comment-page-1/#comment-14</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 01:39:25 +0000</pubDate>
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		<description>Fabiane,
agradeço pela oportunidade de responder uma pergunta tão importante.
o PIB é a medida de toda a produção vendida no país durante um ano. Produção vendida é renda para quem vende. Por isso, o PIB é a renda de todo o país durante um ano. Que renda? todos os salários pagos + dos os lucros recebidos - (menos) a renda enviada para o exterior + o déficit público (que é tudo o que o governo paga ao setor privado menos o que ele recebe)
Como é calculado?
simples. soma-se todas essas rendas. O IBGE faz a conta. O conceito é simples, mas fazer essa conta dá trabalho.
O que determina o PIB?
as vendas de produtos, quando mais coisas são vendidas, mas trabalhadores são contratados e mais lucros são obtidos, portanto, mais renda tem o país.
O artigo que coloquei abaixo explica como funciona o processo de crescimento econômico:
http://desempregozero.org/2008/03/10/tres-caminhos-para-o-pleno-emprego/
abraços,
Gustavo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fabiane,<br />
agradeço pela oportunidade de responder uma pergunta tão importante.<br />
o PIB é a medida de toda a produção vendida no país durante um ano. Produção vendida é renda para quem vende. Por isso, o PIB é a renda de todo o país durante um ano. Que renda? todos os salários pagos + dos os lucros recebidos &#8211; (menos) a renda enviada para o exterior + o déficit público (que é tudo o que o governo paga ao setor privado menos o que ele recebe)<br />
Como é calculado?<br />
simples. soma-se todas essas rendas. O IBGE faz a conta. O conceito é simples, mas fazer essa conta dá trabalho.<br />
O que determina o PIB?<br />
as vendas de produtos, quando mais coisas são vendidas, mas trabalhadores são contratados e mais lucros são obtidos, portanto, mais renda tem o país.<br />
O artigo que coloquei abaixo explica como funciona o processo de crescimento econômico:<br />
<a href="http://desempregozero.org/2008/03/10/tres-caminhos-para-o-pleno-emprego/" rel="nofollow">http://desempregozero.org/2008/03/10/tres-caminhos-para-o-pleno-emprego/</a><br />
abraços,<br />
Gustavo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fabiane</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/11/o-pib-potencial-nao-e-o-problema/comment-page-1/#comment-13</link>
		<dc:creator>Fabiane</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 01:07:46 +0000</pubDate>
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		<description>Por favor! Gostaria de saber o que determina o PIB de um país?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por favor! Gostaria de saber o que determina o PIB de um país?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2007/11/o-pib-potencial-nao-e-o-problema/comment-page-1/#comment-11</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 21:33:32 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Matías,
Muito bom seu texto!
o PIB potencial é endógeno à própria renda.
A conclusão é perfeita, esse é um conceito inútil.
abraços,
Gustavo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Matías,<br />
Muito bom seu texto!<br />
o PIB potencial é endógeno à própria renda.<br />
A conclusão é perfeita, esse é um conceito inútil.<br />
abraços,<br />
Gustavo</p>
]]></content:encoded>
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