prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Investimento estrangeiro no Brasil sobe 81%

Escrito por rubensteixeira, postado em 17 dEurope/London novembro dEurope/London 2007 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Jornal Hoje em Dia de 17 de novembro de 2007  

BRASÍLIA – Nos últimos sete anos, a participação de investidores estrangeiros no Brasil cresceu 81%, mostrando uma tendência de forte internacionalização da economia brasileira. A constatação é da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), em sua carta bimestral.


No período analisado pela entidade, o chamado passivo externo bruto – divulgado pelo Banco Central e que é composto de investimentos estrangeiros diretos (IED), investimentos de portfólio e dívida em mãos de estrangeiros – subiu de US$ 372,06 bilhões para US$ 673,69 bilhões. Em termos líquidos, o passivo externo do país subiu menos: 54,4%. Isto porque os ativos mantidos por brasileiros no exterior passaram de US$ 107,08 bilhões em 2001 para US$ 264,59 bilhões em março de 2007, a última posição disponível divulgada pelo BC.

A Sobeet analisa esse período porque, a partir do ano 2000, uma série de medidas legais foram sendo adotadas no sentido de ampliar a abertura financeira do país, facilitando a vida dos investidores estrangeiros e dos brasileiros que vão ao mercado externo. ½Se a liberalização financeira permitiu a ampliação do passivo externo brasileiro, o mesmo movimento também foi verificado em relação aos ativos detidos por brasileiros no exterior, cuja expansão foi de 147,1%, entre 2001 e março de 2007”, ressalta o relatório da Sobeet. O documento destaca que no período os estoques de investimentos em portfólio, mais voláteis, cresceram 115%, enquanto o estoque de IED subiu 111%.

Apesar do aumento da exposição externa líquida do país, a Sobeet avalia que a vulnerabilidade externa se reduziu de forma ½inegável”. O documento destaca, nesse sentido, o significativo acúmulo de reservas internacionais, permitido pelos elevados saldos na Balança Comercial e pelo fluxo de capital financeiro. Mas a Sobeet lembra que isto teve custo. ½Apesar de crucial para a redução da vulnerabilidade externa, o acúmulo de reservas envolve um custo fiscal devido ao diferencial entre as taxas de juros interna e a externay, diz a Sobeet.

Mesmo reconhecendo o custo, a política de acumulação de reservas, para a Sobeet, é “desejável”, pois amplia a capacidade de o BC enfrentar volatilidade no mercado de câmbio. A entidade considera que, enquanto persistirem saldos comerciais elevados e superávit em conta corrente, a ampliação do passivo externo bruto e líquido, com importante participação de investimentos de caráter volátil, como os de portfólio, não terão destaque nas análises econômicas. ½O que não significa a falta de importância do risco implícito”, afirma o texto.  



  Imprimir  Enviar para Amigo  Adicionar ao Rec6 Adicionar ao Ueba Adicionar ao Linkto Adicionar ao Dihitt Adicionar ao del.icio.us Adicionar ao Linkk Adicionar ao Digg Adicionar ao Link Loko  Adicionar ao Google Adicionar aos Bookmarks do Blogblogs 

« VOLTAR

Faça um comentário

XHTML: Você pode usar essas tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>