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Blog do Desemprego Zero

Falta qualificação a 82% dos que buscam emprego formal

Escrito por rubensteixeira, postado em 8 dEurope/London novembro dEurope/London 2007 Imprimir Enviar para Amigo

          Fonte: Tribuna da Imprensa de 8 de novembro de 2007.

BRASÍLIA – Um estudo sobre o mercado de trabalho brasileiro este ano divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) confirmou o que as empresas privadas estão vivendo na prática há algum tempo: falta mão-de-obra qualificada e experiente para vários setores da economia. O levantamento, feito com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), projeta que em 2007 o Brasil terá 7,5 milhões de trabalhadores sem qualificação ou experiência profissional procurando emprego com carteira assinada num universo de 9,1 milhões de pessoas em busca de uma vaga no mercado formal (82%). Assim, apenas 1,67 milhão de pessoas, ou 18% do total, têm a qualificação adequada e experiência profissional para conquistar um espaço. O presidente do Ipea, Márcio Pochmann, afirmou que as análises ainda são preliminares mas confirmam um paradoxo. “Sobram vagas em alguns setores enquanto há muita gente desempregada”, comentou Pochmann.“Estamos diante de um fenômeno novo, que é a ausência de trabalhador qualificado para algumas atividades econômicas e isso não acontecia há mais de duas décadas”, completou. Para
Pochmann, é preciso mudar a estrutura de formação e de treinamento dos trabalhadores além de ajustar o sistema de intermediação de mão-de-obra, os chamados postos do Sistema Nacional de Emprego (Sine).
Pochmam condenou a atitude de algumas empresas que estão importando mão-de-obra de outros países para suprir a carência de qualificação. “Importar pessoal enquanto há tanta gente desempregada é uma temeridade, o que se deve é investir em políticas públicas que valorizem o ensino técnico, profissional e priorizem retreinamento para encaixar esse contingente de pessoas disponíveis”, defendeu. Para o IPEA, o Sudeste e o Nordeste do País são as regiões onde mais sobram trabalhadores qualificados enquanto no Norte, Sul e Centro-Oeste, o Ipea estima mais falta mão-de-obra qualificada e experiente. Pochmann destacou que isso reflete a mudança no fluxo migratório dos trabalhadores já que muitas empresas estão deslocando do eixo Rio-São Paulo suas unidades de produção. Os setores econômicos mais prejudicados com a falta de mão-de-obra qualificada e experiente, segundo o Ipea, são a indústria e o comércio. Três segmentos da indústria de transformação têm, juntos, mais de 70 mil vagas à espera de profissionais que são a química e petroquímica, produtos de transporte e produtos mecânicos. Por outro lado, o estudo apontou que a construção civil e a agropecuária são os ramos que mais têm sobra de mão-de-obra qualificada. Isso quer dizer que os trabalhadores qualificados e com experiência desses setores são os que mais sofrem com o desemprego. Juntos, os dois ramos têm mais de 152 mil desempregados com qualificação. O levantamento do IPEA mostra que ainda prevalece no mercado de trabalho brasileiro preconceito contra os trabalhadores negros e mulheres. Ao fazer um perfil comum aos 15 setores da economia que mais sofrem com a falta de mão-de-obra qualificada e experiente, o Ipea apontou que o perfil de trabalhador mais procurado pelas empresas é: homem, não negro, na faixa de 31 a 37 anos, com pelo menos o ensino médio, qualificado para a área industrial e de atendimento público e com remuneração entre R$ 640 e R$ 1.916.  



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