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Blog do Desemprego Zero

Dívida interna em títulos cai para R$ 1,19 trilhão

Escrito por rubensteixeira, postado em 22 dEurope/London novembro dEurope/London 2007 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Jornal Tribuna da Imprensa de 22 de novembro de 2007

BRASÍLIA – A dívida pública mobiliária federal interna teve uma queda de 0,15% em outubro, na comparação com setembro, atingindo R$ 1,199 trilhão. Segundo os dados divulgados ontem pelo Tesouro Nacional, a dívida mobiliária interna representa 91,73% do total da dívida pública, que é de R$ 1,307 trilhão.  

A dívida pública federal externa totalizou, em outubro, R$ 108,1 bilhões, uma queda de 6,06% em relação a setembro. A participação dos papéis da dívida pública interna prefixados caiu de 36,84% em setembro para 35,18% em outubro. Já os títulos atrelados à Selic (incluindo operações de swap) aumentaram a sua participação de 37,54% para 38,66%. A fatia dostítulos atrelados a índice de preços cresceu de 25,66% para 26,09%.

Já os papéis atrelados à TR mantiveram participação praticamente estável, passando de 2,26% para 2,28% em outubro. A participação dos títulos atrelados a câmbio caiu para 0,95% em outubro, de 1,02% em setembro, mas o País é credor em R$ 26,52 bilhões, se consideradas as operações de swap.

Os títulos da dívida pública mobiliária federal interna, com vencimento nos próximos dois meses, apresentaram uma redução, na composição total da dívida, atingindo 30,53% em outubro, ante 33,15% em setembro. O percentual está dentro do Plano Anual de Financiamento do Tesouro nacional, que prevê uma banda de 23% a 33% para os papéis com vencimento em 12 meses.

Os títulos prefixados correspondem a 53,83% desse montante e os papéis atrelados à Selic, 32,60%. O prazo médio da dívida pública mobiliária federal interna subiu de 36,05 meses, em setembro, para 36,74 meses, em outubro. Esse aumento, segundo o Tesouro Nacional, deveu-se à elevação do prazo médio da LTN e da LFT. O prazo médio está no limite superior da banda estabelecida no Plano Anual de Financiamento, que é de no mínimo 32 meses e no máximo 36 meses.

Já a vida média dos papéis subiu de 54,83 meses em setembro para 55,86 meses em outubro. A vida média, ao contrário do prazo médio, não considera o pagamento de cupons.  



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