Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
Fonte: Jornal Tribuna da Imprensa de 30 de novembro de 2007
GENEBRA (Suíça) – Fracassou a tentativa do Mercosul de fechar um acordo de livre comércio com Israel. Ontem, em Genebra, as delegações do bloco e do governo do Oriente Médio não conseguiram concluir o processo, como haviam previsto. Israel insistia em encerrar o acordo logo para evitar que tivesse de negociar com um Mercosul que contasse com a Venezuela. Nos últimos meses, Caracas tem atacado a política de Israel. Leia o resto do artigo »
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Fonte: Jornal Tribuna da Imprensa de 30 de novembro de 2007
BRASÍLIA – Na contramão da Casa Branca, congressistas americanos defenderam ontem, na Câmara dos Deputados, a eliminação das barreiras tarifárias impostas pelos Estados Unidos sobre a importação de etanol do Brasil até 2009. A posição foi expressa por integrantes de uma delegação bipartidária do Congresso dos Estados Unidos, que visita o País nesta semana com a missão de promover o aprofundamento das relações. Leia o resto do artigo »
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Morales acusa opositores por distúrbios e mortes na Bolívia
Após aprovação do “texto geral” da nova Constituição, onda de violência toma conta de Sucre, sede da Assembléia. Pelo menos três pessoas morreram. Presidente Evo Morales aponta ação de grupos opositores e pede investigação. Leia o resto do artigo »
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VALOR – 30/11/2007
Por André Modenesi e Rui Modenesi
A idéia de que há uma relação direta entre o controle de capitais externos e a orientação política dos governos que o praticam – a esquerda é mais favorável ao seu uso, já a direita é propensa à liberalização financeira – é bastante difundida.
Tal proposição, por sua vez, decorre da hipótese – assumida por muitos economistas e cientistas políticos – de que governos pró-trabalho são inclinados a taxar mais pesadamente o capital e a controlar, pois, o movimento de capitais externos; ao passo que os governantes pró-capital são mais propensos à liberalização financeira.
Porém, rotular o controle de capitais como uma proposta da esquerda é um duplo equívoco. Tal rotulação baseia-se num critério economicista que reduz a dicotomia entre direita e esquerda, de natureza política, a uma oposição de caráter econômico: liberalismo econômico versus intervencionismo estatal. Pode haver intervencionismo tanto de direita quanto de esquerda. E, da mesma forma, controle de capitais pode ser proposto e praticado, seja pela esquerda, seja pela direita. Não é, pois, monopólio da esquerda, como se verá adiante. Leia o resto do artigo »
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GAZETA MERCANTIL
Eduardo Delgado Assad – Pesquisador da Embrapa
Entrevista concedida à repórter Ciça Ferraz
São Paulo, 26 de novembro de 2007 – Parece pouco, mas nos últimos anos a Terra ficou 0,7ºC mais quente. O aquecimento global virou assunto no mundo, afinal, ele vem alterando o clima em todo o planeta, causando derretimento de geleiras, elevação do nível do mar, furacões mais intensos, enchentes e secas cada vez mais fortes. Caso medidas drásticas não sejam tomadas para controlar esse fenômeno, o planeta enfrentará tempos muito difíceis. A temperatura irá aumentar mais de 2ºC e pode provocar riscos de extinção em massa, colapso dos ecossistemas, falta de alimentos, escassez de água e grandes prejuízos econômicos.
O assunto definitivamente é preocupante, como afirma Eduardo Delgado Assad, pesquisador da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária, em Campinas (SP) e engenheiro agrícola com mestrado e doutorado em climatologia na França e pós-doutorado, na mesma área, pela Unicamp (Universidade de Campinas). O pesquisador é autor do estudo ‘Impacto das variações do ciclo hidrológico no zoneamento agroclimático brasileiro em função do aquecimento global’. Nesta entrevista exclusiva à agência Investnews, Assad fala dos principais problemas que o aquecimento global vem causando no Brasil, principalmente nas regiões Nordeste e Sul, e expõe técnicas e alternativas que os agricultores podem ter acesso para ajudar a reverter esse quadro.
Investnews – Acredita mesmo que o planeta está passando por grandes alterações climáticas? Leia o resto do artigo »
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A economia latino-americana – formação histórica e problemas contemporâneos
Celso FURTADO
Ed. Companhia das Letras
São Paulo, novembro de 2007
496 páginas
ISSN: 9788535910926
www.companhiadasletras.com.br
Prefácio de Luiz Felipe de Alencastro
Como já fizera em Formação econômica do Brasil (reeditado pela Companhia das Letras em fevereiro de 2007), neste livro Celso Furtado estuda a América Latina com o duplo enfoque histórico e econômico. As estruturas criadas pelos conquistadores, voltadas para os interesses da metrópole, as conseqüências da inserção no sistema internacional de trabalho como continente fornecedor de matérias-primas, a fase de industrialização, as reformas agrárias do México, Bolívia, Peru e Chile, a economia de Cuba, as dificuldades de formação de mercados comuns continentais – são apenas alguns dos temas estudados. A economia latino-americana, cuja primeira edição é de 1969, e que estava esgotado desde 1982, é também uma análise da contribuição dos economistas latino-americanos da CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina) para a solução de problemas como a inflação, o planejamento e a superação do subdesenvolvimento.
Os temas tratados por Celso Furtado se apóiam em dados quantitativos que se estendem até o primeiro choque do petróleo, em meados dos anos 70. O autor preferiu não atualizar as estatísticas nas sucessivas reedições, por considerar que A economia latino-americana é, acima de tudo, uma introdução à história e à economia da sociedade da América Latina desde os tempos coloniais, e um estudo das tendências de longo prazo do desenvolvimento do continente.
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