Postado em 29 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
Do Correio do Estado de 29 de novembro de 2007
GENEBRA, AGÊNCIA ESTADO
Em uma iniciativa que pode ter um importante impacto político na relação entre a Venezuela e os demais países do Mercosul, o bloco tenta concluir hoje, em Genebra, um acordo comercial com Israel. Fontes em Tel Aviv confirmaram à reportagem que o processo foi acelerado para permitir que um acordo fosse atingido antes da entrada da Venezuela no bloco. Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
Paulo Henrique Amorim
Máximas e Mínimas 770
. O Presidente Lula deu uma entrevista ao Globo.
. Um terço da entrevista foi a Miriam Leitão, Fabio Giambiagi e Paulo Guedes, uma vez que só tratou dos gastos públicos.
. “Gastos públicos” é uma “idéia fixa” dos neo-liberais, como se sabe: matar o Estado de inanição, menos naquelas linhas de crédito que beneficiem as empresas “escolhidas” pelo Estado neo-liberal.
. Como foi na privatização da Cemig (clique aqui para ler como os tucanos privatizaram a Cemig), por exemplo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
Le Monde Diplomatique Brasil (16/01/2007)
Por Susan George*
Resgate de uma utopia viável: em 1942, Keynes propunha, em detalhes, um sistema de comércio internacional voltado para o pleno emprego e os direitos sociais. Por que a proposta jamais foi adotada; como foi substituída pela OMC; que estratégias poderiam ressuscitá-la. Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
Um dos maiores estudiosos das finanças internacionais investiga, em diálogo com dois livros recém-publicados, os tremores dos últimos meses. Seu diagnóstico: vêm aí grandes solavancos, que podem atingir a Ásia e mudar a economia do planeta
François Chesnais
No início de agosto, surgiu uma crise financeira no setor dos empréstimos hipotecários, nos Estados Unidos. Imediatamente, ela se propagou para outras partes do sistema financeiro mundial, com uma rapidez e uma amplitude que surpreenderam a comunidade dos investidores e dos operadores (os “mercados”), bem como os observadores. Os bancos centrais intervieram rapidamente, principalmente com o fornecimento de crédito a taxas baixíssimas para os bancos em dificuldade (a que se dá o nome de “criação de liquidez”) [