Postado em 22 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
Paulo Passarinho* 22/11/2007
Está em curso uma pesada campanha difamatória contra os novos dirigentes do IPEA – o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, órgão atualmente subordinado ao recém-criado Ministério de Assuntos Estratégicos, e presidido pelo economista Márcio Pochmann.
O pretexto para a orquestrada campanha foram mudanças de natureza administrativa, que começam a ser operadas no órgão, a partir da posse dos novos dirigentes do Instituto, que conta também com a participação de João Sicsú, assim como Pochmann, acadêmico dos mais qualificados, além de professor do Instituto de Economia da UFRJ.
Algo que seria absolutamente corriqueiro – inclusive com amplo amparo e exigência de normas administrativas e legais em vigor – passou a ser apresentado em veículos da grande imprensa como um triste exemplo de perseguição ideológica e cerceamento ao livre exercício analítico e de pesquisa que deveriam caracterizar o trabalho dos pesquisadores dessa instituição.
A campanha teve início no dia 15/11, em matéria assinada por Guilherme de Barros – “IPEA expurga economistas divergentes” -, na Folha de S.Paulo Leia o resto do artigo »
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Postado em 22 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
Roberto Pereira d’ Araújo* 22/11/07
Desculpem os leitores, mas, mais uma vez, volto a conceitos básicos sobre o setor elétrico brasileiro. Espero mostrar que todo o complicado modelo mercantil definido a partir das reformas da década de 90, constantemente reformado, mas sempre mantido, tem suas “fundações” erigidas sobre “areia movediça”. Toda vez que fui obrigado a explicar o sistema brasileiro para estrangeiros, vi muitos cenhos franzidos. Dentre os setores elétricos mundiais, somos um espécime esquisito.
Para explicar a confusão, é melhor partir do zero. Suponha o Brasil iniciando a construção do seu setor elétrico e imagine que existisse um “laissez-faire” total que permitisse agentes individuais privados construir suas usinas como quisessem. Um puro mercado, tão ao gosto desta seita. Descrevo abaixo uma historinha bem simplificada, mas com grande aderência ao caso brasileiro.
Para começar a história, um cidadão, Leia o resto do artigo »
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Postado em 22 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
Valor Econômico, 21/11/2007
Por Carlos Lessa
Um fantasma acompanha a macroeconomia brasileira: uma sucessão de “apagões”, alguns muito visíveis, outros anônimos. Quando a imprensa noticia que cirurgiões utilizam antiquadas brocas mecânicas para operações cranianas porque falta material cirúrgico de qualidade; quando a rede de saúde do Nordeste beira a inanição; quando jovens brasileiros concluintes do ensino fundamental, em uma análise comparativa com outros jovens de trinta países, ocupam o 31º lugar em aproveitamento didático; quando nas universidades são freqüentes misérias como goteiras, progressão de cupins e atrasos em pagamentos de energia elétrica; quando um mal desempenho se sucede a outro é possível afirmar um “apagão” das políticas sociais públicas. A brutal mortandade em acidentes de trânsito e a elevação dos fretes devido à degradação das rodovias evidenciam um “apagão” nas políticas de transporte. O aumento progressivo do tempo de deslocamento residência-trabalho-residência nas grandes cidades brasileiras é a expressão de um “apagão” nos investimentos de infra-estrutura urbana. Leia o resto do artigo »
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Postado em 22 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
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CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA – 1ª REGIÃO – RJ
Av. Rio Branco, 109 – 16º e 19º andares – Centro
Tel: (21) 2103-0178
CEP: 20054-900 – Rio de Janeiro – RJ
E-mail.: corecon-rj@corecon-rj.org.br
www.corecon-rj.org.br
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Em reunião de 14 de novembro último o CORECON – RJ, o SINDECON e o CED, aprovaram e recomendaram a ampla divulgação da seguinte moção. Versão Word para impressão (clique)
A imprensa vem criticando duramente os recém-nomeados presidente e diretor do IPEA, Márcio Pochmann e João Sicsú, pelo fato de terem dispensado quatro pesquisadores da instituição. Tendo sido essa decisão supostamente devida ao fato de serem os mesmos contrários a política econômica do Governo.
Com respeito à questão, o fato a ser inicialmente sublinhado é que a mudança no comando de instituição de pesquisa oficial (e não acadêmica) traduz o desejo do Poder Público de dar nova orientação aos trabalhos da entidade. No caso em análise, a mudança no comando do IPEA traduz a nova orientação (embora ainda tímida e incompleta) do Presidente Lula no sentido de melhorar os resultados obtidos pelo Brasil em termos de desenvolvimento. O Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, a criação do Ministério Extraordinário de Ações Estratégicas, com a indicação de Mangabeira Unger para comandá-lo, a nomeação de Guido Mantega para o Ministério da Fazenda e de Luciano Coutinho para o BNDES, constituem importantes corolários dessa decisão de imprimir novos rumos à economia brasileira. É, portanto, perfeitamente natural e necessário que o IPEA, órgão oficial de apoio à definição de políticas econômicas, seja comandado por dirigentes afinados com a nova orientação desejada pelo Governo. E esses dirigentes, para levarem adiante sua tarefa, devem ajustar a equipe técnica do órgão às suas novas funções.
Mais grave, porém, é a alegação de que a dispensa dos quatro pesquisadores, cuja capacidade profissional e contribuição científica não se discute, teria decorrido de serem eles contra a política econômica oficial. Ora, o fato incontestável com respeito a esta, é que os economistas brasileiros se dividem hoje entre os que aceitam, ou rejeitam, a visão neoliberal do Banco Central que, presentemente, comanda os destinos econômicos do país. Visão que concede absoluta prioridade à manutenção dos equilíbrios fundamentais (cambial, fiscal e monetário) relativamente à necessidade de incremento acelerado do PIB brasileiro. Com a conseqüência de ter sido o crescimento da economia brasileira muito inferior ao de países em condições bem menos favoráveis que as nossas para o desenvolvimento econômico.
Com base nesse critério, o que se pode afirmar é não terem os quatro economistas desligados do IPEA jamais se colocado firmemente (o que possivelmente seria sua obrigação) contra o Leia o resto do artigo »
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Postado em 22 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
Fonte: Jornal Tribuna da Imprensa de 22 de novembro de 2007
BRASÍLIA – A dívida pública mobiliária federal interna teve uma queda de 0,15% em outubro, na comparação com setembro, atingindo R$ 1,199 trilhão. Segundo os dados divulgados ontem pelo Tesouro Nacional, a dívida mobiliária interna representa 91,73% do total da dívida pública, que é de R$ 1,307 trilhão. Leia o resto do artigo »
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