Postado em 16 dEurope/London novembro dEurope/London 2007
Fonte: Tribuna da Imprensa de 16 de novembro de 2007
GENEBRA (Suíça) – O chanceler Celso Amorim denunciou um plano dos países ricos para tentar dividir as economias emergentes nas negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC) e usou uma reunião em Genebra ontem para tentar prevenir que tal manobra ocorra. O Brasil revelou que convocou o encontro entre os países em desenvolvimento como uma espécie de alerta político de que esses governos não aceitarão uma atitude nessa direção vinda dos Estados Unidos e da Europa. “Não há mais espaço para que os países ricos enganem os demais como ocorria no passado”, alertou o ministro. Leia o resto do artigo »
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Meridiano 47
Boletim de Análise de Conjuntura em Relações Internacionais
Outubro 16, 2007 by Alexandre Hage*
A criação do Banco do Sul tem ganhado grande espaço na imprensa e entre analistas da economia e política internacionais. Por ter se tornado tema apaixonante a percepção de maior clareza pode ser diminuída, se não houver precauções contra tomadas de posição instantâneas. Contudo, é necessário dizer que é pertinente a fundação do Banco do Sul, não para se elevar seus possíveis problemas, mas para considerar suas vantagens.
O sistema econômico internacional, o que vale também para a América do Sul, tem duas organizações financeiras, o Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD, também Banco Mundial); e o Fundo Monetário Internacional (FMI), ambas fundadas pelos encontros de Bretton Woods, nos Estados Unidos, no final da Segunda Guerra. Se tratando do BIRD o banco teve grande presença na ampliação da infra-estrutura brasileira, bem como no crescimento de boa parte de instituições governamentais que ainda se valiam dos méritos do planejamento público para a economia do País. Citam-se, por exemplo, os governos das décadas de 1950 a 1970 que usavam poupança externa para a ampliação da pesquisa, o que ocorreu com a parceria entre o BIRD e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), em 1974. Leia o resto do artigo »
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Newsletter de Universia-Knowledge@Wharton
“Tenho boas notícias: estamos sós.” Com essa frase irônica, Daniel Kaufmann, diretor de governança global do Banco Mundial, pretende chamar a atenção para a “mediocridade ou a paralisia” que se observa na América Latina em matéria de transparência e de controle da corrupção, diferentemente dos avanços registrados em outras zonas emergentes do mundo, como a Ásia e a Europa Central.
Em primeiro lugar, Kaufmann considera de suma importância ter uma perspectiva global sobre o desafio que representam a corrupção e a falta de ética e transparência. “É preciso deixar claro que todos os países do mundo, até mesmo os maiores, deparam com escândalos de corrupção. No ano passado, por exemplo, a Noruega viu-se em uma situação delicada por causa da companhia estatal de petróleo. Houve propinas de milhões e milhões de dólares em contratos com o Oriente Médio”, lembra o economista. Leia o resto do artigo »
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