prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for outubro, 2007

Importações preocupam economistas

Postado em 13 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 Folha de São Paulo

Outubro 2007

Para especialistas, entrada de produtos do exterior ajuda a conter a inflação, mas acaba tomando espaço da produção local

Em relação ao saldo comercial, economistas afirmam que a redução neste ano ainda não traz grandes preocupações

VERIDIANA SEDEH
O impacto do aumento das importações na economia -um dos principais fatores para a queda do superávit comercial- gera divergência entre os economistas ouvidos pela Folha. A redução no saldo brasileiro, entretanto, ainda não preocupa, segundo eles.
No acumulado do ano, a queda no superávit chega a 9,5%. O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, disse ontem que trabalha com previsão menor para o saldo em 2007, em torno de US$ 40 bilhões, contra US$ 45 bilhões do início do ano. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »

Importação avança e derruba previsão de saldo comercial

Postado em 13 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 Folha de São Paulo

Outubro 2007

Superávit em setembro caiu 22%; governo reduz estimativa para US$ 40 bi no ano

Projeção inicial era de saldo de US$ 45 bi; para Miguel Jorge, importante é que importação se concentra em equipamentos e máquinas

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O crescimento acentuado das importações, em ritmo bem superior ao das exportações, provocou uma queda de 22,3% no superávit da balança comercial no mês passado. O saldo comercial chegou a US$ 30,95 bilhões no acumulado do ano, uma queda de 9,5% em relação ao período de janeiro a setembro de 2006.
O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, disse ontem em evento em São Paulo que o ministério já trabalha com uma expectativa menor de superávit comercial. Segundo ele, a previsão inicial de US$ 45 bilhões foi revista para “algo por volta de US$ 40 bilhões”. “O que é importante na redução [do saldo] que está havendo -ou no aumento das importações, nós preferimos ver por esse lado- é que o principal item da pauta está sendo importação de bens de equipamentos e máquinas, e não de bens de consumo”, destacou o ministro. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »

Prefeitura injetará R$ 1 bi no metrô

Postado em 12 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

JORNAL DO COMMERCIO – 11.10.2007Manoel Schlindwein
DO PORTAL DO GOVERNO DE SÃO PAULO

O Metrô deverá receber nos próximos meses mais de R$ 1 bilhão da Prefeitura de São Paulo. A notícia foi dada ontem, durante a apresentação do balanço referente aos 100 milhões de Notas Fiscais Eletrônicas emitidas no município de São Paulo. “É uma notícia muitíssimo boa. Com a participação da prefeitura poderemos acelerar as obras do Metrô”, afirmou o governador José Serra, que participou do evento.

O montante será repassado ao Metrô com base numa lei aprovada na véspera, na Câmara de Vereadores. O texto dá ao município a possibilidade de criar PPPs (parcerias público-privadas). Com isso, o prefeito da capital, Gilberto Kassab, vai constituir uma empresa para administrar um fundo que, por sua vez, receberá recursos provenientes do adiantamento de recebíveis. Estes valores já estão sendo angariados através da lei do PPI (Programa de Parcelamento Incentivado), que permitiu a renegociação de dívidas com a prefeitura.
Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »

Favelas receberão R$ 413 milhões

Postado em 12 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 JORNAL DO COMMERCIO – 11.10.2007

DA AGÊNCIA ESTADO

Parceria entre Governo federal, Prefeitura de São Paulo e Caixa Econômica Federal permitirá um investimento de R$ 413,6 milhões no setor habitacional popular da capital paulista. Sete contratos proporcionarão, em prazos que variam de 18 a 36 meses, reforços de infra-estrutura em 10 favelas e conglomerados de residências em situação precária, financiados com recursos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), somados a uma contrapartida municipal.

São R$ 263,4 milhões da União e R$ 150,2 milhões da prefeitura.Na zona sul, entram a Cidade Azul, Jardim Irene, Jardim das Rosas, Parque Fernanda e a maior favela da América Latina, Heliópolis. Na zona oeste, a obra contemplada fica nas áreas da Boa Esperança e Guarani. Na leste, estão listadas Jardim Nazaré e São Francisco. Na zona norte, o foco inicial será na favela do Tiro ao Pombo.

A urbanização não necessariamente derrubará barracos. Mas, na maioria dos casos, serão feitas unidades habitacionais novas, seja em prédios pequenos ou casas sobrepostas, informou a Secretaria Municipal de Habitação.Na ação, o governo federal, pelo Ministério das Cidades, fica responsável pelas verbas. A prefeitura ajuda também com recursos mas, principalmente, tem a função de gerir as intervenções.

Postado em Conjuntura | 1 Comentário »

Novo papel do mundo emergente

Postado em 11 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 Folha de São Paulo

Outubro/2007

BENJAMIN STEINBRUCH

O mundo encontrou novos motores para impulsionar a economia, sem depender apenas do motor americano

MUITOS se surpreenderam com a pequena repercussão da crise americana nos países emergentes -os ativos negociados na Bolsa de Valores de São Paulo, por exemplo, já estão mais valorizados do que antes da crise, que começou em julho. Até agora, o resfriado americano decorrente do colapso do mercado hipotecário não provocou pneumonia em nenhum país emergente. Só o México cuida de estocar antibióticos.
Há fatos novos na economia global. As grandes empresas dos países emergentes devem fazer neste ano, pela primeira vez na história, mais aquisições de companhias nos países desenvolvidos do que o oposto. A empresa fornecedora de dados financeiros Dialogic calcula que até setembro as companhias de emergentes já investiram US$ 128 bilhões em aquisições de ativos nos países ricos, quase o mesmo valor gasto na direção contrária. Até o fim do ano, como os tradicionais compradores do Primeiro Mundo estão sem caixa devido à crise, as compras dos emergentes devem superar as dos ricos. Isso ocorre devido ao fácil acesso a fontes de capitais nos mercados emergentes e aos enormes fundos soberanos acumulados por esses países -somente os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) têm reservas superiores a US$ 2 trilhões. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »

” o lixo tóxico que os trouxas chamam “investimento estrangeiro”

Postado em 11 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

Folha de São Paulo

Setembro/2007

RUBENS RICUPERO

Vinte e sete anos atrás

Estaríamos voltando à conjuntura inflacionária mundial como terapêutica para a economia americana?

O OURO  vem de atingir a mais alta cotação em 27 anos. Isso nos retroage a 1980, final do governo Carter,quando a inflação americana chegou ao topo de 11%.
Não tardou para que Paul Volcker, presidente do Federal Reserve, aumentasse os juros a dois dígitos, precipitando a América Latina na crise da dívida, na qual deixou anéis e vários dedos.
Estaríamos voltando à conjuntura mundial inflacionária, não por acidente, mas como terapêutica para a economia americana? É o que ouço de amigos suíços dos meios financeiros.
Não foi surpresa para eles a redução de meio ponto nos juros dos Estados Unidos. Inflacionar a economia sempre foi tentação quase irresistível para um país se livrar da montanha de dívidas domésticas e externas. O gostinho é mais delicioso quando a conta do ajuste é paga por estrangeiros, credores e concorrentes, sob a forma de moedas valorizadas, de créditos e reservas rebaixados. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »

As bolhas do bem

Postado em 11 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 Época

10/2007

José Fucs

Um livro lançado nos Estados Unidos diz que os ciclos de euforia do mercado estimulam a economia

As bolhas especulativas são eventos que costumam apavorar os investidores. Quando alguém fala em bolha, todos imaginam fortunas evaporando de uma hora para outra. Na célebre bolha da internet, que estourou no início de 2000, bilhões de dólares sumiram em poucos dias. Recentemente, uma nova bolha explodiu no mercado imobiliário americano e, mais uma vez, muita gente viu seu dinheiro encolher. Na semana passada, quando, pela primeira vez, a Bolsa de Valores de São Paulo ultrapassou os 60.000 pontos, os mais pessimistas já começaram a falar em bolha – muito embora, objetivamente, haja motivos para celebrar a rápida recuperação da bolsa brasileira depois da última crise internacional. Mas será que as bolhas são tão ruins assim?

Não necessariamente. É o que diz o historiador e jornalista americano Daniel Gross, autor do livro Why Bubbles Are Great for the Economy (Por Que as Bolhas São Ótimas para a Economia), recém-lançado nos Estados Unidos e ainda sem tradução no Brasil. Segundo ele, os estragos de curto prazo que as bolhas costumam causar acabam por ofuscar os benefícios de longo prazo que proporcionam. “Aquilo que se produz durante uma bolha – casas, cabos de fibra óptica e ferrovias – não desaparece quando seus donos quebram”, afirma. “É reutilizado – e rapidamente – por empreendedores com novos planos de negócios, custos mais baixos e melhor estrutura de capital.” Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »

Disposições constitucionais sobre a geração de empregos e desenvolvimento econômico no Brasil

Postado em 9 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

Rubens Teixeira*

      As políticas de governo implementadas visam a atender os interesses sociais. Como há interesses difusos e conflitantes na sociedade, há um padrão demarcado na Constituição da República que não pode ser deixado de lado sob quaisquer argumentos, tendo em vista que a democracia impõe o respeito às normas. No topo dessas normas está a Constituição, como bem definiu Hans Kelsen. Leia o resto do artigo »

Postado em Pleno Emprego, Rubens Teixeira | Sem Comentários »